O advogado Bruno Di Filippo teria sido agredido na noite de sábado (15) dentro da Delegacia de Polícia Civil por Policiais Militar de Lajedo do Tabocal. Ele acompanhava clientes que foram conduzidos para delegacia por serem suspeitos de participar de um tumulto em um evento que comemorava o 24º aniversário da cidade de Lajedo do Tabocal. No momento do tumulto o próprio advogado teria chamado os policias para conter os ânimos do envolvidos.O advogado ao chegar à delegacia se identificou com documentos, solicitando a entrada para acompanhamento dos detidos. De acordo com o advogado, ele buscava assistir e acompanhar o procedimento dos policiais em relação aos detidos, que eram seus clientes. Porém ao tentar entrar no recinto policial, ele foi impedido e passou a ser agredido verbalmente pelos policiais. Impedindo o advogado de atuar no seu exercício de direito. “A polícia foi de uma truculência inexplicável, injustificável”, comenta Dr. Bruno.
“Após isso, um dos detidos ser liberado, eu questionei sobre o outro, mas um dos PMs disse que eu já estava "enchendo o saco", me ameaçando dizendo que era a última chance que eu tinha para sair do local. No momento em que chegou outro PM, e ao me ver novamente próximo ao seu colega, me agrediu com tapas no rosto e me arrastou para dentro da delegacia onde as agressões continuaram, isso tudo mesmo após ter apresentado a carteira de advogado”, afirmou o advogado.
O caso foi levado à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ao Comando da Polícia Militar na região e a Secretaria da Segurança Pública.
(Foto Itiruçu Online)



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