O Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual Infanto-Juvenil (18 de maio) será marcado, na Bahia, por diversas ações programadas pela Polícia Civil para a próxima semana (16 a 20). O propósito é coibir essa prática delituosa e mobilizar a sociedade para o enfrentamento de qualquer tipo de violência contra crianças e adolescentes. Palestras, distribuição de panfletos informativos e fiscalização estão entre as atividades agendadas. “Exploração sexual infanto-juvenil é crime e dá cadeia”, advertem os folders e cartazes que serão distribuídos nesta segunda-feira (16), na Praça da Piedade, por servidores da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca). A titular da unidade, delegada Diana Marise de Carvalho Teixeira Lima, fará no mesmo dia palestra sobre ‘Possibilidades e Limites da Rede de Proteção na Violência Sexual’, às 14h30, no Auditório do Distrito de Segurança Pública de Periperi (Disep), no Subúrbio Ferroviário. No mesmo local e na tarde do mesmo dia, a diretora do Projeto Viver, Débora Cohim, abordará o tema ‘Violência Sexual contra Criança e Adolescente Como podemos ajudar?’. Serviço oferecido pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) para atendimento a pessoas em situação de violência sexual, o Viver - instalado no andar térreo do Instituto Medico Legal Nina Rodrigues, na Avenida Centenário – tem crianças e adolescentes como parte de sua clientela. As duas palestras serão coordenadas pela Academia da Polícia Civil (Acadepol). O Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual Infanto-Juvenil foi criado no ano 2000 por Lei Federal. E lembra o dia 18 de maio de 1973, quando um crime bárbaro contra uma criança comoveu o País. Araceli Cabrera Sanches, uma menina de 8 anos, foi sequestrada, drogada, espancada, estuprada e assassinada em Vitória, capital do Espírito Santo.
(Com informações da Agecom Bahia)



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