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Campanha de vacinação contra a gripe começa na segunda-feira (12)
O Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de saúde começam na segunda-feira (12) a campanha de vacinação contra a gripe. Além de evitar complicações causadas pelo vírus, a iniciativa também é importante para evitar uma sobrecarga nos sistemas de saúde.

O público estimado pelo ministério é de 79,7 milhões. Os grupos prioritários serão organizados para vacinação em três etapas e incluem gestantes, idosos acima de 60 anos, professores, entre outros. Os dias de mobilização, chamados de dias D, serão definidos em cada município pela Secretaria de Saúde local.

Em relação à vacinação contra o coronavírus, a recomendação é que ela não seja feita junto à da gripe. O Ministério da Saúde orienta que os grupos prioritários procurem se vacinar primeiro contra a Covid-19. Especialistas recomendam uma diferença de pelo menos 14 dias entre as duas doses.

Transtorno mental: Os riscos causados pelo fanatismo no dias de hoje
A publicação do site Uol por Simone Cunha em Colaboração para o VivaBem pode ser um amparo para o momento que se vive o Brasil . O Fanatismo pode gera muito desconforto para as famílias brasileira. veja o texto na íntegra:

- O maior risco não é apenas para o próprio indivíduo, mas para os que estão em volta e para a sociedade como um todo. "Ele se torna perigoso porque tende a reunir grupos, considerando que precisa combater o outro lado, ou seja, que tem o direito de exterminar quem pensa diferente dele", alerta o psicólogo Fabricio Guimarães, doutor e mestre em psicologia clínica pela UnB e membro do Núcleo de Gênero e Psicologia Clínica e Cultura da mesma instituição.

O fanatismo político e religioso, por exemplo, na tentativa de produzir uma sociedade monolítica, coloca em risco a existência de populações inteiras, como genocídios. "Existem estudos envolvendo filhos e netos de sobreviventes do holocausto que mostra que esse tipo de experiência modifica o processamento do DNA dos neurônios, numa tentativa de adaptar o cérebro ao estresse, mas que acaba por predispor a diferentes transtornos mentais, especialmente depressão", informa Brietzke.

Além disso, comportamentos fanáticos podem deixar a pessoa mais suscetível a alguns fatores de risco para saúde mental. Por exemplo, quem se juntou a um culto e acredita firmemente na superioridade de um líder pode ficar mais exposto ao abuso físico, moral, financeiro ou sexual, o que sabidamente é uma causa de transtornos mentais. "Há ainda um prejuízo para o funcionamento interpessoal, afinal quem entra em um fanatismo (delirante) tende a não escutar a família ou pessoas próximas que queiram ajudar, devido a uma inflexibilidade e intransigência que vai afastando as pessoas", diz Marques.

Comemorar um gol de maneira mais acalorada ou participar de uma discussão política de forma mais efusiva são situações cotidianas e que permeiam o universo social. Portanto, não são essas situações atípicas que apontam para o fanatismo. O limite é respeitar o limite do outro, ou seja, sua opinião ou preferência não pode agredir, diminuir ou ofender o outro. "O fanatismo provoca um enrijecimento de ideias e descarta a flexibilidade", aponta Guimarães.

Existem três traços que, combinados, definem a anormalidade do comportamento: intensidade, intolerância e incoerência. Quando o pensamento ou reação é muito discrepante das normas culturais do entorno e há acentuada intolerância aos pensamentos contrários, pode se dizer que se trata de um indivíduo fanático. O risco é que a radicalização está por trás de crimes de ódio e ataques terroristas, mas também de intervenções agressivas organizadas na internet e nas redes sociais.

Abandonar comportamentos fanáticos pode ser estressante, principalmente quando isso acontece no contexto de grupos fortemente coesos, como fundamentalistas religiosos ou políticos. Muitas vezes, é preciso suporte externo durante esse processo. O grande desafio é fazer a pessoa compreender a importância de buscar apoio, pois, em geral, o fanático não enxerga seus excessos como um problema.

Alguns perfis fanáticos podem se apresentar como pessoas muita ansiosas e, em alguns casos, com dificuldades de controlar seus impulsos, portanto, o tratamento com psicoterapia e até medicação pode ser necessário. "O não tratamento pode fazer com que essa pessoa se isole e tenha outros transtornos como piora da ansiedade ou desenvolva depressão, além do risco de uso de substâncias", enfatiza Marques.

É importante destacar que o fanatismo pode se acentuar ou não com o tempo. Brietzke explica que o fanatismo não acontece na infância, pois nessa fase os cuidadores conduzem a criança. Porém, alguns autores sugerem que a exposição a situações estressoras, especialmente maus tratos, pode predispor o indivíduo ao fanatismo na vida adulta. Já a adolescência é um período vulnerável para o problema, pois o questionamento dos valores dos pais e a busca por novos referenciais identitários é parte desse período. Para se ter ideia, diferentes grupos no mundo já estudam como prevenir o extremismo e a radicalização, com o objetivo de reduzir o risco de evolução do fanatismo para comportamentos violentos.

A polarização observada em várias partes do mundo trouxe à tona um assunto muito complexo: o fanatismo. Intolerância, inflexibilidade e até atos mais violentos mostram que muita gente "passa do ponto" e não consegue conter seus excessos. O velho ditado de que futebol, política e religião não se discute talvez indique os três quesitos que mais atraem indivíduos exacerbados, podendo colocar o convívio social em risco.

Ainda assim, é importante considerar que o fanatismo não é classificado como uma doença. "Ele é um comportamento disfuncional, mas não é considerado um transtorno mental, e se caracteriza por uma crença ou comportamento que não admite refutação, que é defendida de forma obsessiva e apaixonada e que deixa muito pouco espaço para a tolerância às ideias contrárias", explica a médica psiquiatra Elisa Brietzke, orientadora do programa de pós-graduação em psiquiatria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Apesar disso, o fanatismo pode sim se tornar um distúrbio psiquiátrico, dependendo do prejuízo que a pessoa tem em sua vida ou do impacto na vida de outras pessoas. Existem inclusive estudos que já o associam a questões psicopatológicas (esquizofrenia/psicose), podendo fazer parte do quadro clínico, de acordo com o psiquiatra Luan Diego Marques, especialista em terapia interpessoal pelo Prove (Serviço de Assistência e Pesquisa em Violência e Estresse Pós-Traumático), ligado à Unifesp, e professor colaborador da Faculdade de Medicina da UnB (Universidade de Brasília).

No entanto, fanatismo e problemas de saúde mental podem coexistir no mesmo indivíduo, sem serem necessariamente relacionados. "Existe uma crença errônea de que transtornos mentais predispõem ao fanatismo ou atos extremistas e violentos, mas isso não procede", confirma Brietzke.



Centro de Diálise da Santa Casa de Itabuna é o mais moderno da Bahia
Com o início da operação de 52 novas máquinas para diálise nesta semana, a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna (SCMI) passa a ter o mais moderno Centro de Diálise da Bahia. Os novos equipamentos foram adquiridos com recursos da instituição e oferecem vários diferenciais tecnológicos e de qualidade ao usuário, como um sistema que possibilita a configuração de acordo com o perfil e a necessidade de cada paciente.  

O coordenador do Serviço de Nefrologia da SCMI, Rodolfo Silva Nascimento, destaca que, com a substituição das máquinas antigas e ampliação do número de equipamentos, os pacientes vão esperar menos tempo para entrar no programa de terapia de substituição de renal, evitando assim, a internação prolongada ou piora do quadro clínico.  

Já o provedor da SCMI, Francisco Valdece, afirma que aquisição dos equipamentos era um sonho antigo e que agora se concretizou. “Resultado de muito empenho e negociação, sobretudo porque enfrentamos um momento de poucos recursos financeiros”, conta. 

Os novos equipamentos, informa o provedor, não impactarão somente na qualidade de atendimento para o paciente, mas também possibilitam um aumento na oferta de serviços. “Porque teremos mais máquinas disponíveis e funcionando por mais tempo”, explica.

De acordo com o diretor administrativo da Santa Casa, Wagner Alves, além da aquisição das máquinas novas, foram feitos investimentos na estrutura física do Centro de Diálise, que funciona anexo ao Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna. “Estamos trabalhando para proporcionar ainda mais conforto para os pacientes e colaboradores da instituição”, relata.

A diálise não trata a doença renal, mas substitui a função dos rins ao filtrar o sangue para retirar líquidos e toxinas como a uréia e a creatinina. Na hemodiálise essa filtragem é feita através de uma máquina na qual o sangue passa por um filtro e retorna ao paciente com uma quantidade menor de impurezas. E na diálise peritoneal, outro tipo de equipamento faz uma infusão e drena uma solução específica diretamente no abdome do paciente. Esse procedimento é realizado sem contato direto com o sangue. Uma sessão de diálise tem duração média de 4 horas, três vezes por semana – caso não haja intercorrências que são normais para os pacientes renais crônicos.

A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna (SCMI), que administra o Hospital Manoel Novaes (HMN), faz um alerta em sintonia com a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), para que as puérperas não deixem de realizar a imunização dos recém-nascidos com as vacinas BGC e Hepatite B, preferencialmente, até 12 horas após o nascimento.

De acordo com a diretora técnica do HMN, Fabiane Chávez, “aqui realizamos cerca de 4.500 partos por ano e ainda na maternidade aplicamos as vacinas. Explicamos para as mamães que ao nascer, os bebês necessitam de muitos cuidados, pois, não possuem as defesas do corpo necessárias para combater infecções e doenças. É por esse motivo que as vacinas são tão fundamentais, principalmente nos primeiros momentos de vida", afirma a diretora.

A recomendação da Santa Casa de Itabuna leva em consideração o atual cenário epidemiológico da Bahia. "A imunização oportuna dos recém-nascidos ainda nas maternidades, evita deslocamentos desnecessários para unidades de saúde e os consequentes riscos de transmissão do coronavírus", complementa a diretora do Hospital Manoel Novaes.

Referência em ginecologia, obstetrícia, pediatria cirúrgica e neonatologia de alto risco, o Hospital Manoel Novaes (HMN), tem atendido munícipes de 82 localidades, sendo a única unidade de saúde das regiões Sul e Extremo Sul com leitos de Terapia Intensiva (UTI) pediátricos para Covid-19.

A BCG é uma vacina com dose única, que protege o recém-nascido do Bacilo Calmette-Guerin que causa a tuberculose, uma doença altamente infecciosa e transmissível. Essa vacina normalmente é aplicada na via intradérmica, deixando aquela conhecida cicatriz no braço direito, que pode formar-se até os 6 meses.

Já a vacina contra a Hepatite B tem uma eficácia protetora elevada, sobretudo nas crianças. A vacina contra Hepatite B é eficaz na prevenção da infecção com o VHB quando aplicada antes ou logo após a exposição.

Recentemente, a Anvisa aprovou um novo tratamento de osteoporose no Brasil. A doença é um problema de saúde pública atinge cerca 10 milhões de brasileiros e tende a se agravar ao longo dos próximos anos com o envelhecimento da população.

O tratamento aprovado é o primeiro e único construtor ósseo com efeito duplo: evita a perda de massa óssea e regenera as partes comprometidas pela osteoporose. Sendo assim, os pacientes que já sofreram fraturas têm a possibilidade de optar por um tratamento que regenera os ossos e previne novas ocorrências.

A osteoporose é reconhecida pela população como uma doença que atinge mais idosos, entretanto, as mulheres após a menopausa estão mais suscetíveis a doença.

Atualmente, as diretrizes brasileiras para o diagnóstico e tratamento da osteoporose estão em fase de revisão. O objetivo das entidades governamentais, médicas e associações de pacientes é que a doença seja tratada como prioritária na agenda de saúde do país, especialmente, para evitar fraturas e que a prevenção chegue aos pacientes.

Segundo a Federação Internacional de Osteoporose, mais de 8 milhões de fraturas³ são causadas pela doença todos os anos no mundo. Um levantamento global da instituição mostra que em pessoas acima de 50 anos de idade, metade das mulheres e um quinto dos homens sofrerão uma fratura por fragilidade óssea ao longo de suas vidas.

Além disso, um ano depois de uma fratura de quadril, 24% dos pacientes idosos vão a óbito. Outro estudo demonstra que 60% dos pacientes necessitam de assistência para realizar atividades como alimentar-se, vestir-se ou ir ao banheiro, e 80% precisam de ajuda em atividades como fazer compras ou dirigir.

A aprovação pelo órgão regulador foi baseada no estudo FRAME, que demonstrou redução significativa de novas fraturas vertebrais (coluna) e fraturas clínicas (sintomáticas) em 12 meses em comparação com o placebo, além do estudo ARCH², que evidenciou a indicação nos pacientes com alto risco de fratura e quando tratados com o medicamento por 12 meses, seguido por mais 12 meses com Alendronato, comparado a outro grupo que tratou apenas com Alendronato por 24 meses, havendo redução significativa na incidência de novas fraturas vertebrais e não-vertebrais e de quadril durante o período do estudo.

Uma criança de dois anos, que sofre com displasia do desenvolvimento do quadril, conhecida também como luxação do quadril, foi submetida a uma cirurgia inédita no sul da Bahia, na Santa Casa de Misericórdia de Itabuna. O paciente, que já recebeu alta médica para concluir a recuperação em casa, foi submetido ao procedimento porque nasceu com defeito no encaixe entre o fêmur e o osso do quadril.

De alta complexidade, o procedimento foi considerado um sucesso pelo médico ortopedista pediátrico Gustavo Bahia, que atuou junto com os colegas Antônio Gonçalves e Rafael Garcia. A cirurgia durou cerca de quatro horas e o paciente foi liberado do leito pediátrico do Hospital Manoel Novaes dois dias depois. A previsão dos médicos é que em dois meses a criança esteja recuperada.

De acordo com Gustavo Bahia, o paciente será submetido ao total de duas cirurgias, uma em cada lado do corpo para o correto encaixe entre o fêmur e o osso do quadril. Primeira foi feita no lado esquerdo. O segundo procedimento, no lado direito do quadril, está previsto para daqui a seis meses e, segundo o especialista, a criança seguirá com todos os movimentos normais depois da fase de recuperação.


Totalizando 224 transplantes de rim realizados entre os meses de janeiro e novembro deste ano, sendo 217 de doador cadáver e 7 de doador vivo, a Bahia ocupa a primeira posição em número do procedimento no Nordeste e a sétima no país. A enfermeira Carolina Sodré, coordenadora de Central de Órgãos do Estado, conta que apesar da pandemia do novo coronavírus, iniciada no mês de março, foi possível realizar um número expressivo de transplante de órgãos na Bahia, com a efetivação de 123 doações de múltiplos órgãos e 323 de córneas, lembrando que nos primeiros meses da pandemia o Ministério da Saúde suspendeu a realização dos transplantes de rim intervivos e de córneas.

“Durante a pandemia de Covid-19, a Central de Transplantes vem adotando todas as medidas de segurança recomendadas pelos órgãos responsáveis, garantindo a continuidade do programa de transplante, sendo o único Estado do Nordeste que não interrompeu suas atividades de transplante renal e hepático, bem como manteve o serviço de acolhimento, entrevista familiar e captação de órgãos, garantindo o direito das famílias que tinham a intenção de ser doadoras”, revela Carolina Sodré.

“Em 2015, a Bahia figurava entre os últimos estados do Brasil em número de doações e transplantes, além de altas taxas de negativa familiar. Estamos mudando essa realidade e isto só foi possível devido ao apoio incondicional do governador Rui Costa, que disponibilizou recursos do tesouro estadual para reduzir as dificuldades na realização de transplantes, incluindo estímulo financeiro às equipes médicas e hospitais, até o investimento em equipamentos, exames e medicamentos de alto custo na capital e interior”, destacou o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas Boas.

A coordenadora do Sistema Estadual de Transplantes, Rita Pedrosa, ressalta os resultados alcançados pela Bahia nas atividades de transplantes, destacando que a Bahia foi o único estado brasileiro a não interromper o procedimento durante a pandemia. “Apesar das dificuldades vivenciadas nesse momento de pandemia, o Estado manteve-se firme, inclusive credenciando novos serviços”, pontuou Rita Pedrosa, acrescentando que nesse momento delicado para a saúde, “a confiança criada entre a Central de Transplante, os profissionais de saúde envolvidos e os familiares dos doadores tem sido fundamental para se alcançar esses resultados”.

A coordenadora da Central de Transplantes destaca ainda que a educação continuada, que vem sendo mantida de forma on line em todos os municípios baianos, é outro importante aspecto relacionado à atividade de transplante, e enfatiza que “progressivamente estamos reduzindo a taxa de negativa familiar, que já alcançou 76% e hoje está na casa de 54%”. “Nosso objetivo foi manter acesa a chama do transplante, para que pudéssemos dar continuidade à atividade, mesmo nesse momento difícil para a saúde”, concluiu.

Unidades credenciadas

Existem atualmente, na Bahia, 505 pessoas na fila esperando por um transplante renal, procedimento que é realizado, em Salvador, nos hospitais Ana Neri, Geral Roberto Santos, Português, São Rafael, Cárdio Pulmonar e Martagão Gesteira, sendo os dois últimos recém habilitados, e ainda não realizaram o procedimento. Em Feira de Santana, o transplante é realizado nos hospitais Dom Pedro de Alcântara e EMEC, e em Vitória da Conquista no hospital IBR.

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