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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO

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Relator rejeita recurso do Tucano Azeredo contra condenação

Por: Redação Itiruçu Notícias - terça-feira, 24 de abril de 2018 - 0 Comentários

 Mensalão do PSDB tem o primeiro condenado depois de  10 anos



O relator do recurso da defesa do ex-governador Eduardo Azeredo na 5ª Câmara Criminal do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), Júlio César Lorens, rejeitou os embargos infringentes que tentavam anular a condenação de 20 anos e um mês contra o político pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro no caso que ficou conhecido como mensalão tucano. A 5ª Câmara Criminal do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) negou, por três votos a dois, o recurso nesta terça-feira (24).
Os desembargadores Pedro Vergara e Adilson Lamounier concordaram com o relator. Já Alexandre Victor de Carvalho e Eduardo Machado votaram a favor do recurso do ex-governador.
Para o relator, as investigações sobre o caso mostram que Azeredo não foi apenas beneficiário do esquema que desviou recursos de estatais mineiras para sua campanha à reeleição em 1998. Lorens sustenta que Azeredo foi um dos autores intelectuais do esquema. "Foi um dos autores intelectuais dos delitos, pois engendrou plano delituoso com os demais agentes o qual foi colocado em prática com ampla divisão de tarefas. Assim, tinha poder de decisão sobre a prática dos atos, portando-se como autor e, em consequência, deve ser, por eles, responsabilizado", disse o desembargador.
Em agosto de 2017, Azeredo foi condenado a 20 anos e um mês de prisão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Onze anos depois da primeira denúncia sobre o mensalão tucano, nenhum político do partido foi preso.
Segundo a denúncia, feita em 2007 pela PGR (Procuradoria-Geral da República), ele teria feito parte do esquema que desviava verbas públicas de empresas estatais de Minas Gerais para abastecer o caixa de sua campanha à reeleição como governador em 1998. Parte dos recursos teria sido desviada por meio de contratos de patrocínios para eventos esportivos.
Em fevereiro de 2014, quando Azeredo ainda era deputado federal e tinha foro privilegiado, a PGR pediu a condenação do tucano por 22 anos de prisão. Poucos dias depois, Azeredo renunciou ao cargo.
A renúncia foi vista como uma manobra para atrasar o julgamento do caso, pois, ao deixar o cargo, Azeredo também perdeu o foro privilegiado e o processo teve que ser reiniciado, passando para a primeira instância da Justiça estadual de Minas Gerais.
Em dezembro de 2015, ele foi condenado em primeira instância a 20 anos e dez meses de prisão. Ele recorreu em liberdade. Em agosto de 2017, o TJMG manteve a condenação de Azeredo com uma redução de nove meses no total da pena.
A  defesa ainda pode recorrer da decisão desta terça-feira. Azeredo, que não estava no TJ, poderá aguardar o julgamento do recurso em liberdade.


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