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O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a botar em xeque a lisura nas eleições no Brasil e se negou, nesta segunda-feira (26), a afirmar que vai deixar o poder caso seja derrotado no pleito deste ano.

O mandatário disse que os mesmos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que tornaram o ex-presidente Lula (PT) elegível são responsáveis pela condução das eleições e afirmou que eles atuam para prejudicá-lo e também que o perseguem.

Bolsonaro participou de sabatina das eleições do Jornal da Record, que durou 40 minutos. O presidente foi o primeiro presidenciável a participar do programa. Também estão previstas as participações de Ciro Gomes (PDT), na terça-feira (27), e de Simone Tebet (MDB), na quarta (28).

O líder nas pesquisas de intenção de voto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), decidiu não comparecer, alegando compromissos de campanha e discordância com a ordem das sabatinas.

O presidente afirmou que não haverá nenhum problema após um pleito com "eleições limpas". No entanto, após ser questionado sobre como provar isso, tergiversou. Disse que não é possível mostrar que houve fraudes, assim como o "outro lado não tem como provar que o processo foi sério também". Na sequência voltou a divulgar informações, já refutadas, sobre a investigação da Polícia Federal sobre as urnas eletrônicas em 2018.

Bolsonaro foi então questionado diretamente pelo entrevistador, que afirmou ter entendido que, se ele não sair vencedor do pleito, vai questionar o resultado. Nesse momento, o presidente respondeu que iria aguardar o resultado anunciado pelo TSE, mas voltou a repetir a sua percepção de que é o favorito por causa do clima que encontra em seus atos nas ruas —apesar de estar em desvantagem nas principais pesquisas de intenção de voto, que aponta inclusive a possibilidade de eleição de Lula no primeiro turno.

Nesta segunda-feira (26), pesquisa Ipec mostrou que Lula tem 52% dos votos válidos na corrida eleitoral contra 34% do atual presidente.

"Olha, eu vou esperar o resultado [antes de decidir se vai reconhecer o resultado]. Nas ruas, eu nunca vi, eu tenho falado nos meus pronunciamentos, como falei em Campinas, que um candidato que tem 45% das intenções de votos sem poder sair às ruas, sem poder se dirigir ao público. E o que é a democracia? É a vontade popular. A gente não está vendo a vontade popular expressa nos institutos de pesquisa, em especial o Datafolha e muito menos dentro do TSE", afirmou.

O presidente também disse que é perseguido pelo TSE, que, segundo ele, age "de forma parcial" no pleito. Bolsonaro fez referência a duas decisões: uma que o proibiu de realizar lives no Palácio da Alvorada e no Palácio do Planalto e outra que determinou a retirada de outdoors com palavras com seu slogan de campanha.

Em desvantagem na disputa, Bolsonaro passou nas últimas semanas a atacar Lula e o PT em seus comícios, em particular explorando o tema corrupção. O mandatário também insiste em falas voltadas para o público feminino, onde enfrenta a maior rejeição e também depois de se ver envolvido em polêmicas.

O presidente da República voltou novamente a carga contra o Poder Judiciário e também questionou a transparência das eleições. Durante o fim de semana, chamou de "estapafúrdia" a decisão do TSE que veta lives de "cunho eleitoral" nos palácios da Alvorada e do Planalto.

Na sexta-feira (23), voltou a mencionar o ano de 1964, quando houve o golpe que implantou uma ditadura militar no país, e disse que só vai deixar o governo federal "bem lá na frente" e a partir de "eleições limpas".

Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (26), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 48% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 31% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Em relação à pesquisa anterior, de 19 de setembro, Lula foi de 47% para 48%. Bolsonaro se manteve com 31%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. O Ipec diz que o cenário é de estabilidade.

O nmeros gerais da pesquisa foram:

    Lula (PT): 48% (47% na pesquisa anterior, de 19 de setembro)
    Jair Bolsonaro (PL): 31% (31% na pesquisa anterior)
    Ciro Gomes (PDT): 6% (7% na pesquisa anterior)
    Simone Tebet (MDB): 5% (5% na pesquisa anterior)
    Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (1% na pesquisa anterior)
    Felipe d’Avila (Novo): 1% (0% na pesquisa anterior)
    Vera (PSTU): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Padre Kelmon (PTB): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Constituinte Eymael (DC): não foi citado (0% na pesquisa anterior)
    Branco/nulo: 4% (5% na pesquisa anterior)
    Não sabe/não respondeu: 4% (4% na pesquisa anterior)

Contato só os votos validos  que  excluem os votos em branco e os nulos. Lula lidera a disputa:

    Lula: 52% (52% na pesquisa anterior)
    Bolsonaro: 34% (34% na pesquisa anterior)
    Ciro: 6% (7% na pesquisa anterior)
    Tebet: 5% (5% na pesquisa anterior)
    Thronicke: 1% (1% na pesquisa anterior)
    d'Avila: 1% (0% na pesquisa anterior)

A pesquisa ouviu 3.008 pessoas em 183 cidades entre os dias 25 e 26 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob número BR-01640/2022.

Torcida do Flamengo é a preferida entre os eleitores baianos (Foto: Marcelo Cortes / Flamengo) O Flamengo é o time preferido entre os eleitores baianos. É o que garante a pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (21). De acordo com os resultados, o clube carioca aparece em primeiro lugar, com 24% da preferência. O Bahia ocupa a segunda colocação, com 19%. 
 
O tricolor soma quase o dobro de votos do rival Vitória, que aparece na terceira posição, com 10%. O rubro-negro é seguido pelo Corinthians, que ficou com 9%. overlay-clever A relação de clubes citados pelos eleitores tem ainda Palmeiras (6%), Vasco e São Paulo (4% cada). A Seleção Brasileira apareceu como a preferida de 2% dos entrevistados. Santos, Fluminense e Botafogo somaram 1% cada. Outros clubes somaram juntos 2%, enquanto 17% afirmaram não torcer para nenhuma equipe. 
 
A pesquisa Datafolha foi realizada entre os dias 19 e 21 de setembro e foi feita como parte da pesquisa de intenção de votos para o governo do estado da Bahia.

O Brasil começou avassalador e poderia ter criado uma vantagem ainda maior antes do intervalo. Marquinhos abriu o placar aos oito minutos, de cabeça, após escanteio cobrado por Raphinha. Aos 27, Richarlison ampliou pegando bonito de primeira após passe de Neymar. O Pombo voltou a marcar aos 39, quando se antecipou para cabecear em falta cobrada pelo camisa 10. Alisson praticamente não trabalhou.

É o penúltimo compromisso da equipe antes da Copa do Mundo do Qatar. Até agora foram 49 partidas de preparação, e o Brasil alcançou sua 36ª vitória , isso representa um aproveitamento superior a 80%. Em relação aos gols marcados, o time chegou a 106 e comprovou seu poder de fogo às vésperas do Mundial. Gana, aliás, é adversária possível nas oitavas de final no Qata

A expectativa para o jogo de hoje era alta, porque Tite escalou Lucas Paquetá como segundo volante, Neymar de meia central e três atacantes no time titular, Raphinha, Vini Jr e Richarlison. Um teste para uma formação ofensiva que foi chamada de 'superataque' durante a semana. Raphinha deu assistência para o gol de Marquinhos aos oito minutos do primeiro tempo e Neymar deu os passes dos gols de Richarlison aos 27 e 39.

O próximo compromisso do Brasil - que no Catar enfrentará Sérvia, Suíça e Camarões no Grupo G - é na terça-feira, também na França, contra a Tunísia, outra seleção africana que estará na Copa do Mundo - ao lado de França, Dinamarca e Austrália no Grupo D. Gana está no H, que também conta com Portugal, Uruguai e Coreia do Sul.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece liderando a disputa presidencial das eleições deste ano com 62% das intenções de votos entre os baianos, segundo dados da pesquisa Datafolha divulgados nesta quarta-feira (21).

Ainda segundo o levantamento, o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece com 20%, e Ciro Gomes (PDT) ocupa o terceiro lugar no estado, com 7% de intenções de votos.

O levantamento estimulado aponta também que Simonet Tebet (MDB) mantém 3%. Soraya Thronicke (UNIÃO) permanece com 1%.

Vera Lúcia (PSTU), Felipe d’Avila (NOVO), Léo Péricles (UP), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB) e Constituinte Eymael (DC) não pontuaram. Branco, nulos e nenhum somaram 4% , já 2% não souberam responder.

A candidata a deputada distrital Ana Cristina Valle (PP-DF), ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro, movimentou R$ 9,3 milhões em operações financeiras entre março de 2019 e janeiro de 2022 e realizou transações atípicas, aponta a Polícia Federal ao analisar um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão de combate à lavagem de dinheiro.  A informação é do jornal O Globo.

O documento foi utilizado para fundamentar um pedido à Justiça Federal para investigar uma transferência bancária realizada por Ana Cristina na compra de uma mansão em Brasília avaliada em R$ 2,9 milhões.

De acordo com o jornal, no período em que movimentou R$ 9,3 milhões, a candidata a deputada distrital atuou como assessora do vereador Renan Marassi (PL), ainda em Resende, no Rio de Janeiro, e depois como auxiliar parlamentar da deputada federal Celina Leão (PP-DF), desta vez em Brasília, e com salário líquido de R$ 6.200.

Em junho deste ano, ela deixou a sua função no Congresso para concorrer às eleições. Durante esse período, Ana Cristina recebeu R$ 4,2 milhões em suas contas bancárias e removeu delas R$ 4,3 milhões.

Na avaliação da PF, a movimentação financeira da ex-mulher do presidente não é compatível com a sua fonte de renda na época.  Com base nisso, a corporação solicitou autorização judicial para investigar Ana Cristina, que adquiriu um imóvel milionário na capital federal.


Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (12), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 46% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 31% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Em relação ao levantamento anterior do Ipec, de 5 de setembro, Lula oscilou dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para cima ou para baixo --antes, tinha 44%; Bolsonaro se manteve com o mesmo percentual de então.

Segundo o Ipec, o resultado indica um cenário de estabilidade na disputa.

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 7% das intenções. Na pesquisa anterior, ele tinha 8% --também uma oscilação dentro da margem de erro. Simone Tebet (MDB) se manteve com os 4% do Ipec da semana passada.

Felipe d'Avila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) se mantiveram com 1%. Vera (PSTU), Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB) foram citados, mas não chegam a 1% cada um. Pablo Marçal (Pros) deixou de constar no levantamento do Ipec porque o TSE indeferiu a candidatura dele.

    Lula (PT): 46% (44% na pesquisa anterior, em 5 de setembro)
    Jair Bolsonaro (PL): 31% (31% na pesquisa anterior)
    Ciro Gomes (PDT): 7% (8% na pesquisa anterior)
    Simone Tebet (MDB): 4% (4% na pesquisa anterior)
    Felipe d’Avila (Novo): 1% (1% na pesquisa anterior)
    Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (1% na pesquisa anterior)
    Vera (PSTU): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Padre Kelmon (PTB): 0% (não estava na pesquisa anterior)
    Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Branco/nulo: 6% (6% na pesquisa anterior)
    Não sabe/não respondeu: 4% (5% na pesquisa anterior)

Votos válidos excluem os votos em branco e os nulos. Lula lidera a disputa:

    Lula (PT): 51% (50% na pesquisa anterior, de 5 de setembro)
    Bolsonaro (PL): 35% (35% na pesquisa anterior)
    Ciro (PDT): 8% (9% na pesquisa anterior)
    Tebet (MDB): 4% (4% na pesquisa anterior)
    d'Avila (Novo): 1% (1% na pesquisa anterior)
    Thronicke (União Brasil): 1% (1% na pesquisa anterior)

A pesquisa ouviu 2.512 pessoas entre os dias 9 e 11 de setembro em 158 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01390/2022.

Volante campeão da Copa do Mundo em 2002 com a seleção brasileira poderá ser preso por não pagamento de pensão alimentícia.

Vampeta é um dos personagens mais emblemáticos do futebol brasileiro desde o seu surgimento, seja por conta das suas histórias, pelas suas declarações, ou pelas suas polêmicas (que não são poucas) fora de campo.

Dessa vez, o ex-jogador campeão do Mundo com o Brasil e ídolo de equipes como Corinthians e Vitória, se envolve em uma situação famíliar complicada. E mais uma vez envolve as suas filhas.

Acontece que as filhas do jogador foram a justiça mais uma vez por conta de atraso na pensão. As filhas do atleta, realizaram um pedido de prisão contra o ex-jogador e agora comentarista, por conta de atrasos nas parcelas de pensão alimentícia. Vampeta foi acionado a pagar R$ 495.646,99 em dívidas de pensão para as suas duas filhas pela 5ª Vara Cível de Barueri, isso em dezembro de 2018.

O processo teve seu ínicio em 2018, quando ainda eram menores de idade. Na época, os valores eram em torno de R$ 61mil.

Segundo informações do site, G1, Vampeta estaria devendo valores de parcelas entre R$ 8.463 a R$ 12.092, que ficaram em atraso desde setembro de 2018. A escola que as meninas estudavam quando menores também move ação contra Vampeta por atraso de pagamento na mensalidade escolar.

A defesa das filhas pediu que a Justiça encaminhe um documento para a rádio Jovem Pan, onde o ex-volante presta serviço, para que a dívida seja descontada de seu salário até atingir o valor devido total.

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