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Dia Mundial de Conscientização Sobre o Autismo; conheça os sinais e como é feito o diagnóstico
Quanto ao comportamento motor, é possível notar que a crianças anda na ponta dos pés, faz movimentos apontando exaltação com as mãos, pula e grita com frequência.

O médico ressalta que, em alguns casos, o portador do transtorno faz uma seleção alimentar distinguindo por cores o que aceita ingerir, ou apresenta dificuldade em aceitar determinadas texturas e cheiros.

Saber como identificar o diagnóstico é uma das mais frequentes dúvidas das mamães e papais. O médico menciona que não há exames laboratoriais (como de sangue ou de imagem) que confirmem o autismo. A avaliação é exclusivamente por métodos de observação, acompanhamento e testes padronizados realizados por um corpo de especialistas, que inclui fonoaudiólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos e terapeutas ocupacionais.

Além dos hospitais particulares e clínicas especializadas, em todo o Brasil o atendimento a portadores de autismo pode ser realizado nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que são centros de atendimento de saúde mental da rede pública; tanto para diagnóstico, como para tratamento.

O psiquiatra finaliza destacando que, por se tratar de um período muitas vezes delicado para a família, o apoio emocional aos pais é fundamental e que a ajuda de um médico não deve ser negligenciada.

Estudo mostra que Brasil está abaixo da meta de vacinação contra HPV
Estudo da Fundação do Câncer, divulgado para marcar o Dia Mundial da Prevenção do Câncer de Colo do Útero, celebrado neste domingo (26), revela que todas as capitais e regiões brasileiras estão com a vacinação contra o HPV (Papilomavírus humano) abaixo da meta estabelecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso significa que até 2030, o Brasil não deverá atingir a meta necessária para a eliminação da doença, que constitui problema de saúde pública. O levantamento tem como base os registros de vacinação do PNI de meninas entre 9 e 14 anos, no período de 2013 a 2021, e meninos de 11 a 14 anos, entre 2017 e 2021. Informações Agência Brasil

Em todo o Brasil, a cobertura vacinal da população feminina entre 9 e 14 anos alcança 76% para a primeira dose e 57% para a segunda dose. A adesão à segunda dose é inferior à primeira, variando entre 50% e 62%, dependendo da região. Na população masculina entre 11 e 14 anos, a adesão à vacinação contra o HPV é inferior à feminina no Brasil como um todo. A cobertura vacinal entre meninos é de 52% na primeira dose e 36% na segunda, muito abaixo do recomendado. A Região Norte apresenta a menor cobertura vacinal masculina, de 42% na primeira dose e de 28% na segunda. O estudo completo pode ser acessado no site da Fundação do Câncer.
Destaques

Em entrevista à Agência Brasil, a consultora médica da Fundação do Câncer e colaboradora do estudo Flávia Corrêa afirmou que há uma diferença regional marcante. “O mais preocupante é que justamente o Norte e o Nordeste, que têm as maiores taxas de incidência de mortalidade por câncer de colo de útero, são as regiões onde encontramos a menor cobertura de vacinação”. De acordo com a médica, isso acende o alerta de que é necessário investimento grande em medidas educativas para a população, para as crianças e adolescentes, pais e responsáveis e para profissionais de saúde, a fim de aumentar a cobertura.

De acordo com o levantamento, a Região Norte apresenta a menor cobertura vacinal completa (primeira e segunda doses) do país em meninas: 50,2%. Entre os meninos, o percentual é de apenas 28,1%. A região também foi a que mais registrou óbitos por câncer de colo de útero no período 2016/2020: 9,6 por 100 mil mulheres, contra a média brasileira de 6 a cada 100 mil mulheres.

De todas as regiões do país, o Sul é a que mais se aproxima da meta estabelecida (87,8%) na primeira dose em meninas. Por outro lado, é a região que apresenta maior índice de absenteísmo, ou não comparecimento, na segunda dose: 25,8% entre as mulheres e 20,8% entre os homens, enquanto a média do país é de 18,4% e 15,7% nas populações feminina e masculina, respectivamente. Já o Nordeste tem a menor variação entre a primeira e a segunda dose, tanto feminina (71,9% e 57,9%) quanto masculina (50,4% e 35,8%).
Múltiplas doses

Segundo Flávia, toda vacina que tem múltiplas doses costuma apresentar problema do absenteísmo, especialmente entre os adolescentes. “Em qualquer vacina que tenha múltiplas doses, o que se vê é que existe realmente uma queda para completar o esquema vacinal”. Isso acontece não só no Brasil, mas no mundo todo. No caso da vacinação contra o HPV, a recomendação do PNI é continuar com duas doses, embora a OMS já tenha dado aval para que seja utilizada uma dose única, dependendo das circunstâncias locais. “É preciso haver uma conscientização muito grande para que se complete o esquema vacinal”.

Ela lembrou que seria muito importante a vacinação voltar a ser feita nas escolas, como ocorreu no primeiro ano em que a primeira dose foi disponibilizada nas unidades de ensino e de saúde. A partir da segunda dose, só estava disponível nas unidades de saúde. Flávia destacou que em todo o mundo, o esquema que deu mais certo foi o misto, em que a vacinação estava disponível ao mesmo tempo na escola e nas unidades de saúde. “Esse é um ponto muito importante”.
Capitais

O estudo mostra também que Belo Horizonte é a única capital com cobertura vacinal feminina acima de 90% na primeira dose. Considerando o esquema vacinal completo, esse percentual cai para 72,8%, mas ainda continua sendo a capital que mais protegeu sua população contra o câncer de colo de útero no país, considerando o período de 2013 a 2021. Em seguida, aparecem Curitiba, com 87,7% e 68,7% (dose inicial e reforço) e Manaus, com 87,0% e 63,2% (primeira e segunda doses).

Fortaleza foi a capital do Nordeste com maior cobertura vacinal na primeira dose (81,9%) e na segunda dose (60,1%). São Luís, ao contrário, obteve os menores percentuais na primeira (51,4%) e na segunda (36,7%). Brasília e Goiânia, no Centro-Oeste, apresentaram os maiores e menores percentuais na primeira e segunda doses, da ordem de 78,1% e 58,6% e 62,1% e 43,5%, respectivamente.

No Sudeste, o Rio de Janeiro teve índice vacinal de 72,1% na primeira dose e 49,1% na segunda; em São Paulo, o índice também é baixo (76,5% e 59,8%). O mesmo ocorre em Porto Alegre, na Região Sul, onde somente 42,7% da população feminina estão com o esquema vacinal completo, 21 pontos percentuais abaixo da dose inicial da vacinação. O pior cenário, contudo, é registrado em Rio Branco, no Norte do país: apenas 12,3% da população feminina tomaram as duas doses da vacina contra o HPV. Na primeira dose, foram 14,6%. “Até hoje, a cobertura no Acre é baixíssima”, comentou a médica.

Desinformação

Flávia Corrêa chamou a atenção para o fato de que há ainda muita desinformação sobre a vacina contra o HPV. Muitos pais ignoram que a vacina previne contra o câncer de colo do útero e não incita o início da vida sexual antes do tempo. Outros não sabem qual é a faixa etária em que os filhos devem se vacinar. “Há uma falta de informação muito grande que precisa ser abordada com medidas educativas, mais fortes, tanto para as crianças e adolescentes, quanto para os pais, a sociedade como um todo. É necessário ampliar a discussão sobre a questão da vacina, mostrar os dados que dizem que ela é segura, não estimula a atividade sexual precoce”.

A consultora médica da Fundação do Câncer disse que a cobertura vacinal é menor para os meninos, tanto na primeira quanto na segunda dose, porque as pessoas ainda não entenderam que a vacinação de meninos é necessária não só para proteger as meninas do câncer de colo do útero, mas porque traz benefícios também para os representantes do sexo masculino. Ao vacinar ambos os sexos, diminui a disseminação do vírus, explicou.

Além de proteger as meninas e mulheres contra o câncer de colo do útero, os meninos podem ser beneficiados com a vacina para evitar câncer de pênis, de orofaringe, câncer de boca, de ânus, entre outros tipos. Na mulher, a imunização também evita câncer de vulva, vagina, faringe, boca. ”Isso precisa ser bastante divulgado”, observou Flávia Corrêa.

A vacina é segura e está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) para meninos e meninas de 9 a 14 anos, em esquema de duas doses, e para mulheres e homens transplantados, pacientes oncológicos, portadores de HIV, de 9 a 45 anos, em esquema de três doses.

Cresce procura de remédios para dormir, mas consumo deve ser orientado por especialista
Levantamento da epharma, pioneira em programas e planos de benefícios em medicamentos no Brasil, aponta que o consumo de remédios para dormir dobrou no último ano na plataforma da companhia: de 110 mil unidades em 2021 para 250 mil unidades em 2022. No último ano, a utilização de indutores do sono por usuários, sempre com apresentação de prescrição médica cresceu 58% em comparação com 2021.

Os distúrbios do sono atingem cerca de 73 milhões de pessoas no país, segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS).

“O tripé da saúde é alimentação, exercícios e sono. Precisamos cuidar dos três para que nossa qualidade de vida seja mais prazerosa e tenhamos longevidade”, comenta Dra Soraia Cristiane Cassab, pneumologista com título de especialista em Medicina do sono adulto e infantil, Diretora do centro Hypisono.


 

Governo vai retomar programa de atendimento à saúde em regiões remotas
A retomada de um programa de qualificação e de garantia de atendimento à saúde em regiões mais distantes do país está entre as prioridades do Governo Federal. O anúncio foi feito pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, nesta terça-feira (14/3), após reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com ministros da área social no Palácio do Planalto.

“O programa será ampliado, incluindo inclusive a formação de especialidades na atenção básica. Vamos elevar a oferta de serviços não apenas de forma quantitativa, mas qualitativa, capacitando ainda mais a assistência básica em nosso país”, afirmou o ministro.
 
De acordo com Rui Costa, o nome do programa que vai substituir o Mais Médicos ainda será definido. O foco é garantir a presença de profissionais de saúde nas regiões mais distantes do país e a novidade será a introdução de qualificação de especialistas e de complemento da formação básica. O programa vai trazer ainda incentivos para profissionais recém-formados.
 
Na perspectiva de parcerias com municípios, o ministro citou que serão reavaliados serviços e ações que não tiveram sequência por algum tipo de desarticulação das políticas públicas. "Há serviços criados pelos municípios, unidades de saúde, unidades odontológicas, que o ministério deixou de cadastrar há anos e, portanto, esses serviços ou estão sendo realizados sem participação federal, como prevê a lei, ou o posto ficou pronto, equipado, mas está sem funcionar porque não tem financiamento federal", disse o ministro.
 
EDUCAÇÃO - Na educação, haverá a expansão de escolas em tempo integral e um programa específico para alfabetização na idade certa. Segundo o ministro, haverá um cronograma de anúncios, entre o fim de março e o mês de abril, de novos decretos e Medidas Provisórias para a viabilização de ações nos ministérios da Saúde e Educação.
 
Na reunião ministerial, os titulares das pastas apresentaram o balanço do que já foi feito e a projeção de lançamentos e das medidas que serão divulgadas dentro do marco de 100 dias de governo, além de previsões para o restante do ano. Participaram ministros de pastas como Educação, Saúde, Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Esporte, Direitos Humanos, Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Fazenda, Cultura, Trabalho e Emprego, Previdência Social, Planejamento, Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Mulheres, Igualdade Racial, Povos Indígenas, Secretaria-Geral da Presidência, Relações Institucionais e Secretaria de Comunicação Social.
Foto: Ricardo Stuckert / PR

Lula recebe de Alckmin a dose bivalente contra Covid-19 e lança movimento por vacinação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu a dose bivalente da vacina contra o coronavírus nesta segunda (27), durante o lançamento do Movimento Nacional pela Vacinação.

Durante o evento, Lula chamou a população para se imunizar contra a Covid-19 e outras doenças, em um apelo para que o País volte a dar exemplo para o mundo sobre vacinação.

 “Queria fazer um apelo a cada mãe, a cada avó, a cada pai, a cada avô, adolescente e a cada criança: não acreditem no negacionismo. Não querer tomar vacina é um direito de qualquer um, mas tomar vacina é um gesto de responsabilidade e de garantia que você vai passar para sua família”, disse o presidente.

"Daqui para frente, quando vocês virem um aviso na TV, no rádio, que estão dando vacina na cidade de vocês, não sejam irresponsáveis. Vão lá tomar a vacina. Essa é a única garantia de não morrer por falta de responsabilidade", acrescentou o mandatário, que teve o imunizante aplicado pelo vice-presidente da República e médico, Geraldo Alckmin.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, comemorou a volta do Zé Gotinha. “Vamos proteger nossas vidas. Esse movimento tem que ser do governo federal, dos governos estaduais, municipais, de toda a sociedade. É o movimento em defesa da vida. União e reconstrução. Viva o SUS. Viva a volta do Zé Gotinha”, declarou.

O evento aconteceu no Centro de Saúde Nº 1 do Guará, região administrativa do Distrito Federal a 16 km do centro de Brasília. Entre outras autoridades, participaram do lançamento a representante da Opas/OMS no Brasil, Socorro Gross, o secretário de Atenção Primária à Saúde, Nésio Fernandes e a secretária de vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.

A série de ações do movimento tem o objetivo de recuperar as altas coberturas vacinais no Brasil.

Agência dos EUA agora avalia que pandemia surgiu de vazamento em laboratório
O Departamento de Energia dos Estados Unidos mudou seu posicionamento sobre a origem da pandemia de covid-19 e avalia, agora, que o vírus se espalhou provavelmente a partir de um vazamento acidental em um laboratório de Wuhan, na China. A informação consta em um relatório de inteligência confidencial recentemente fornecido à Casa Branca e aos principais membros do Congresso.

Até então, o Departamento de Energia manifestava dúvidas sobre a origem do vírus. A nova posição aparece em uma atualização de um documento de 2021 do escritório da diretora de Inteligência Nacional Avril Haines.

O novo relatório destaca como diferentes partes da comunidade de inteligência chegaram a julgamentos díspares sobre a origem da pandemia. O Departamento de Energia agora se junta ao Departamento Federal de Investigação (FBI, na sigla em inglês) ao dizer que o vírus provavelmente se espalhou por um acidente em um laboratório chinês. Quatro outras agências, juntamente com um painel nacional de inteligência, ainda julgam que foi provavelmente o resultado de uma transmissão natural; duas estão indecisas. Com informações do Estadão Conteúdo.

A comunidade de inteligência dos EUA é composta por 18 agências, incluindo escritórios nos departamentos de Energia, Estado e Tesouro. Oito deles participaram da revisão das origens do covid, junto com o Conselho Nacional de Inteligência.

É verdade que os dentes envelhecem, assim como o restante do organismo, mas, identificando de forma precoce os fatores que aceleram esse processo, podemos preservá-los. A periodontista Dra. Manuela Netto sugere alguns cuidados que ajudam a criar uma rotina saudável de cuidados com a saúde bucal. “A primeira pergunta que deve ser feita é: como podemos identificar, em casa, se a nossa saúde bucal está boa? Nesse caso, é preciso se atentar a 5 sinais:

1 -- Ausência de sangramento gengival;

2 -- Ausência de halitose;

3 -- Ausência de dor;

4 -- Integridade dos dentes;

5 -- Ausência de lesões em língua, lábios, bochechas, gengivas e céu da boca que não cicatrizam em 7 dias.”

Segundo Manuela, outro ponto importante é o sensorial. A língua é o “policial da boca” e é possível treiná-la para otimizar e garantir uma escovação eficiente. “Minha dica é passar a língua por todos os dentes sentindo a textura da superfície após a higiene oral. Regiões ásperas requerem nova escovação, pois permaneceram sujas, já as regiões lisas são a garantia de limpeza correta. Dessa forma, a qualidade da escovação se transforma e o tempo investido em autocuidado se traduz em saúde, especialmente se associado a um acompanhamento periódico ao dentista”, explica a periodontista. Vale também lembrar que a escovação da língua é muito importante.

Outro paradigma que precisa ser desmistificado é que quantidade é diferente de qualidade. “Não traz saúde bucal escovar os dentes diversas vezes ao longo do dia, de forma incorreta ou incompleta. Por isso é fundamental uma orientação individualizada do seu dentista quanto à técnica e acessórios necessários para o seu caso. Mas existem algumas dicas que podem ser aplicadas amplamente por todos: em primeiro lugar, utilize o fio dental, que remove 40% da placa bacteriana dos dentes de regiões que a escova não alcança. Assim, quando a escova começar o trabalho, as substâncias terapêuticas da pasta dental conseguirão acessá-las mais facilmente”, orienta Manuela. Outra dica é evitar o uso de escovas de dentes com cerdas mais duras e depositar força na escovação, pois causam uma escavação traumática. Cuidado também deve ser tomado com o uso do fio dental para evitar cortar ou empurrar a gengiva, pois movimentos de vai e vem causam o que chamamos de fissuras gengivais e não limpam de forma eficiente a placa bacteriana depositada entre os dentes. O uso de pastas clareadoras, pode ser prejudicial ao esmalte dental e também devem ser evitadas, assim como uma alimentação que inclui muito ácido ou açúcar.

Uma má escovação, resulta no acúmulo de sujeira nos dentes, chamada de placa bacteriana, que facilita a formação de “tártaro”. Este, uma vez formado, não pode ser removido com a escovação, sendo necessário uma profilaxia profissional feita pelo dentista. O tártaro por si só não é causador de doenças periodontais, mas sua superfície porosa permite uma maior adesão bacteriana, favorecendo o aparecimento de doenças periodontais.

Evidente que os cuidados específicos dependem de cada paciente, porém, estes cuidados gerais, somados a visitas periódicas ao dentista, vão contribuir para a saúde bucal. E, por falar em saúde bucal, vamos conhecer agora as principais doenças bucais. A Dra. Manuela Netto aponta algumas das doenças mais comuns e como identificá-las:

Cárie, periodontite e envelhecimento bucal precoce são as principais doenças bucais nos dentes. Nas duas primeiras, causadas por placa bacteriana, a prevenção se dá através da higiene oral em casa, boa alimentação e acompanhamento com o dentista. Já a terceira é decorrente do estilo de vida: dietas ácidas, estresse e ansiedade, que geram apertamento dentário e bruxismo, e qualidade do sono. Se dá quando há um desgaste, ou seja, a boca exibe uma idade mais avançada do que a idade do paciente. O acompanhamento com o dentista torna-se ainda mais importante, já que em geral quase não tem placa bacteriana e o tratamento exige mudança no estilo de vida.

Condições como bruxismo podem ser aliviadas a partir de atividades relaxantes, como meditação, yoga, psicoterapia, entre outras, além da higiene e do sono. A cárie e periodontite, podem ser evitadas com uma boa escovação e uso correto do fio dental. Uma das dicas para minimizar o envelhecimento bucal precoce é evitar a alta e frequente ingestão de alimentos e bebidas ácidas, e se for o caso, é preferível beber sucos ácidos de canudo, diminuindo o contato do líquido com os dentes.

Algumas destas doenças não são facilmente identificáveis em casa como a periodontite. Além disso, durante consultas de revisão periódicas, o profissional poderá diagnosticar diversos outros fatores como a presença de lesões cariosas, sinais de desgaste dental, fratura de restaurações, lesões de tecido mole, monitoramento preventivo do câncer bucal, infecções oportunistas como candidíase ou herpes. Outro ponto importante nas consultas de manutenção preventiva é checar a eficiência da higiene bucal feita pelo paciente em casa e estimulá-lo a manter uma rotina saudável de higiene oral.

A especialista Manuela Netto ressalta a importância das inovações na área de odontologia: “A profilaxia periódica profissional é, na verdade, um dos procedimentos básicos da manutenção preventiva, pois visa reduzir o risco às doenças causadas pela placa bacteriana e também identificar precocemente alterações para que possam ser tratadas da forma mais simples possível”.


“Existe atualmente no mercado um novo tratamento de profilaxia, a GBT (Guided Biofilm Therapy), da EMS. Utilizo em meu consultório há mais de 2 anos e posso afirmar que foi um divisor de águas em termos de profilaxia profissional dos dentes. É um procedimento minimamente invasivo, rápido e que traz mais conforto ao paciente durante o atendimento. Além disso, sinaliza as áreas que necessitam de uma limpeza mais intensa, facilitando o atendimento profissional e proporcionando mais consciência quanto à higiene bucal para o paciente de forma didática e prazerosa”, revela a periodontista.

Todos esses cuidados citados acima englobam uma educação preventiva, realizada através da conscientização do paciente da sua condição bucal e das ferramentas necessárias para que ele mantenha sua saúde bucal em dia. De modo geral, manter acompanhamento periódico profissional associado a uma boa alimentação, ingestão suficiente de água, higiene oral adequada e estilo de vida equilibrado resultam em boa saúde bucal. Consequentemente, levam à saúde geral e qualidade de vida.

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