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PSOL criticou a política de ajuste fiscal e o avanço conservador



O PSOL exibiu na noite desta terça-feira, 1º de setembro, em cadeia nacional de rádio e televisão, o seu primeiro programa político de 2015. Durante dez minutos, os parlamentares do PSOL - deputados Chico Alencar (RJ), Ivan Valente (SP), Jean Wyllys (RJ) e Edmilson Rodrigues (PA) e o senador Randolfe Rodrigues (AP) -, e a presidente da Fundação Lauro Campos e candidata à Presidência da República em 2014, Luciana Genro, falaram da necessidade de uma nova forma de se fazer política, em que sejam respeitadas as diferenças e os direitos da população e também combatido o avanço conservador, em especial no Congresso Nacional. Eles também apresentaram o posicionamento do PSOL em relação à política de ajuste fiscal e de retirada de direitos, adotada pelo governo da presidente Dilma Rousseff.

Também participaram do programa lideranças e militantes dos movimentos sociais, como de moradia, de mulheres, LGBT, sindical e estudantil. "O PSOL mostrou que é possível fazer política de forma independente. Nós somos o único partido que elegeu parlamentares sem dinheiro das empreiteiras corruptas”, afirma Luciana Genro, logo no início do programa.

“O senhor Eduardo Cunha representa o que tem de pior na política brasileira hoje. O que tem de pior e mais atrasado. Representa o retrocesso, do retrocesso, do retrocesso”, critica Randolfe Rodrigues, senador pelo PSOL do Amapá, ao reforçar a luta do partido contra o avanço conservador.

Também enfatizando a crítica aos presidentes da Câmara e do Senado, o líder do partido, deputado Chico Alencar questiona: “Alguém que se torna réu continuar com funções de mando, na Câmara dos Deputados, no Senado. Nós não achamos isso normal”.


A coordenadora do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Maria das Dores, liderança da Ocupação Oziel Alves, em São Paulo, está entre as militantes sociais que tiveram participação no programa do PSOL. Ela destacou o apoio do partido à luta dos trabalhadores por moradia. “A gente separa a questão de partido e movimento. Mas, na luta que agrega a classe trabalhadora, aí o PSOL é nosso parceiro”, afirmou.

Sônia Guajajara, liderança indígena de Arariboa, no Maranhão, também falou da atuação da bancada do PSOL contra o agronegócio e em defesa dos direitos dos povos indígenas e tradicionais. “Nós viemos mostrar a nossa cara para o país e para o mundo e dizer que os nossos territórios não podem ser utilizados como moeda de troca para conter a crise econômica do país. Sem território não tem como existir povos indígenas. E nós temos tido um apoio forte de toda a bancada do PSOL dentro do Congresso Nacional”, pontuou.

Também participaram do programa o secretário-geral da Intersindical, Central da Classe Trabalhadora, Edson Silva Índio; o militante LGBT em São Paulo, Todd Tomorrow; a estudante de Uberlândia-MG, Camila Souza; a estudante de Macapá e militante do movimento de mulheres negras, Brena Tavares; e a advogada em São Paulo, Isa Penna.

Neto Oliveira

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