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Refletindo: A verdadeira política do verdadeiro cristão

O Evangelho é o caminho da verdade e da vida eterna, a política é o caminho do cidadão onde interfere diretamente na sua vida terrena (ALIMENTAÇÃO, MORADIA, SAUDE, EDUCAÇÃO, ESPORTE LAZER ETC.)
O Evangelho busca a paz espiritual, quanto à política favorece ou dificulta à vida da comunidade, porém um povo evangelizado com certeza a política só faz favorecer, pois a comunidade sabe o que é o melhor para ela.
A política não se reúne em atividades partidárias, eleições, lideres etc. e sim em um conjunto de atividades que o cidadão deve sentir com o seu dever e direito de estar presente, compromisso da realidade social, não pregando discórdia e sim a união porque o cristianismo deve evangelizar na totalidade da existência humana, inclusive na dimensão da política.

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Bolsonaro compara as execursões da ditadura com mortes do Carnaval

Por: Redação Itiruçu Notícias - sexta-feira, 12 de outubro de 2018 - 0 Comentários

Candidato tem como ídolo o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra acusado de ser torturador na Ditadura Militar



 Em entrevista à rádio CBN nesta quinta-feira (11), o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse que o número de mortos e desaparecidos durante o período da ditadura militar é comparável ao de vítimas durante o Carnaval. O candidato ainda ironizou a classificação do período como "ditadura militar" ao dizer que a imprensa trabalhava com liberdade.
"Comparar o que aconteceu entre 1964 e 1985 a uma ditadura é o fim da picada. Desapareceram 400. Morreram pessoas em que circunstâncias? Hoje morre isso no Carnaval e e não se fala nada", disse Bolsonaro.
Relatório da Comissão Nacional da Verdade apontou 434 mortos no período entre 1946 e 1988. Em 2018, 103 pessoas morreram nas estradas no período do Carnaval.
Ele também defendeu aquele que identifica como seu ídolo, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, acusado por familiares de mortos na ditadura, ex-presos políticos e pelo Ministério Público Federal de crimes como torturas, assassinatos e desaparições forçadas.
"Quando você fala no coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, não teve nenhuma condenação transitada e julgada contra ele. Você não pode acusá-lo disso. Agora, o outro lado que cometeu barbaridades vocês nunca condenam. Eu sempre falei que houve excessos dos dois lados. Não defendo ditadura nenhuma, até porque ditadura militar, onde aparece a TV Globo em 1965 e revista Veja em 1968, a imprensa funcionava a todo vapor, pelo amor de Deus", afirmou Bolsonaro.


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