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Na sessão solene que marcou a abertura do Ano Judiciário de 2018, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, disse na manhã desta quinta-feira, 1, que é ”inadmissível e inaceitável desacatar a Justiça” e que sem ”Justiça não há paz”. ”Pode-se ser favorável ou desfavorável à decisão judicial pela qual se aplica o direito. Pode-se buscar reformar a decisão judicial, pelos meios legais, pelos juízos competentes. É inadmissível e inaceitável desacatar a justiça, agravá-la ou agredi-la. Justiça individual fora do Direito não é justiça, senão vingança ou ato de força pessoal”, discursou Cármen. ”Sem liberdade, não há democracia. Sem responsabilidade, não há ordem. Sem justiça, não há paz”, completou a presidente do STF... CONTINUE LENDO

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Delação faz tucanos planejar refundação do partido

Por: Redação Itiruçu Notícias - sexta-feira, 19 de maio de 2017 - 0 Comentários


O impacto da Lava Jato sobre os principais nomes do PSDB levou uma ala da cúpula tucana a planejar uma "refundação" do partido, em um movimento para recuperar a imagem da sigla até a eleição de 2018. Já que  os principais nomes do partido estão sendo atingidos pela Operação Lava Jato.

Segundo a Folha de S. Paulo, parte do comando da sigla, incluindo nomes ligados ao presidente nacional Aécio Neves, passou a defender que o PSDB reconheça “erros”, principalmente em relação ao financiamento de campanhas, e reforce compromissos éticos e bandeiras liberais. Nas últimas semanas, dois tucanos procuraram Fernando Henrique Cardoso para discutir o assunto, e o ex¬presidente, segundo esses aliados, se mostrou favorável à estratégia de “retorno às origens éticas e ideológicas”.
O PSDB foi gravemente ferido pelas suspeitas lançadas contra seus quadros na Operação Lava Jato por ter portado, desde o escândalo do mensalão, um forte discurso ético contra o PT.

Os tucanos avaliam ter perdido um eleitorado cativo, que só pode ser recuperado com o reconhecimento de erros e uma defesa enfática do combate à corrupção.
Parte dos dirigentes da sigla quer colocar o plano em marcha no segundo semestre deste ano, a tempo de amenizar o desgaste da legenda rumo às eleições de 2018.
A articulação não é consenso na cúpula do partido. Outros tucanos próximos a Aécio e o grupo do governador paulista, Geraldo Alckmin, resistem em apoiar movimentos drásticos de renovação por temerem perder espaço na estrutura partidária.


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