A presidenta Dilma Rousseff optou por evitar o discurso em rádio e televisão, como fez em anos anteriores, durante o Dia do Trabalho, e os motivos para tal não são difíceis de compreender. Depois do inédito panelaço do dia 8 de Março, enquanto falava em cadeia nacional, a presidenta preferiu silenciar, embora seu ministro da Secretaria da Comunicação Social, Edinho Silva, tenha justificado a decisão de outra forma. “A presidenta vai dialogar com os trabalhadores, com a sociedade brasileira, pelas redes sociais. É uma forma de valorizarmos outros meios de comunicação”, disse o ministro na última segunda-feira.
Às turras com a sua base aliada, nesta quinta Rousseff foi alvo de críticas do presidente do Senado, Renan Calheiros, que classificou o silêncio da presidenta como uma “coisa ridícula”. “Essa coisa da presidente não poder falar no dia 1º de Maio porque não tem o que dizer é uma coisa ridícula. Ridícula. Isso enfraquece muito o governo", disse ele, que apontou a necessidade de o Governo sair da “paralisia e da falta de iniciativa” em que se encontra. A jornalistas em Brasília, ele falou que o PMDB não pode substituir o PT no que o “PT tem de pior, o aparelhamento do Estado”. Segundo ele, o partido não pode transformar o papel de coordenação política no de “coordenador de RH do governo federal”, ou seja, trabalhar para nomear cargos de segundo escalão. Leia mais Aqui.
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