A determinação com que o PT baiano se entrega ao direito de indicar o candidato do governo à sucessão de Jaques Wagner tem, além dos interesses próprios do exercício do poder estadual, um fator regional de ampla significação, analisa observador da política nacional.
É que, sem esse privilégio, o partido corre o paradoxal risco de não ter, a partir de 2015, um único governador no Nordeste, região em que a presidente Dilma Rousseff foi campeã de votos e na qual ostenta até hoje o maior índice de aprovação.
De fato, desde “lá de cima”, situação não favorece os petistas. No Maranhão, mesmo que o PT local apoie Flávio Dino (PCdoB), o governo federal estará com o candidato do intocável grupo do senador José Sarney, provavelmente o ministro Edison Lobão.
No Piauí, a prioridade é do governador Wilson Martins (PSB), ainda que o senador Wellington Dias (PT), que ficou fora do segundo turno para a Prefeitura de Teresina em 2012, venha a concorrer.
( Por Escrito)




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