A câmara de vereadores de Itiruçu iniciou seus trabalhos na ultima segunda-feira (01) com sessão dupla. Primeiramente foi realizada a sessão solene de abertura dos trabalhos do segundo semestre e logo após iniciada 1ª sessão ordinária que entre outros assuntos iria tratar sobre o projeto de lei “carta branca”, ou seja, autorização para a Prefeitura firma convênio ou contrato até o dia 31 de dezembro 2011. De certo modo antecipando o recesso dos vereadores. Este projeto lei autorizava a prefeitura municipal celebrar convênio e contratos com órgãos do governo estadual federal, municipal, autarquia, fundações, empresa privada, empresa de economia mista entre outras. O projeto foi rejeitado pela câmara por 6 votos a 3.
Calçamento de Ruas incluída no “PAC 2” já tinham sido liberados pelo Ministério do Turismo
O prefeito Carlos Martinelli Iervese (PT) de Itiruçu tentou aprovar com urgência na ultima segunda-feira (01) o projeto lei que liberava a prefeitura fazer um “empréstimo consignado” de mais de três milhões de reais através da caixa econômica Federal. Mas a câmara de vereadores de Itiruçu achou procedente leva o projeto para comissões , já que o projeto era inconsistente. O projeto não indicava onde e nem com seria feitos os gastos, e qual os valores seriam pagos. O vereador Diógenes Serra disse que “o Prefeito falou mais na Radio, cuja tem o poder e pode fala a qualquer hora, mais no projeto não tinha os dados necessários”. O Vereador Emerson (PP) solicitou o prefeito o projeto das obras com valores detalhados. O prefeito sempre existia em fala sobre dos calçamentos principalmente do Graciliano Fraga, e foi indagado pelo Presidente da câmara Robson Mauro (DEM) que disse que o calçamento das ruas do Graciliano Fraga já tinha convênio liberado pelo Ministério de Turismo. O prefeito concordou com o presidente e disse que esta verba seria para o calçamento de apenas 5 ruas , porem o prefeito demonstrando está mal informado, foi contestado pelo vereador Josevi Umburanas (PMDB), revelando que na verdade são nove ruas do Bairro que já foram contempladas com a obras desde dezembro de 2010 e até agora não iniciou. O prefeito culpou uma funcionaria por ter colocado estas ruas no projeto. Como sempre a corda quebrou do lado do mais fraco. Ainda consternado o vereador Vilberto Scaldaferri (PR) que disse “se aprovasse este protesto de 3 milhões e pouco, onde 9 ruas já estava em outro convênio seria difícil prova que agente não era ladrão? . Como iríamos explicar que aprovamos um projeto deste”. O projeto no final foi para comissões que tem um prazo de quinze dias podendo ser estendido por mais 15. Caso seja aprovada estes milhões deverão ser usados no próximo ano nas vésperas das eleições.




Nenhum comentário: