"O pacto federativo não é só pontuar a relação dos estados e municípios com o Executivo nacional, mas também discutir com o Congresso. Precisamos de diálogo entre os parlamentares, governadores e prefeitos sobre o impacto que projetos podem causar, alterando fortemente a arrecadação dos estados". O governador exemplificou o alerta: "O Senado aprovou a mudança da substituição tributária de micro e pequenas empresas. O que aumenta o custo de arrecadar dos estados e diminui a receita". Na avaliação de Rui, projetos como este, antes de serem votados, devem ser discutidos sob a ótica federativa. Isso evitará que a crise dos estados e municípios e de sua viabilidade fiscal não seja aprofundada.
Questionado sobre o encaminhamento do tema no Congresso, a partir dessa ampla reunião, o governador da Bahia disse que está otimista. "Penso que há o envolvimento dessa Casa. Não tem como continuarmos transferindo despesas. A lógica de despesas crescentes e receitas decrescentes quebra estados e municípios".
Ainda dentro da discussão do pacto federativo, ele destacou a necessidade de mais recursos para a saúde e a soma de esforços para a segurança pública.
"Estamos no mesmo barco e temos que buscar a solução para problemas graves que afligem a população brasileira".
Informações via Secom/Ba



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