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A consagrada jornalista brasileira Gloria Maria, que participou dos programas Fantástico e Globo Repórter, da TV Globo, além de ter sido repórter da emissora, morreu nesta quinta-feira, aos 73 anos, no Hospital Copa Star, no Rio de Janeiro.
Gloria foi diagnosticada com câncer de pulmão há quatro anos, que teve um tratamento bem sucedido, porém enfrentava metástases recentes do tumor no cérebro.

Em 2019, quando a jornalista foi diagnosticada com um câncer no pulmão, o tratamento com imunoterapia foi bem sucedido. O método, considerado inovador, estimula o próprio sistema imunológico para combater as células cancerígenas e, por isso, evita os efeitos colaterais por vezes graves da quimioterapia e da radioterapia. 

No mesmo ano, após sofrer um desmaio, Glória descobriu uma metástase do câncer no cérebro – quadro grave, quando as células cancerígenas progridem, entram na corrente sanguínea, e atingem outros órgãos além do original da doença. Ela realizou uma cirurgia para retirada do tumor, também bem sucedida, e continuou um tratamento com radioterapia e imunoterapia para eliminar resquícios do câncer e evitar a recorrência. 

Segundo o comunicado da TV Globo, no entanto, em meados do ano passado foram detectadas novas metástases no cérebro, o que levou a jornalista a dar início a uma nova etapa no tratamento. No entanto, a emissora diz que ele “deixou de fazer efeito nos últimos dias”, o que provocou o óbito de Glória. 

O primeiro filho do cantor Seu Jorge, 52 anos, fruto de sua relação com Karina Barbieri, nasceu no último fim de semana, em São Paulo; desde então, os dois vem enfrentando problemas para fazer o registro de nascimento do menino. É que o cantor quer que o filho se chame “Samba”, mas o cartório Jardim Paulista se negou a registrar o nome.

Nome incomum,

Nesta última terça-feira (24/01) o cartório se recusou a registrar o filho de Seu Jorge com nome do ritmo musical brasileiro. Em entrevista ao g1, a instituição afirmou que a lei permite veto a nomes que possam expor criança ao ridículo.

Seu Jorge se nega a escolher outro nome para filho

Diante da negativa, Seu Jorge e Karina acionaram os advogados e estão tentando conseguir permissão de maneira legal. Ele e a esposa se recusam a escolher outro nome para o pequeno.

O músico e a mulh3r anunciaram em outubro de 2022 que o filho se chamaria Samba. A criança nasceu no último final de semana e segue sem um documento legal de identificação.


A cantora e compositora de forró Rita de Cássia morreu nesta terça-feira (3) em Fortaleza. Rita foi internada no mesmo dia em um hospital particular da capital cearense. 
Conforme o empresário da artista, Fernando Ivo, ela faleceu em decorrência de uma fibrose cística. Rita de Cássia é conhecida como uma das principais compositoras do forró, tendo suas músicas gravadas por bandas e artistas como Mastruz com Leite, Amelinha, Aviões do Forró e Frank Aguiar. É dele composições como "Meu Vaqueiro, Meu Peão", "Saga de um Vaqueiro" e "Jeito de Amar". 

Por meio das redes sociais, artistas como a cantora Taty Girl lamentaram a morte de Rita de Cássia. "Não consigo acreditar. #ForródeLuto. Descanse minha poeta", postou.  

A atriz e cantora Lucy Alves gravou um vídeo comentando sobre Rita de Cássia. "Queria externar a minha saudade. Acho que Rita de Cássia vai deixar muita saudade pra todos nós. Uma inspiração, uma referência feminina, compositora das grandes. (...) Rita partiu, mas deixou um legado muito bonito e importante pra gente. Viva Rita de Cássia". 

Xand Avião também mostrou os sentimentos sobre a morte da cantora. "Quando chega a noite vento bate no meu rosto, saudade vem! Minha poetisa Rita de Cássia, o forró está de luto. Você será eterna em nossos corações". 
 
A banda Mastruz com Leite, que gravou vários sucessos de Rita de Cássia, prestou homenagem nas redes sociais. "Pra viver eternamente! Suas palavras, suas músicas, sua voz doce, seu sorriso aberto. Tudo isso faz parte da nossa história e serão lembrados por nós todos os dias. Obrigado por tanto, obrigado por tudo. Seu legado será eterno Rita de Cássia". 
 
O governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), também lamentou. "O Ceará e o Brasil se despedem hoje da cantora e compositora cearense Rita de Cássia, uma das maiores referências do nosso forró. (...) Que Deus conforte o coração dos familiares, amigos, e fãs por todo o país", disse." 
Conhecido por novelas como Vale Tudo (1988) e O Cravo e a Rosa (2000), Pedro Paulo Rangel morreu aos 74 anos na madrugada desta quarta-feira (21). O ator estava internado desde novembro e tratava uma doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). 
A causa da morte ainda não foi divulgada pela família. O artista estava no CTI (Centro de Tratamento Intensivo) da Casa de Saúde São José, na zona sul do Rio de Janeiro, para tratar uma descompensação do quadro de enfisema pulmonar.

No último dia 14, ele chegou a publicar uma foto no leito do hospital nas redes sociais. Rangel precisou cancelar as apresentações do espetáculo O Ator e o Lobo por causa do problema de saúde. A peça estava em cartaz na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, na zona sul da capital fluminense. 
 
O estado de saúde do ator piorou, e ele precisou ser intubado em 11 de dezembro. O artista começou a despertar após a sedação ser interrompida na semana passada, mas não resistiu. 
 
O intérprete desenvolveu a doença por causa do tabagismo. Ele parou de fumar em 1988 e descobriu o problema quatro anos depois.

A família Abravanel (Silvio Santos) após Tiago Abravanel revela no BBB22 que se sentia excluído por alguns familiares. Na época, vários membros do clã de Silvio Santos vieram a público para explicar a situação e o assunto foi meio abafado. Sendo real ou não, fato é que as coisas parecem ter mudado após um caso de polícia na familia  do dono do SBT.

Segundo informações do colunista Erlan Bastos, Cintia Abravanel, mãe de Tiago, teria sofreido uma agressão do companheiro. A própria filha de Silvio teria confirmado o caso, mas que apenas se pronunciaria na Justiça.

Depois que tudo se tornou público, em outubro, o colunista relata ter havido uma mudança de postura na família como um todo. Todos estariam empenhados em deixar as desavenças do passado para trás, se aproximando, inclusive, de Tiago. Patrícia Abravanel, que seria vista como a peça mais difícil desse quebra-cabeça, também estaria trabalhando para fornecer acolhimento para a irmã Cintia Abravanel, de 58 anos, que é mãe do cantor.

Entenda o caso

Cintia tem uma relação com Leandro Silvestre desde 2007. Em 2021, eles decidiram assinar um termo de compromisso estável, mesmo assim, cada um teria continua morando em sua própria casa.

O caso em questão teria acontecido em julho de 2022. Segundo o boletim de ocorrência, obtido por Erlan, Leandro estaria frustrado com a sua carreira de ator e teria culpado Cintia pelo fracasso. No dia, eles foram a um bar, e o agressor passou a tarde bebendo. No final da tarde, Leandro teria começado a brigar com a companheira. As agressões verbais passaram logo para tapas, socos, chutes e mordidas.

Após a situação, Leandro foi denunciado por lesão corporal. Ele, por sua vez, alega ter sido a vítima das agressões, e diz que apenas tentou se defender.

Erasmo Carlos, o Tremendão, de 81 anos, o cantor, compositor, ator e multi-instrumentista morreu nesta terça-feira, 22/11, m um hospital na Barra de Tijuca, no Rio de Janeiro.  Em outubro, Erasmo foi internado, recebeu alta, mas voltou ao hospital na noite de segunda-feira, 21. A causa oficial da morte ainda não foi divulgada oficialmente. 

Sabe-se apenas que em outubro, ele ficou internado no hospital por mais de duas semanas. Na unidade de saúde, foi diagnosticado com síndrome edemigênica. Quando estava internado, chegou a ser vítima de boatos que falavam sobre sua morte.

A síndrome edemigênica ocorre quando há excesso de líquido preso nos tecidos do corpo. Esta síndrome pode ser provocada pelo mau funcionamento dos rins, fígado ou coração, por exemplo. O tratamento dos edemas é realizado com o uso de remédios para remover o excesso de líquido. A síndrome edemigênica pode ser causada ainda por uma doença subjacente.

Erasmo Carlos, Conhecido por ser um dos pioneiros do rock brasileiro e por sua parceria com Roberto Carlos, ele deixa um grande legado para a música no Brasil. Foram 50 anos de estrada, mas de 500 canções e muitos sucessos, como “Além do Horizonte”, “É Preciso Saber Viver”, “O Bom”, que ultrapassam gerações e ficaram na memória do público.

Nascido e criado na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, Erasmo sempre foi apaixonado por música. A Bossa Nova e o rock’n’roll despertaram o artista que existia dentro dele. Na vila onde morava, o cantor aprendeu a tocar violão com Tim Maia. Mais tarde, fez parte de um grupo que tinha Tim e Roberto Carlos, mas a banda foi desfeita após uma briga entre Tim e Roberto. Erasmo e Roberto tinham muitas coisas em comum como a paixão por Elvis Presley e torcer pelo Vasco da Gama. Junto com Wanderléa e Roberto, Erasmo foi um dos principais representantes da Jovem Guarda, movimento musical e cultural dos anos 60 e 70.

Na TV Globo, o artista foi homenageado com o programa “Erasmo Convida” e chamou cantores para participarem do especial com ele em 1982. Caetano Veloso, Gal Costa, Jorge Ben Jor, Maria Bethânia, Nara Leão, Roberto Carlos entre outros estiveram com ele no palco.

Ele foi novamente homenageado em uma edição do programa Som Brasil, exibida em 2008. E no Globoplay, em comemoração aos 80 anos do cantor, Pedro Bial conversou com ele e relembrou momentos importantes de sua carreira.


Foram diversas participações do cantor em programas da Globo, como Altas Horas, Esquenta!, Encontro com Fátima Bernardes, É de Casa, Mais Você, Conversa com Bial, sendo a última no Caldeirão com Mion.

Nas novelas, ele fez parte de muitas trilhas sonoras “Locomotivas”, “Livre Pra Voar”, “Vida Nova”, “A Lua Me Disse”, “O Profeta, “Paraíso Tropical” e mais.

Um de seus últimos trabalhos foi em um streaming como ator protagonista no longa-metragem “Modo Avião”, junto com Larissa Manoela. Em fevereiro de 2021, ele lançou o álbum “O futuro pertence à... Jovem Guarda” com oito canções dos anos 60 e viajava pelo Brasil comemorando os 50 anos de carreira.


A cantora Gal Costa, um dos maiores nomes da música popular brasileira, morreu nesta quarta-feira (9), aos 77 anos. 
A causa da morte não foi informada. Gal Costa faria apresentação no festival Primavera Sound, em São Paulo, no último fim de semana. A participação foi cancelada às vésperas do evento. Sua última participação em festivais foi no Coalla Festival, em setembro deste ano em São Paulo. 
 
De acordo com a assessoria, a cantora se recuperava nas últimas três semanas de um procedimento cirúrgico nasal. Gilberto Gil, um de seus companheiros de os “Doces Bárbaros”, postou em seu perfil no Twitter sobre a morte da amiga. 

Gal Costa é considerada uma das principais referências vocais femininas de sua geração e influência para cantoras posteriores. Com postura irreverente e desafiadora, sua trajetória é marcada por reinvenções, rupturas e a particular junção do grito do rock ao canto popular. 

História de Gal Costa 

Maria da Graça Costa Penna Burgos, a Gal, nasceu em Salvador, na Bahia e começou a cantar na adolescência em festas escolares e trabalha em uma loja de discos, onde conheceu a bossa nova. 

Em 1964 ela se junta aos artistas cantores Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé e Maria Bethânia em “Nós, Por Exemplo”, show de inauguração do Teatro Vila Velha, em Salvador. No mesmo ano, ainda como Maria da Graça, gravou um disco com as faixas “Eu Vim da Bahia” e “Sim, Foi Você”. 
 
De acordo com a Enciclopédia da Música Brasileira, projeto do Itaú Cultural, depois de 1967 ela gravou duas músicas do álbum “Tropicália” ou “Panis et Circencis”, de Caetano. 
 
A capacidade de se reinventar foi uma característica marcante da cantora e sua carreira foi marcada por mudanças. A primeira delas acontece em 1968: com colar de espelhos, penteado black power e o canto agudo e provocador, Gal defende a canção “Divino Maravilhoso” no 4º Festival de Música Popular Brasileira da TV Record e fica em terceiro lugar. 

Em 1969, lançou dois álbuns, “Gal Costa” e “Gal”, com canções de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, ícones da jovem guarda. Na voz da cantora, as composições de apelo pop ganham interpretação enérgica. Ao longo do exílio de Caetano e Gil, iGal torna-se representante do tropicalismo. 

Em 1970, a cantora vai para Londres para visitar os dois músicos e, de volta ao Brasil, lança “LeGal”. O disco ao vivo “Fa-tal – Gal a Todo Vapor”, de 1971, traz músicas de Luiz Melodia (1951-2017), Roberto Carlos e Erasmo Carlos. 
 
Também tocando na questão política, a capa do álbum “Índia” traz um close da virilha da cantora, vestida com um biquíni e, na contracapa, ela aparece de seios nus. O LP foi vendido nas lojas dentro de um plástico escuro por causa da censura. 

Com o disco “Cantar”, Gal se reaproxima da MPB e muda a postura vocal, amenizando a agressividade e priorizando a voz límpida, um retorno à referência de João Gilberto. 

Em 1975, Gal, Gil, Caetano e Bethânia se reúnem para o espetáculo “Os Doces Bárbaros”, que dá origem ao disco homônimo. No mesmo ano, interpreta “Modinha para Gabriela”, do compositor Dorival Caymmi (1914-2008) e tema de abertura da adaptação do romance Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado (1912-2001). 

Menos experimentais, Gal Canta Caymmi (1975) e os dois álbuns seguintes, Caras e Bocas (1977) e Água Viva (1978), são sucessos de público. Em 1980, ela revisita a obra do compositor Ary Barroso (1903-1964) com o álbum “Aquarela do Brasil”. Com “Fantasia” (1981), alcança sucesso nas rádios com a faixa “Festa no Interior”, de Moraes Moreira (1947- 2020) e Abel Silva. 

Em 1988, recebeu o Prêmio Sharp de melhor cantora. Na década de 1990, retoma a parceria com Salomão no disco “Plural”, e em 1993, lança “O Sorriso do Gato de Alice”. No álbum “Recanto”, de 2011, Gal se reinventou novamente. O trabalho, composto e produzido por Caetano, traz um repertório com música eletrônica e o funk carioca.

“Cumprimos o doloroso dever de comunicar o falecimento de Sua Alteza Imperial e Real o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, ocorrido hoje, dia 15 de julho de 2022, na cidade de São Paulo, aos 84 anos de idade”, anunciou o perfil oficial do “Secretariado da Casa Imperial do Brasil” no Twitter.

O chefe da Casa Imperial
estava internado no Hospital Santa Catarina, na região central de São Paulo, desde 10 de junho. O estado de saúde dele era considerado irreversível pela equipe médica que o acompanhava. No período da internação, ele já teve duas passagens pela Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e, desde domingo (10), estava em um quarto. 

Dom Luiz de Orleans e Bragança era o Primogênito dos 12 filhos de Pedro Henrique de Orleans e Bragança e de sua esposa, Maria da Baviera, Dom Luiz nasceu em 6 de junho de 1938, no Balneário de Mandelieu-la-Napoule, sul da França. Sete anos após o seu nascimento, em maio de 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial, a família imperial voltou do exílio imposto após a Proclamação da República. 

 Bisneto da princesa Isabel, dom Luiz teve poliomielite na infância e foi recentemente diagnosticado com Alzheimer. O sucessor do posto de chefe da Casa Imperial é seu irmão, Dom Bertrand.


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