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EDITORIAL

Refletindo: Histórias da politica de Itiruçu: O Otimista

Essa quem contava era o saudoso amigo Aguinaldo Pires (Gal Pires), ex- vereador e ex-presidente da câmara de Itiruçu, grande contador de causo, que morreu há três anos em um trágico acidente na BR-116 nas imediações de Itatim – BA.
1962, ano de eleição, em Itiruçu a disputa foi entre Valdeck Almeida (UDN), candidato do ex- prefeito Zé Bonfim e Josias Duarte (PSD), apoiado por Vivaldo Bastos e pelo ex-prefeito Geir Magalhães, tinha o povoado do Upabuçu como seu reduto eleitoral. Em um comício em Upabuçu, Josias percebeu certo desânimo no eleitorado, a incerteza da vitória era flagrante.
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COLUNA Êta lê lê



Êta lê lê Segunda-feira gorda do foguetório

Ao ter suas contas aprovadas por 7 a 2 na última sessão da Câmara de Vereadores da Boa Terra, o ex-prefeito Wagner Novaes era só alegria. Como os estampidos das bombas eram ouvidos nos quatro cantos da cidade, muitos ficaram imaginando o que teria acontecido:

"Quem chegou ou está indo para Bom Jesus da Lapa?";
"Hoje é festa de que Santo?";
"Aniversário de quem?";
"Quem tá jogando hoje?"

O que muitos não sabiam, era que a festa tinha um nome, Wagner Novaes. Este celebrava a vitória em casa, já que um pouco distante, 7 edis lhe dariam a honra de aprovar as suas contas públicas.

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Família suspende velório por achar que jovem ressuscitaria

Por: Redação Itiruçu Notícias - segunda-feira, 7 de janeiro de 2019 - 0 Comentários


A família de uma jovem de 23 anos que morreu na última quinta-feira (3) em Delmiro Gouveia, no sertão de Alagoas, suspendeu o velório e chegou a retirar o corpo do caixão por acreditar que ela ressuscitaria.

Inconformados com a morte de Jéssica Lima, vítima de infecção generalizada, os pais, muito religiosos, acreditaram quando outros parentes disseram que o corpo da jovem não estava gelado e rígido. Alguns disseram ter visto a mulher se mexer, segundo a polícia. Uma outra familiar, evangélica, afirmou ter feito orações e recebido a resposta de que Jéssica ressuscitaria no dia seguinte.

Dois médicos tiveram que ir até a casa da família, onde ocorria o velório, para examinar o corpo e reforçar que a jovem estava morta. Os parentes de Jéssica só concordaram em prosseguir com o enterro quando algumas partes do corpo da jovem já aparentavam estar em estágio de decomposição.

“A jovem já saiu do hospital com o laudo de morte e não havia do que duvidar, mas a família, muito ligada a princípios religiosos, acabou se agarrando a ideia de um milagre. O que pode ter acontecido, por exemplo, é o corpo ter liberado algum gás, o que é normal. E como o corpo saiu do hospital e não foi examinado no IML, quando alguns órgãos chegam a ser retirados, a impressão que eles tinham é de que o corpo estaria pronto para volta à vida”,explicou o policial civil Fabiano Menezes, da Delegacia Distrital de Delmiro Gouveia, segundo o Extra.

Após muitas discussões, Jéssica foi enterrada por volta das 17h da sexta-feira (4), oito horas após o previsto.
Reprodução/Redes Sociais / Yahoo Notícias


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