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O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) deste domingo (8), não registra óbito por Covid-19 no estado. Nas últimas 24 horas, foi registrado 1 caso de Covid-19 e 17 recuperados da doença.

De acordo com a Sesab, dos 1.544.553 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.514.412 já são considerados recuperados, 270 encontram-se ativos e 29.871 tiveram óbito confirmado.

A pasta ainda informa que os dados podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde.

Até o momento 11.588.944 pessoas foram vacinadas com a primeira dose, 10.633.860 com a segunda dose ou dose única, 5.569.613 com a dose de reforço e 51.438 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 904.059 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 393.532 já tomaram também a segunda dose.

Em Itiruçu  já são 38 dias sem casos de covid-19, e segundo informações da SESAB a vacinação já são 9.554 vacinados  de entre 5 ano ou mais e 5.304 já tomaram a segunda dose e dos e única.


Conforme anunciado pelo governador Rui Costa, será publicado, na edição desta terça-feira (12) do Diário Oficial do Estado, o decreto que torna facultativo o uso de máscaras, na Bahia, desde que respeitados o distanciamento social adequado e os protocolos sanitários estabelecidos.  A medida foi possível devido à redução do número de casos ativos de covid-19 e das taxas de ocupação nos leitos hospitalares destinados ao tratamento da doença, além do avanço da vacinação contra o coronavírus.  

O uso de máscaras segue obrigatório em hospitais e demais unidades de saúde, tais como clínicas, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e farmácias; locais de atendimento ao público, pelos respectivos funcionários, servidores e colaboradores;  no contato com pessoas comprovadamente contaminadas pela COVID-19, mesmo que assintomáticas, com indivíduos que estejam apresentando sintomas gripais, tais como tosse, espirro, dor de garganta ou outros sintomas respiratórios, ou com indivíduos que tenham tido contato com pessoas sintomáticas ou com confirmação da doença.

A medida recomenda a continuidade do uso da máscara em transportes públicos, tais como trens, metrô, ônibus, lanchas e ferry boat, e seus respectivos locais de acesso, como estações de embarque; para idosos, imunossuprimidos e gestantes, ainda que em dia em relação ao esquema vacinal contra a Covid-19.

A publicação reforça que, para atendimento nos órgãos estaduais e acesso a eventos públicos ou privados em locais fechados, segue valendo a necessidade de comprovação da vacinação mediante apresentação do documento fornecido no momento da imunização ou do Certificado Covid, obtido por meio do aplicativo “Conecte SUS” do Ministério da Saúde.
O governador Rui Costa anunciou na manhã deste sábado (2) a liberação do uso de máscaras em ambientes abertos. No Twitter, Rui Costa afirmou que o governo recebeu um parecer técnico que permite a liberação das máscaras em espaços, como estádio de futebol. 

O decreto da liberação foi assinado nesta manhã. Na mesma hora que anuncia a flexibilização pelas redes sociais, e em um video Rui Costa retira a máscara que usa no rosto. 

“Daqui por diante, esperamos contar com vocês, para seguir com a vacinação. Vacinar é o grande remédio, é a grande solução, para gente mandar embora de vez esse vírus. Se vacine!”, conclama o governador. 

A medida permanece obrigatória para ambientes confinados, como ônibus e elevadores.

Os efeitos colaterais da covid-19 ainda estão sendo estudados pela medicina, e as constantes mutações do vírus diversificam os sintomas da doença. Por isso, uma das linhas de investigação diz respeito à saúde auditiva. Relatos de pessoas infectadas pela covid-19, analisados por cientistas, já demonstram que, além das já conhecidas sequelas como perda de olfato e de paladar, a perda de audição e o zumbido nas orelhas também podem ser causados pelo coronavírus, em pessoas sem queixas auditivas prévias; ou com piora entre aquelas que já tinham zumbido ou perda auditiva.

Foi o que comprovou um relatório do Manchester Biomedical Research Centre (BRC), no Reino Unido, depois do resultado de 24 estudos que analisaram a relação entre a covid-19 e problemas de audição. Nele, os pesquisadores concluíram que, no geral, 7,6% dos pacientes pesquisados relataram terem sofrido de perda de audição e 14,8% tiveram zumbido após contraírem o coronavírus.

Outro estudo, realizado no Reino Unido com apoio da British Tinnitus Association e da American Tinnitus Association, observou que um grande número de pessoas desenvolveu zumbido pela primeira vez ou percebeu que seus sintomas pioraram depois de se contaminarem pela covid-19. De acordo com os pesquisadores, 40% dos pacientes que tiveram sintomas do coronavírus apresentaram simultaneamente piora do zumbido.

Em termos de perda auditiva, pesquisa publicada no American Journal of Otolaryngology (EUA) investigou se portadores assintomáticos do coronavírus podiam ter prejuízos nas funções das células ciliadas da cóclea, responsáveis pela audição. Para isso, pesquisadores da South Valley University, no Egito, compararam a amplitude das Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes (EOAT) e os limiares da audiometria de tom puro entre pessoas com covid-19, mas assintomáticas, e indivíduos não infectados.

Os pesquisadores avaliaram 20 casos de pessoas diagnosticadas com covid-19 e que não apresentavam nenhum dos sintomas conhecidos da infecção viral, formando o grupo de teste. A idade dos participantes variou entre 20 e 50 anos. Os resultados mostraram que, apesar de assintomáticos, os limiares de alta frequência na audiometria e as amplitudes das EOAT foram significativamente piores no grupo de teste, apontando para prejuízos que a infecção por covid-19 pode causar nas funções das células ciliadas da cóclea.

Além disso, um relato de caso publicado no American Journal of Otolaryngology (EUA) descreveu o caso de um paciente assintomático com covid-19 que apresentou perda súbita de audição três dias após o diagnóstico positivo. Testes laboratoriais e radiológicos não mostraram qualquer anormalidade que pudesse explicar a causa da perda auditiva súbita, exceto PCR positivo para a covid-19.

Outro relato foi publicado no BMJ Journal (British Medical Journal); o primeiro de perda auditiva súbita registrado no Reino Unido. Um britânico de 45 anos, que recebeu tratamento intensivo para covid-19, percebeu zumbido e perda auditiva na orelha esquerda após ter alta da UTI. Depois de exames audiológicos, foi detectada perda de audição e realizado tratamento, mas com pouca melhora do quadro.

Os dados apontam que o coronavírus pode causar perda de diferentes graus e tipos, podendo acometer um ou as duas orelhas. Além disso, o vírus pode afetar o sistema auditivo nervoso central, com impacto direto na qualidade de compreensão de fala. Os sinais de alterações auditivas podem surgir até 12 semanas após a melhora do paciente. E essa perda auditiva pode surgir de forma súbita, com sensação de orelha tampada e/ou zumbido repentino.

"Ao primeiro sinal de desconforto, é importante procurar um médico otorrrinolaringologista ou um fonoaudiólogo o mais rápido possível, para uma avaliação audiológica completa, que inclui audiometria de altas frequências, audiometria vocal, imitanciometria e acufenometria. Esses exames vão orientar o especialista para um tratamento adequado", aconselha a fonoaudióloga Rafaella Cardoso, especialista em Audiologia e Vendas na Telex Soluções Auditivas.

É importante também manter os cuidados de prevenção. A vacinação contra a covid-19 é fundamental. Pesquisadores ligados ao Johns Hopkins Institute (Baltimore, EUA), avaliaram a relação entre vacinas contra a covid e a perda súbita da audição. Eles investigaram 147 casos de perda súbita temporária nos Estados Unidos entre pessoas que tomaram as vacinas da Pfizer ou da Moderna e concluíram: as vacinas NÃO aumentam o risco para perda súbita da audição. “Não existe associação entre a aplicação de uma vacina de RNA mensageiro contra a SARS-CoV-2 e a perda auditiva súbita", explicaram esses cientistas à revista científica JAMA Otolaryngology-Head and Neck Surgery.

Decreto publicado no Diário Oficial do Estado, nesta terça-feira (15), proíbe a realização de festas de rua em todo o território baiano, até 02 de março de 2022.  A medida inclui especialmente eventos pré-carnavalescos ou carnavalescos, previamente organizados ou espontâneos, tais como: marchinhas, blocos, fanfarras, desfiles e afins. O objetivo é evitar qualquer tipo de aglomeração e o descumprimento dos protocolos sanitários estabelecidos contra a Covid-19. 

O mesmo decreto mantém a validade até 02 de março da autorização para a realização de eventos e atividades com a presença de público de até 1.500 (mil e quinhentas) pessoas, tais como: cerimônias de casamento, eventos urbanos e rurais em logradouros públicos ou privados, eventos exclusivamente científicos e profissionais, circos, parques de exposições, solenidades de formatura, feiras, passeatas, parques de
diversões, teatros, cinemas, museus e afins.

Um outro decreto, também publicado nesta terça-feira, mantém o expediente normal nas repartições públicas do Poder Executivo Estadual nos dias 25 e 28 de fevereiro e 01 de março de 2022.

Os dois decretos foram assinados pelo governador Rui Costa e têm validade a partir da data da publicação.1

O município de Itiruçu registrou nesta quarta--feira (09) mais 22 casos de  Covid-19. segundo informações do Boletim da Secretaria de Saúde, os pacientes estavam no aguardo do resultado do exame e já cumpriram a quarentena.

Já são 1.264 casos confirmados, e 1.179 recuperados , são 61 casos ativos entre eles 01 hospitalizado. Mas 10 pessoas ainda aguardam os resultados.

Com tantos casos, a vacinação está mostrando sua eficácia, reduzido consideravelmente os casos graves e de mortes.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou a autorização de uso emergencial da associação dos anticorpos monoclonais banlanivimabe e etesevimabe para tratamento da covid-19, da empresa Eli Lilly, na sexta-feira, 4. A decisão unânime se deu pela falta de dados que comprovem a eficácia do medicamento contra a variante Ômicron - que representa quase 96% das infecções no País.

“Está autorizado somente o uso dos estoques remanescentes da pesquisa clínica ou importados antes dessa revogação, exclusivamente para os pacientes contaminados com variantes do Sars-CoV-2 sabidamente suscetíveis a esses medicamentos e sob avaliação médica”, destacou a agência, em nota.

O tratamento obteve?autorização de uso emergencial no dia 13 de maio de 2021. A indicação foi para uso em pessoa com quadro leve até moderado, com 12 anos ou mais e pelo menos 40 quilogramas. O paciente deveria apresentar ainda alto risco de progressão da doença para a forma grave ou que pudesse levar à necessidade de internação.?A administração deveria ser feita somente em ambiente hospitalar por infusão intravenosa.??

No final de janeiro, a Food and Drug Administration (FDA), agência americana equivalente à Anvisa, suspendeu o uso do tratamento da Eli Lilly e o da empresa Regeneron (casirivimabe e imdevimabe) nos Estados Unidos, por dados “fortemente” indicarem a ineficácia dos medicamento contra a cepa detectada pela primeira vez na África do Sul.

A prefeita de Itiruçu, Lorenna Di Gregório, PSD), publicou decreto de nº 08 no Diário Oficial dos Municípios de 1º de fevereiro, onde mantém algumas restrições de decretos anteriores e proíbe  a realização de eventos e atividades, tais como, festas, comemorações, shows e similares, com a presença de qualquer quantidade de pessoas, em espaços públicos, abertos ou fechados, em todo território do Município de Itiruçu/BA.

A prefeita afirmou no decreto que decidiu manter as medidas restritivas do município devido ao aumento de casos de Covid-19 no município.     Veja aqui o decreto na íntegra

Foto Wilson Novaes




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