FPI resgata 1031 animais silvestres no oeste da Bahia e apreende 17 armas usadas na caça predatória
A 40ª Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) foi encerrada ontem (28) com uma audiência pública realizada no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, em Ibotirama/BA. Nesta edição do Programa, que é coordenado pelo Ministério Público da Bahia (MP/BA) e conta com a participação de mais de trinta órgãos, os trabalhos aconteceram na região oeste do estado.
A 40ª Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) foi encerrada ontem (28) com uma audiência pública realizada no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, em Ibotirama/BA. Nesta edição do Programa, que é coordenado pelo Ministério Público da Bahia (MP/BA) e conta com a participação de mais de trinta órgãos, os trabalhos aconteceram na região oeste do estado.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF), em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), com o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV/BA) e com a ONG Animallia, realizou o enfrentamento à caça, à venda e à criação ilegal de animais silvestres. No período da Operação, que começou no último dia 18, seis municípios foram visitados e fiscalizados. Em Ibotirama, Ipupiara, Paratinga, Brotas de Macaúbas, Oliveira dos Brejinhos e Muquém do São Francisco, 1031 animais silvestres foram resgatados.
Os exemplares mais comuns em cativeiro eram das espécies Cardeal, Estêvão e Papa-capim. Porém, foram encontrados também pássaros mais raros como Curió e Pintassilgo, já raros em liberdade por conta da prática da captura. Além das aves, foram resgatados dois veados, um mico, dois tatus, cinco jabutis, sete cotias e 28 caititus.
A maioria das pessoas que mantinham os animais em cativeiro efetuou a entrega voluntária aos agentes fiscalizadores. Porém, em residências e estabelecimentos em que havia características de tráfico ou maus-tratos, foram lavrados Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) pela PRF e autos de infração do IBAMA. Foram 17 TCOs e 14 autos.
Durante as incursões, os agentes apreenderam 17 espingardas utilizadas na caça predatória de animais silvestres, sendo a maioria cartucheiras e "socadeiras".
Liberdade
A maioria das pessoas que mantinham os animais em cativeiro efetuou a entrega voluntária aos agentes fiscalizadores. Porém, em residências e estabelecimentos em que havia características de tráfico ou maus-tratos, foram lavrados Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) pela PRF e autos de infração do IBAMA. Foram 17 TCOs e 14 autos.
Durante as incursões, os agentes apreenderam 17 espingardas utilizadas na caça predatória de animais silvestres, sendo a maioria cartucheiras e "socadeiras".
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