Com o objetivo de atender a crescente demanda da indústria de óleo e gás do pré-sal e do pós-sal e a revitalização da indústria naval, o empreendimento deve gerar mais de 3 mil empregos diretos. A previsão de investimentos é de R$ 2 bilhões.
“A partir da extraordinária oportunidade que se apresenta ao Brasil, é imprescindível a criação de polos produtivos em proximidade com estaleiros. É o que a Bahia está fazendo. Temos em curso o Estaleiro do Paraguaçu e queremos implantar um polo que forneça suprimentos e fomente o setor”, disse o secretário da Casa Civil, Rui Costa, responsável pelo monitoramento da obra do Estaleiro.
A principal finalidade do Polo 2 de Julho é a produção de materiais e equipamentos para o Estaleiro do Paraguaçu. As empresas que se instalarão no complexo serão selecionadas a partir da identificação das principais cadeias de produção e da infraestrutura a ser implantada na região. Assim, as indústrias que comporão o complexo serão forjarias, fundições, indústrias de metal mecânica, sistemas e fornecedores, produzindo módulos de acomodação naval, de processo de tratamento e outros.
De acordo com o documento, o Estado assumirá obrigações de fornecer a infraestrutura externa necessária para o desenvolvimento das atividades do polo, como água, esgoto, acesso e, ainda, benefícios fiscais para as empresas investidoras no Polo 2 de Julho.
Ascom - Casa Civil



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