Estudantes e professores, continuam realizando manifestos reivindicando que o ensino médio continue no Colégio Municipal Antônio Francisco de Souza em Itiruçu. Nesta manha o manifesto se dirigiu a Câmara Municipal onde ficou por pouco tempo e logo depois realizarão passeata pela principais ruas do centro da cidade. Para entender esta situação deve-se ter o conhecimento sobre a municipalização das escolas do ensino fundamental. A municipalização do ensino Fundamental que iniciou desde 1998 com o intuito de aperfeiçoar os mecanismos de distribuição de responsabilidades entre Estado e municípios, criou o Programa de Ação de Parceria Educacional Estado-Município, através do Decreto n° 7.254 de 20/03/1998, posteriormente alterado pelo decreto n° 7.685 de 08/10/1999, permitindo o início do processo de municipalização do ensino fundamental., baseado na Constituição Federal de 1988, no seu Art. 211 e a Lei de Diretrizes e Bases 9394/96, a qual define que os Municípios incumbir-se-ão de: oferecer à educação infantil em creches e pré-escolas, e, com prioridade, o ensino fundamental permitindo a atuação em outros níveis de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento do ensino.
De acordo informações apuradas e divulgadas na mídia local a direção da escola Estadual Maria Cândida Fontoura revelaram que a escola tem condições de acolher os alunos do ensino Médio, mas os professores, alunos e professores do CMAFS, contestam a posição dos gestores da Escola Estadual.
“O Maria Cândida foi construído no início dos anos 80 em uma Unidade H, que era para o ensino fundamental I, de 1º a 4º série, depois conseguiram transformar para fundamental II de 5º a 8º série. Hoje querem transformar em segundo Grau, em salas que não cabem 30 alunos”. afirma um professor.
“O Maria Cândida foi construído no início dos anos 80 em uma Unidade H, que era para o ensino fundamental I, de 1º a 4º série, depois conseguiram transformar para fundamental II de 5º a 8º série. Hoje querem transformar em segundo Grau, em salas que não cabem 30 alunos”. afirma um professor.
Neste imbróglio dá transparecer que há mais interesses além do conforto, da aprendizagem e do bem estar do estudantes, pois é notório que há uma certa rivalidade entre as duas escolas. Não cabe a ninguém julgar, quem está errado ou certo, a única certeza, é quem está perdendo são alunos que ainda estão sem aulas já que o ano letivo do estado e do município iniciou desde o dia 10 de março e alunos.


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