Coluna Joselito Froes: Deja do Acarajé - Itiruçu Notícias
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EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO


COLUNISTAS



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Existem certas relíquias que o tempo faz questão de perpetuar. Passa-se o tempo e a suas lembranças continuam vivas em nossos corações...


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Coluna Joselito Froes: Deja do Acarajé

Por: Redação Itiruçu Notícias - domingo, 23 de julho de 2017 - 0 Comentários


Lembrar de Deja é regressar a década de 80, quando no final de todas as tardes, ela armava o seu tabuleiro na esquina do Bar de Tico e ali vendia os seus quitutes (acarajé) banhados ao azeite.
A praça Vivaldo Bastos nesta época, ainda era a veia propulsora do comércio na Boa Terra. Telebahia, Armarinho de Elza, Praça de Táxi (Dante, Janjão, Nilton e outros), a barraca de Mário Moraes, a padaria de Juca Nunes e ao fundo musical, o som que ecoava do Supermercado Bom Preço (de Carlos Bitencourt) que na época era a voz da cidade com os seus potentes altos falantes (um pra cada lado) e de lá, ouvia-se também, os pedidos de um gostoso acarajé. Uns sem vatapá, outros com pimenta e assim, a vida ía seguindo. Hoje esfria-se o azeite e recolhe-se o tabuleiro, deixando na memória o gosto da saudade de quem trouxe para tão perto, os valores culinários da Bahia, o acarajé de Deja de Deja do Acarajé
     Por Joselito Fróes
Radialista, poeta, compositor
 Foto reprodução

* Deja do acarajé faleceu neste domingo dia 23 de julho de 2017, e seu corpo será sepultado na manhã desta segunda-feira ás 10hs00min no cemitério municipal em Itiruçu.(Redação do Itiruçu Notícias)


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