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EDITORIAL

Refletindo: A verdadeira política do verdadeiro cristão

O Evangelho é o caminho da verdade e da vida eterna, a política é o caminho do cidadão onde interfere diretamente na sua vida terrena (ALIMENTAÇÃO, MORADIA, SAUDE, EDUCAÇÃO, ESPORTE LAZER ETC.)
O Evangelho busca a paz espiritual, quanto à política favorece ou dificulta à vida da comunidade, porém um povo evangelizado com certeza a política só faz favorecer, pois a comunidade sabe o que é o melhor para ela.
A política não se reúne em atividades partidárias, eleições, lideres etc. e sim em um conjunto de atividades que o cidadão deve sentir com o seu dever e direito de estar presente, compromisso da realidade social, não pregando discórdia e sim a união porque o cristianismo deve evangelizar na totalidade da existência humana, inclusive na dimensão da política.

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Relator rejeita recurso do Tucano Azeredo contra condenação

Por: Redação Itiruçu Notícias - terça-feira, 24 de abril de 2018 - 0 Comentários

 Mensalão do PSDB tem o primeiro condenado depois de  10 anos



O relator do recurso da defesa do ex-governador Eduardo Azeredo na 5ª Câmara Criminal do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), Júlio César Lorens, rejeitou os embargos infringentes que tentavam anular a condenação de 20 anos e um mês contra o político pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro no caso que ficou conhecido como mensalão tucano. A 5ª Câmara Criminal do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) negou, por três votos a dois, o recurso nesta terça-feira (24).
Os desembargadores Pedro Vergara e Adilson Lamounier concordaram com o relator. Já Alexandre Victor de Carvalho e Eduardo Machado votaram a favor do recurso do ex-governador.
Para o relator, as investigações sobre o caso mostram que Azeredo não foi apenas beneficiário do esquema que desviou recursos de estatais mineiras para sua campanha à reeleição em 1998. Lorens sustenta que Azeredo foi um dos autores intelectuais do esquema. "Foi um dos autores intelectuais dos delitos, pois engendrou plano delituoso com os demais agentes o qual foi colocado em prática com ampla divisão de tarefas. Assim, tinha poder de decisão sobre a prática dos atos, portando-se como autor e, em consequência, deve ser, por eles, responsabilizado", disse o desembargador.
Em agosto de 2017, Azeredo foi condenado a 20 anos e um mês de prisão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Onze anos depois da primeira denúncia sobre o mensalão tucano, nenhum político do partido foi preso.
Segundo a denúncia, feita em 2007 pela PGR (Procuradoria-Geral da República), ele teria feito parte do esquema que desviava verbas públicas de empresas estatais de Minas Gerais para abastecer o caixa de sua campanha à reeleição como governador em 1998. Parte dos recursos teria sido desviada por meio de contratos de patrocínios para eventos esportivos.
Em fevereiro de 2014, quando Azeredo ainda era deputado federal e tinha foro privilegiado, a PGR pediu a condenação do tucano por 22 anos de prisão. Poucos dias depois, Azeredo renunciou ao cargo.
A renúncia foi vista como uma manobra para atrasar o julgamento do caso, pois, ao deixar o cargo, Azeredo também perdeu o foro privilegiado e o processo teve que ser reiniciado, passando para a primeira instância da Justiça estadual de Minas Gerais.
Em dezembro de 2015, ele foi condenado em primeira instância a 20 anos e dez meses de prisão. Ele recorreu em liberdade. Em agosto de 2017, o TJMG manteve a condenação de Azeredo com uma redução de nove meses no total da pena.
A  defesa ainda pode recorrer da decisão desta terça-feira. Azeredo, que não estava no TJ, poderá aguardar o julgamento do recurso em liberdade.


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