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Itiruçu: Casa da Cultura treme enquanto se realizava reunião

Reunião é transferida ao perceber que Casa da Cultura em Itiruçu começou a tremer.  Na manhã desta sexta-feira(22) por volta das 9h...


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EDITORIAL

Refletindo: A verdadeira política do verdadeiro cristão

O Evangelho é o caminho da verdade e da vida eterna, a política é o caminho do cidadão onde interfere diretamente na sua vida terrena (ALIMENTAÇÃO, MORADIA, SAUDE, EDUCAÇÃO, ESPORTE LAZER ETC.)

O Evangelho busca a paz espiritual, quanto à política favorece ou dificulta à vida da comunidade, porém um povo evangelizado com certeza a política só faz favorecer, pois a comunidade sabe o que é o melhor para ela.
A política não se reúne em atividades partidárias, eleições, lideres etc. e sim em um conjunto de atividades que o cidadão deve sentir com o seu dever e direito de estar presente, compromisso da realidade social, não pregando discórdia e sim a união porque o cristianismo deve evangelizar na totalidade da existência humana, inclusive na dimensão da política.

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COLUNA Êta lê lê



Êta lê lê Segunda-feira gorda do foguetório

Ao ter suas contas aprovadas por 7 a 2 na última sessão da Câmara de Vereadores da Boa Terra, o ex-prefeito Wagner Novaes era só alegria. Como os estampidos das bombas eram ouvidos nos quatro cantos da cidade, muitos ficaram imaginando o que teria acontecido:

"Quem chegou ou está indo para Bom Jesus da Lapa?";
"Hoje é festa de que Santo?";
"Aniversário de quem?";
"Quem tá jogando hoje?"

O que muitos não sabiam, era que a festa tinha um nome, Wagner Novaes. Este celebrava a vitória em casa, já que um pouco distante, 7 edis lhe dariam a honra de aprovar as suas contas públicas.

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ONG culpa modelo agrícola por desmatamento

Por: Itiruçu Notícias - sexta-feira, 19 de agosto de 2016 - 0 Comentários





O diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, Mário Mantovani, disse que a degradação de algumas áreas no Brasil, se deve, em parte, à escolha do país pelo modelo de crescimento por meio de commodities agrícolas, que saem do país nas exportações para atender à demanda de outros países por alimentos.
Dessa forma, as áreas foram se transformando em grandes plantações de milho, café e algodão, entre outros. O ambientalista disse que isso gerou um antagonismo de que o meio ambiente atrapalha. “Na Mata Atlântica, 80% [das áreas] foram abertas, deixaram essas terras para especulação, para estoque de terra, para valorização e avançaram na floresta que é pública, terra mais barata. Então, nunca se viu tamanha degradação como agora”, disse.
Mantovani disse que confia no cumprimento das metas apresentadas pelo Brasil para recuperação de florestas, mas a sociedade precisa cobrar os compromissos. “Isso não é responsabilidade mais do governo, não de ONG. É de todo o país. O país tem que assumir que isso é uma meta e a contribuição do Brasil para mudar a questão climática. A gente tem que dar um peso político, econômico, institucional nesta história. O Brasil tem um lado do seu potencial, como sempre em tudo que é de meio ambiente, mas não está conseguindo, na prática, transformar esta realidade. Tem que fazer muita campanha, muita mobilização com debates envolvendo todo mundo e tentar revirar este processo que está muito grave”. 
(Informações via Agencia Brasil)


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