Livro comenta Estatuto da Igualdade Racial e Combate à Intolerância Religiosa - Itiruçu Notícias
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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO


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Existem certas relíquias que o tempo faz questão de perpetuar. Passa-se o tempo e a suas lembranças continuam vivas em nossos corações...


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Livro comenta Estatuto da Igualdade Racial e Combate à Intolerância Religiosa

Por: Redação Itiruçu Notícias - quarta-feira, 6 de setembro de 2017 - 0 Comentários


Será lançado no próximo dia 14 de setembro, às 9:30h, no Foyer do Teatro Castro Alves - TCA o livro “Comentários ao Estatuto da Igualdade Racial e Combate à Intolerância Religiosa do Estado da Bahia”, uma publicação que reúne artigos de 21 autores e tem como organizadores  Cléia Costa dos Santos  e Sergio São Bernardo. Nesta obra, os autores demonstram  a pluralidade e a diversidade  de vozes que contribuíram e contribuem para a efetividade do estatuto, quer consagrou-se como  sendo a lei  da agenda das lutas de resistência .
Em suas reflexões os autores deixam claro que a Bahia deu o exemplo que é possível construir o seu arcabouço legal, de forma participativa, na medida em que, posto o projeto à discussão, o movimento social, a academia, os pensadores e articuladores sociais da pauta da igualdade substantiva foram chamados para o  debate, para as contribuições, resultando no texto avançado e pontuado de ações afirmativas.
Os comentários seguiram idêntica trajetória. Foram chamados 21 estudiosos do tema para compartilharem da análise do texto referência, marco legal e legítimo, do enfrentamento ao racismo estruturante da sociedade brasileira e baiana, verdadeiro farol no avanço das políticas públicas necessárias para a igualdade substantiva almejada.
Editado pela Ceala, o livro, segundo seus organizadores,  será também uma  fonte de pesquisa, fomentador de debates, de acesso a toda a sociedade e a compreensão que desse ponto de partida mais avanços poderão advir para o sistema normativo baiano e brasileiro.


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