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Paulo Borges de Oliveira, natural de Castro Alves – BA, nascido em 18/11/1918, chegou em Itiruçu –BA, em 1950, foi comerciante juntamente com seu irmão Otávio (já falecido), na antiga rua da Lancha, hoje Moisés Almeida, mas, anos depois dedicou – se inteiramente a profissão de fotógrafo.
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EDITORIAL

A Ganância e a Discórdia a felicidade dos invejosos

Aquele que semeia a discórdia é terrível. Não gosta de ver a paz reinar em canto algum, parece que se agonia com isso.

Qual o objetivo das pessoas que agem desta forma? Será que essa atitude provoca prazer em determinadas pessoas? Ou seria o ego de pessoas invejosas que se sentem felizes provocando infelicidades.

Fazendo minhas análises sobre certas atitudes humanas percebi que pessoas infelizes são as que mais disseminam discórdias e a maior delas sempre está relacionada com algum tipo de fofoca raivosa.

Aquela que numa simples palavra já se percebe o rancor interior de quem fez. E se estivermos perto de quem fez a fofoca raivosa nota-se no semblante da pessoa um certo alívio pela maldade que provocou ou até um sorriso nos lábios achando-se vitorioso...CONTINUE LENDO


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Família suspende velório por achar que jovem ressuscitaria

Por: Redação Itiruçu Notícias - segunda-feira, 7 de janeiro de 2019 - 0 Comentários


A família de uma jovem de 23 anos que morreu na última quinta-feira (3) em Delmiro Gouveia, no sertão de Alagoas, suspendeu o velório e chegou a retirar o corpo do caixão por acreditar que ela ressuscitaria.

Inconformados com a morte de Jéssica Lima, vítima de infecção generalizada, os pais, muito religiosos, acreditaram quando outros parentes disseram que o corpo da jovem não estava gelado e rígido. Alguns disseram ter visto a mulher se mexer, segundo a polícia. Uma outra familiar, evangélica, afirmou ter feito orações e recebido a resposta de que Jéssica ressuscitaria no dia seguinte.

Dois médicos tiveram que ir até a casa da família, onde ocorria o velório, para examinar o corpo e reforçar que a jovem estava morta. Os parentes de Jéssica só concordaram em prosseguir com o enterro quando algumas partes do corpo da jovem já aparentavam estar em estágio de decomposição.

“A jovem já saiu do hospital com o laudo de morte e não havia do que duvidar, mas a família, muito ligada a princípios religiosos, acabou se agarrando a ideia de um milagre. O que pode ter acontecido, por exemplo, é o corpo ter liberado algum gás, o que é normal. E como o corpo saiu do hospital e não foi examinado no IML, quando alguns órgãos chegam a ser retirados, a impressão que eles tinham é de que o corpo estaria pronto para volta à vida”,explicou o policial civil Fabiano Menezes, da Delegacia Distrital de Delmiro Gouveia, segundo o Extra.

Após muitas discussões, Jéssica foi enterrada por volta das 17h da sexta-feira (4), oito horas após o previsto.
Reprodução/Redes Sociais / Yahoo Notícias


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