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Com estoque zerado de vacinas contra covid-19 para crianças em algumas capitais, o Ministério da Saúde informou, nesta sexta-feira, que está em contato com a fabricante para antecipar a chegada de novas remessas antes do final deste mês de janeiro.

A secretária de Vigilância em Saúde do Ministério, Ethel Maciel, disse que recebeu a pasta com estoque zerado para o público infantil.

Segundo a secretária, a expectativa é receber, até o final do mês, 4,5 milhões de doses para crianças de 5 a 11 anos e 3,2 milhões de doses para crianças na faixa de 6 meses a 4 anos.

Cidades como Belo Horizonte, Salvador e Fortaleza já estão com estoque zerado de vacinas pediátricas para covid-19. Em Belo Horizonte, a Secretaria Municipal de Saúde informou que a última remessa foi enviada no último dia 21 de novembro. Em Porto Alegre, as doses pediátricas também estão no fim.

A secretária Ethel Maciel garantiu que o contrato de vacinas com a indústria nacional deve ser retomado.

A chefe da Vigilância em Saúde disse ainda que será retirado o sigilo sobre as informações da CTAI, a Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19, instância responsável por avaliar a situação da vacina contra o coronavírus no Brasil.

Diante do novo cenário da pandemia com surgimento de nova variante e carnaval se aproximando, o Ministério vai discutir a antecipação da campanha contra a covid-19, marcada para começar junto com a campanha contra a gripe.

A secretária Ethel Maciel afirmou ainda que a cobertura atual é considerada preocupante, uma vez que menos de 50% do público-alvo recebeu as duas doses, além da primeira dose de reforço.

 

As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 43.085 novos casos de covid-19 em 24 horas em todo o país. Nesse período, foram confirmadas 158 mortes por complicações associadas à doença. Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta segunda-feira (19), com exceção das informações do Mato Grosso do Sul, que não foram divulgadas.

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 35.945.063.

O número de casos de covid-19 em acompanhamento está em 643.954. O termo é usado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não resultaram em alta, nem em óbito.

Com os números de hoje, o total de mortes chegou a 692.041, desde o início da pandemia. Ainda há 3.197 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre a causa ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 34.609.068 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 96,3% dos infectados desde o início da pandemia.

O governo da Bahia anunciou na noite desta segunda-feira (28), a publicação de um decreto que determina as circunstâncias nas quais estará restabelecida a obrigatoriedade do uso de máscaras.

A medida, autorizada pelo governador Rui Costa, será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), na edição de terça-feira (29), quando entra em vigor em todo o território baiano. 

De acordo com o governo, o objetivo é conter a disseminação do coronavírus após o aumento dos casos de Covid-19 e Rui Costa já havia informado sobre a análise da volta do uso do equipamento de proteção. 

O uso de máscaras voltará a ser obrigatório em transportes públicos, como trens, metrô, ônibus, lanchas e ferry-boat, e seus respectivos locais de acesso, como estações de embarque; em salões de beleza e centros de estética; em bares, restaurantes, lanchonetes e demais estabelecimentos similares; em templos para atos religiosos litúrgicos; em escolas e universidades; em ambientes fechados, tais como teatros, cinemas, museus, parques de exposições e espaços congêneres.
 
Eventos de diversas modalidades seguem com realização autorizada. No entanto, volta a ser exigido o uso de máscara e comprovação de vacina para que haja controle de acesso e venda de ingressos. 
 
A comprovação de vacinação, em todos os casos em que é solicitada, será feita mediante apresentação do documento fornecido no momento da imunização ou do Certificado Covid-19, obtido por meio do aplicativo "CONECT SUS". 
 
A necessidade da demonstração de vacinação será obrigatória também para o acesso a quaisquer prédios públicos, nos quais se situem órgãos, entidades e unidades administrativas. 
 
Os atendimentos presenciais no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e no Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) ficam condicionados à comprovação da vacinação e à obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção. 

Mais de 1 mil pessoas se inscreveram para participar dos ensaios clínicos do primeiro imunizante totalmente desenvolvido no Brasil contra a covid-19

Os estudos clínicos em seres humanos da SpiN-Tec MCTI UFMG, primeira vacina contra a covid-19 desenvolvida com tecnologia e insumos totalmente nacionais e financiada por instituições brasileiras,  iniciou nesta sexta-feira (25), na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte (MG). O secretário de Pesquisa e Formação Científica do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcelo Morales, fará a aplicação da dose no(a) primeiro voluntário(a).
 
A SpiN-Tec MCTI UFMG foi desenvolvida no Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da UFMG em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz em Minas Gerais (Fiocruz Minas), com investimentos de cerca de R$16 milhões do MCTI, por meio da RedeVírus, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), para as etapas de ensaios pré-clínicos e clínicos de fase 1 e 2. O projeto também recebeu recursos de outras instituições (ver detalhamento abaixo).
 
“Esse é mais um passo relevante do Brasil na direção de ter uma cadeia nacional de produção de imunobiológicos. O Ministério da Ciência e Tecnologia atua como fomentador desse desenvolvimento para que o resultado final dessas pesquisas possa ser revertido em autonomia nacional para a produção própria e atende às necessidades do sistema nacional de saúde”, afirma o ministro Paulo Alvim.

Os testes clínicos serão realizados em três fases. As duas primeiras fases ocorrerão em Belo Horizonte: a primeira com 72 voluntários e a segunda com 360. Os testes serão realizados no modelo duplo-cego: parte dos voluntários integra um grupo controle, que receberá a vacina da AstraZeneca. Durante o estudo, cada participante ficará em acompanhamento por um ano. Após a conclusão das fases 1 e 2, o grupo que desenvolve a SpiN-Tec MCTI UFMG enviará os relatórios do estudo para a Anvisa e solicitará autorização para a terceira e última etapa dos testes, que reunirá de quatro a cinco mil voluntários de várias partes do Brasil.

As pesquisas para o desenvolvimento da vacina foram iniciadas em novembro de 2020. O antígeno (substância que desencadeia a produção de anticorpos) da SpiN-Tec MCTI UFMG inclui duas proteínas do vírus SARS-CoV-2, causador da covid-19. Uma é a proteína Spike (S) e a outra é o nucleocapsídeo (N), o que explica o nome SpiN.
 





 

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Após meses sem casos de covid 19, as pessoas voltaram a sentir o alivio e a liberdade de poder respirar ar puro, de voltar a pegar na mão, abraçar, sem o medo de contrair a doença. Todavia o vírus maléfico retornou e com isso todas essas coisas tão humanas, como um aperto de mão, um abraço, voltou a ficar perigoso.

Sabemos que o vírus se transmite pelo ar, mas principalmente pelo contato direto com objetos infectados ou com pessoas portadoras do vírus. 

O que dificulta, é um simples espirro, um coriza, uma dor de cabeça, um mal estar, sintomas de um resfriado, pode ser o coronavirus que agora tem suas variantes mais contagiosas, mas que devido a vacina pode apresentar sintomas mais fracos em muitos, porém continua sendo perigoso para idosos, obesos, ou pessoas doentes.

Em Itiruçu, o coronavirus está ativo em 6 pessoas da comunidade, segundo dados da Secretaria de Saúde, divulgada pela ASCOM. Isso pois fizeram testes. 

Fora do teste a situação pode ser diferente, pior, pode haver mais pessoas, já que muitas pessoas se autodiagnosticam como um simples resfriado e não fazem testes, nem usam máscaras, sendo assim um portal de transmissão para outras pessoas.      
                         
A Secretaria de Saúde de Itiruçu iniciou, esta semana, a vacinação contra a Covid-19 em crianças de seis meses a dois anos. 

A aplicação da vacina ocorre na Unidades Básicas de Saúde (UBS) Magalhãoes Neto, das 8h30min às 16h, de segunda a sexta-feira.

O esquema vacinal para as crianças será de três doses. Já o intervalo entre a primeira e a segunda dose é de quatro semanas. A pasta ainda detalhou que a dose de reforço será aplicada após oito semanas.

Ainda conforme o órgão municipal, a criança deve estar acompanhada dos pais ou de um adulto responsável no momento da vacinação. É preciso apresentar os documentos de identidade e cartão do Sistema Único de Saúde (SUS), além da caderneta de vacinação.

Pela primeira vez, após as festa juninas , a Secretaria Municipal da Saúde  de Itiruçu não tem nenhum caso de Covid-19 ativo ou suspeito sendo monitorado.  Mesmo assim,  alerta as pessoas que devem continuar seguindo as orientações básicas quanto aos cuidados necessários para evitar a proliferação da Covid-19.

De acordo com o boletim epidemiológico desta segunda-feira(1), não há pessoas em tratamento domiciliar ou internadas com covid-19.

Zerar o número de casos é sempre animador e mostra que as medidas de prevenção e controle da doença estão dando resultados.  Provavelmente apareça novos casos, mas um dos principais fatores principais é a vacinação que pode controlar o surgimento de novos casos, e quando surgir de  maneira branda sem grandes gravidades.

Boletim Epidemiológico de 01 de agosto:

Confirmados – 1.604
Recuperados- 1.579
Ativos – 00
Monitorados – 00
Hospitalizados – 00
Óbitos – 25

A vacinação em Itiruçu chega a cerca de 85% da população  que tornou a primeira dose, sendo que na segunda dose foram aproximadamente 72% e 47% na primeira dose de reforço e 8,79 a segunda dose de reforço segundo informações da SESAB em seu boletim de 22/07/2022.

O municipio ainda tem 15% da população resistente a vacinação, aderindo ao negacionismo, e contra a vida.  Colocando as vidas dos seus familiares e população em geral.

Vacina não impede de contrair Covid-19,  no entanto, os casos (raros) de pessoas que ficam doentes mesmo após tomar as duas doses de algum dos imunizantes disponíveis não significam que eles não funcionem. Isso pode acontecer porque nenhuma vacina disponível no mundo atualmente tem eficácia de 100% contra o vírus Sars-CoV-2, ou seja, não impede que o indivíduo seja infectado e passe a doença para outras pessoas. Mas elas são eficazes de evitar os casos graves da doença, que levam à intubação e à morte.





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