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Reunião é transferida ao perceber que Casa da Cultura em Itiruçu começou a tremer.  Na manhã desta sexta-feira(22) por volta das 9h...


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EDITORIAL

Refletindo: A verdadeira política do verdadeiro cristão

O Evangelho é o caminho da verdade e da vida eterna, a política é o caminho do cidadão onde interfere diretamente na sua vida terrena (ALIMENTAÇÃO, MORADIA, SAUDE, EDUCAÇÃO, ESPORTE LAZER ETC.)

O Evangelho busca a paz espiritual, quanto à política favorece ou dificulta à vida da comunidade, porém um povo evangelizado com certeza a política só faz favorecer, pois a comunidade sabe o que é o melhor para ela.
A política não se reúne em atividades partidárias, eleições, lideres etc. e sim em um conjunto de atividades que o cidadão deve sentir com o seu dever e direito de estar presente, compromisso da realidade social, não pregando discórdia e sim a união porque o cristianismo deve evangelizar na totalidade da existência humana, inclusive na dimensão da política.

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COLUNA Êta lê lê



Êta lê lê Segunda-feira gorda do foguetório

Ao ter suas contas aprovadas por 7 a 2 na última sessão da Câmara de Vereadores da Boa Terra, o ex-prefeito Wagner Novaes era só alegria. Como os estampidos das bombas eram ouvidos nos quatro cantos da cidade, muitos ficaram imaginando o que teria acontecido:

"Quem chegou ou está indo para Bom Jesus da Lapa?";
"Hoje é festa de que Santo?";
"Aniversário de quem?";
"Quem tá jogando hoje?"

O que muitos não sabiam, era que a festa tinha um nome, Wagner Novaes. Este celebrava a vitória em casa, já que um pouco distante, 7 edis lhe dariam a honra de aprovar as suas contas públicas.

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A tradição ou sacrificio comer peixe na "sexta-feira da Paixão"

Por: Redação Itiruçu Notícias - sexta-feira, 30 de março de 2018 - 0 Comentários

O peixe era abundante e barato, por isso comum nas refeições dos mais humildes



Em uma  época que  povo vivia em terras alheias e a carne vermelha era consumida só em banquetes, nas cortes e nas residências dos nobres. A carne tornou-se, então, símbolo da gula, associado ao pecado. Dessa forma, a Igreja orientava os fiéis a comerem carne à vontade antes da quaresma o que deu origem aos banquetes chamados “carne vale”  que muitos anos depois se tornou o carnaval. Depois se absterem de carne, durante os 40 dias que antecediam a Páscoa.
O peixe não chegou a entrar na lista da abstinência,   isto porque, na época, a carne era artigo de luxo, rara à mesa das pessoas mais pobres. O peixe, por outro lado, era abundante e barato, por isso comum nas refeições dos mais humildes. Diferente nos tempos atuais.
Com o passar dos séculos, a carne deixou de estar presente somente nos banquetes e perdeu seu caráter simbólico de pecado, mas a tradição continuou principalmente na sexta-feira da Paixão.
No Brasil e em alguns países europeus, o peixe Gadus morhua, conhecido como Bacalhau, é um dos mais consumidos nesta época do ano.
Mas há muitas interpretação pois o peixe assim como outros animais, têm sistema nervoso complexo e são plenamente capazes de sentir dor e desespero. Quando são retirados da água e mortos por asfixia e golpes de faca, é exatamente isso que eles sentem: dor e desespero.
Se respeitar o sacrifício de Jesus Cristo descrito na Bíblia inclui não causar sofrimento a quem quer que seja, o consumo de peixes, bois, gatos, galinhas, porcos, cachorros, baleias e qualquer outro animal deveria ser revisto em todos os dias do ano.



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