O piloto militar que o grupo jihadista Estado Islâmico afirma ter queimado vivo, em vídeo divulgado hoje, foi morto em 3 de janeiro, disse a televisão oficial da Jordânia. Nos últimos dias, o governo jordaniano pediu provas de que o piloto Maaz Al Kassasbeh estava vivo para libertar, em troca, uma jihadista iraquiana detida no país e cuja libertação o grupo extremista exigia.
O vídeo, segundo agências internacionais, mostra um homem, apresentado como Kassasbeh, envolto em chamas dentro de uma cela metálica. A autenticidade das imagens não foi confirmada até o momento. A última vez que o piloto apareceu vivo foi em um vídeo no qual estava também o jornalista japonês Kenji Goto, cuja execução foi anunciada sábado (31).
O vídeo, segundo agências internacionais, mostra um homem, apresentado como Kassasbeh, envolto em chamas dentro de uma cela metálica. A autenticidade das imagens não foi confirmada até o momento. A última vez que o piloto apareceu vivo foi em um vídeo no qual estava também o jornalista japonês Kenji Goto, cuja execução foi anunciada sábado (31).
Fonte EBC


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