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Desejo de manter foco


Parece que está se tornando cada vez mais difícil nos concentrarmos numa única coisa por muito tempo. A sociedade moderna definitivamente tem nos levado a manter períodos curtos de atenção. Se assistirmos qualquer programa de tevê ou filme, vamos notar como as coisas se movem rapidamente e o ritmo acelerado do enredo. Um comercial típico de tevê muda as imagens a cada poucos segundos, às vezes menos. A lógica é: se não capturarmos a atenção do indivíduo imediatamente. ele vai se voltar para outra coisa.
Com tantas coisas competindo por nossa energia mental, que vão da Internet passando pelas mensagens de texto e e-mails, é de admirar que ainda sejamos capazes de concentrar o foco em alguma coisa.
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Ex-mulher de Bolsonaro disse ter sido ameaçada de morte

Por: Redação Itiruçu Notícias - quarta-feira, 26 de setembro de 2018 - 0 Comentários

 Ex-mulher afirmou ao Itamaraty que sofreu ameaça de morte de Bolsonaro. diz Jornal



Reportagem da Folha de S. Paulo publicada nesta terça-feira 25 revela que Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro, afirmou ao Itamaraty em 2011 ter sofrido uma ameaça de morte do candidato do PSL à Presidência, o que a teria levado a deixar o País. O jornal teve acesso ao documento. Procurada pelo veículo, Ana Cristina negou que o relato seja real.

A Folha havia publicado matéria no sábado 22 sobre Bolsonaro ter mobilizado o Itamaraty para descobrir o paradeiro de Ana Cristina nahttps://www36.bb.com.br/portalbb/pasep/pesquisa,802,17,505134,2,0,1.bbx?_ga=2.253588683.377835826.1528978038-1283440090.1528978038 Noruega. Segundo o jornal, Bolsonaro havia ficado inconformado com a viagem feita à sua revelia.
Na reportagem desta terça 25, o veículo afirmou ter apurado com fontes e com o então embaixador, Carlos Henrique Cardim, que trechos originalmente cobertos por tarja preta no telegrama referiam-se à ameaça de morte.

"A senhora Ana Cristina Siqueira Valle disse ter deixado o Brasil há dois anos (em 2009) ‘por ter sido ameaçada de morte’ pelo pai do menor (Bolsonaro). Aduziu ela que tal acusação poderia motivar pedido de asilo político neste país (Noruega)”, diz o telegrama, segundo a Folha.
O episódio se passou em julho de 2011, quando Ana Cristina, que tem a guarda de jair Renan, de cerca de 12 anos de idade, embarcou com o menino para Oslo.

À Folha, Ana Cristina afirmou no sábado 22 que Bolsonaro não queria "nem que o menino passasse férias comigo lá". Ela disse na ocasião que trata-se de um episódio "superado". "Foi uma pressão que fez. Mas é uma questão de pai, de foro íntimo, entendeu, de família mesmo. Eu achava que ele nem deveria ter feito isso, mas se ele fez... E depois acabou tudo bem, ele tirou a ação e ficou tudo bem.”
Procurada novamente pelo jornal nesta terça-feira 25, Ana Cristina disse, segundo a publicação, que “não falou com nenhum cônsul ou vice” e disse não ter nada a dizer sobre o assunto. Questionada se houve ameaças de morte de Bolsonaro contra ela por volta de 2009, ela respondeu que havia conversado com seu marido norueguês e ele “falou que não disse nada disso”.


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