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O tempo urge e as memórias ficam, para revela a sua história. Recebi do amigo poeta Claudio Fernandes uma lembrança dos primeiros passos na área da informação. Na época não tinha internet, blogs, redes sociais, sites muito mesmo WhatsApp, mas já naquela época dávamos os primeiros passos na área da comunicação escrita. CONTINUE LENDO

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Trabalhadores é regastado em situação de trabalho escravo

Por: Itiruçu Notícias - - sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016 - 0 Comentários



A Polícia Rodoviária Federal (PRF) participou de uma força-tarefa que libertou seis homens que eram mantidos em condições análogas à escravidão na zona rural do município de Riachão das Neves, localizado no oeste da Bahia. A Operação, denominada Trabalho Legal, foi realizada entre os dias 14 e 19 de fevereiro após denúncia recebida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT)

Apesar do pagamento das rescisões, o fazendeiro recusou-se a indenizar a sociedade pelo crime cometido. O Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Defensoria Pública da União (DPU) vão mover uma ação civil pública na Justiça do Trabalho de Barreiras. O procurador do trabalho Ilan Fonseca estima que o pedido de indenização a ser paga pela Fazenda para a sociedade será de R$ 1 milhão.

Os empregados dormiam em alojamentos improvisados, sem energia elétrica e água potável, sem sanitários, condições mínimas de higiene. Eles também não tiveram as carteiras de trabalho assinadas. Além disso, aplicavam agrotóxicos sem qualquer tipo de treinamento e sem os EPIs adequados. A carne que consumiam era conservada em sal e ficava dependurada em um varal ao relento, informou Mário Diniz, auditor-fiscal do trabalho da Superintendência Regional do Trabalho da Bahia.

Os trabalhadores foram contratados há uma semana por Sandiney Ferreira de Souza, proprietário da Agropecuária Aroeira do Oeste, para desmatar a área que seria utilizada para criação de gado para corte bovino em uma vila a cerca de 40 km do centro de Riachão das Neves. Por cada árvore derrubada e transformada em toco para cerca, os trabalhadores tinham a promessa de receber R$ 3.

Em razão da precariedade do alojamento, os trabalhadores foram retirados do local e conduzidos pela Polícia Rodoviária Federal, retornando às suas casas com segurança, explica Marcus França, inspetor da PRF.
Informações PRF


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