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Itiruçu: Casa da Cultura treme enquanto se realizava reunião

Reunião é transferida ao perceber que Casa da Cultura em Itiruçu começou a tremer.  Na manhã desta sexta-feira(22) por volta das 9h...


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EDITORIAL

Refletindo: A verdadeira política do verdadeiro cristão

O Evangelho é o caminho da verdade e da vida eterna, a política é o caminho do cidadão onde interfere diretamente na sua vida terrena (ALIMENTAÇÃO, MORADIA, SAUDE, EDUCAÇÃO, ESPORTE LAZER ETC.)

O Evangelho busca a paz espiritual, quanto à política favorece ou dificulta à vida da comunidade, porém um povo evangelizado com certeza a política só faz favorecer, pois a comunidade sabe o que é o melhor para ela.
A política não se reúne em atividades partidárias, eleições, lideres etc. e sim em um conjunto de atividades que o cidadão deve sentir com o seu dever e direito de estar presente, compromisso da realidade social, não pregando discórdia e sim a união porque o cristianismo deve evangelizar na totalidade da existência humana, inclusive na dimensão da política.

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COLUNA Êta lê lê



Êta lê lê Segunda-feira gorda do foguetório

Ao ter suas contas aprovadas por 7 a 2 na última sessão da Câmara de Vereadores da Boa Terra, o ex-prefeito Wagner Novaes era só alegria. Como os estampidos das bombas eram ouvidos nos quatro cantos da cidade, muitos ficaram imaginando o que teria acontecido:

"Quem chegou ou está indo para Bom Jesus da Lapa?";
"Hoje é festa de que Santo?";
"Aniversário de quem?";
"Quem tá jogando hoje?"

O que muitos não sabiam, era que a festa tinha um nome, Wagner Novaes. Este celebrava a vitória em casa, já que um pouco distante, 7 edis lhe dariam a honra de aprovar as suas contas públicas.

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MAIS LIDAS DO MÊS


Em alta nas pesquisas, Haddad vira alvo em debate

Por: Redação Itiruçu Notícias - quarta-feira, 26 de setembro de 2018 - 0 Comentários

Ciro disse que a contradição entre PT e Bolsonaro "está levando o país para a violência".



Em crescimento nas últimas pesquisas de intenção de voto, o candidato petista Fernando Haddad tornou-se o principal alvo de debate promovido por Folha de S.Paulo, UOL e SBT nesta quarta-feira (26). Seus concorrentes Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) investiram incisivamente contra Haddad.
Além deles, compareceram Geraldo Alckmin (PSDB), Cabo Daciolo, Henrique Meirelles, Alvaro Dias e Guilherme Boulos. Bolsonaro recupera-se no hospital Albert Einstein, em São Paulo, após ter recebido facada em ato de campanha no início do mês.

No primeiro bloco do debate, em que os candidatos fizeram perguntas entre si, a interação entre Haddad e Marina foi o grande ponto de tensão.
Ao questionar Marina sobre a revogação ou não da PEC do teto de gastos e a reforma trabalhista, Haddad ouviu que o Brasil está no "fundo do poço" em função da "corrupção de PT, MDB e PSDB". Segundo a candidata, o plano dela seria recuperar a credibilidade do país desgastada pelo PT com auxílio de Michel Temer (MDB), que tornou-se uma espécie de "batata quente" dos candidatos, um atribuindo proximidade com o presidente ao outro.
"Quem botou o Temer lá foram vocês. O Temer traiu a Dilma e não conseguiria chegar lá sem a ajuda de vocês", disse Haddad, referindo-se ao apoio de Marina ao impeachment da ex-presidente."Não defendo terceirização de atividade-meio nem o teto feito pelo Temer. Engraçado você falar de impeachment depois de pedir bênção ao Renan Calheiros (MDB), que apoiou o impeachment. São dois pesos e duas medidas. O PT faz o discurso dos trabalhadores e leva o país ao buraco com o Temer", disse Marina, que foi congratulada por Ciro Gomes após a resposta.

No bloco seguinte, em que os candidatos responderam a questões de jornalistas, foi a vez do pedetista trocar farpas com Haddad. Perguntado sobre a maneira que comporia seu governo se fosse eleito, Ciro disse que "se puder governar sem o PT, eu prefiro". Ele disse reconhecer os méritos das gestões passadas do PT, mas disse que o partido ajudou a criar uma "estrutura de poder odienta, que criou essa figura horrorosa que é o Bolsonaro". Ciro disse que sabe dialogar e pode acabar com a contradição entre PT e Bolsonaro "que está levando o país para a violência".
Pouco depois, Haddad referiu-se à fala de Ciro de maneira irônica ao dizer que fora convidado pelo concorrente para ser vice de sua chapa, que então teria chamado a dupla de "dream team".
Cobrado também por sua proximidade com Lula, Haddad seguiu estratégia desenhada pelo ex-presidente de enfatizar a geração de empregos em seus discursos. Além disso, o petista também enfatizou números de sua passagem como ministro da Educação do governo Lula.
Líder nas pesquisas de intenção de voto, o ausente Bolsonaro foi lembrado apenas pontualmente. Além da citação de Ciro, outra menção relevante foi feita por Boulos, que relembrou de episódio em que o capitão reformado do Exército defendeu o direito de empresários pagarem menos a mulheres do que a homens. Com informações da Folhapress.


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