Coluna Joselito Fróes: Êta lê lê! : O Bar São Jorge - Itiruçu Notícias
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EDITORIAL

Lembranças de Tom Scaldaferri: "Parece que foi ontem"


Da última vez que estive em Itiruçu, fiz questão de beber uma gelada no BAR SÃO JORGE!
Cortei uma prosa com meu grande amigo Valdo, e tive o prazer de relembrar aqueles velhos tempos nos anos 70 e 80!
Agora, fui além nas minhas lembranças quando revivi também os tempos de Seu Lior (pai de Marina e Gildenor), de Afonso e do meu tio Raimundo Scaldaferri! CONTINUE LENDO


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Coluna Joselito Fróes: Êta lê lê! : O Bar São Jorge

Existem certas relíquias que o tempo faz questão de perpetuar. Passa-se o tempo e a suas lembranças continuam vivas em nossos corações...


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Coluna Joselito Fróes: Êta lê lê! : O Bar São Jorge

Por: Redação Itiruçu Notícias - quarta-feira, 27 de dezembro de 2017 - 0 Comentários


Existem certas relíquias que o tempo faz questão de perpetuar. Passa-se o tempo e a suas lembranças continuam vivas em nossos corações. Se por acaso eu falar que estive no Bar São Jorge na minha Boa Terra, certamente muitos iriam perguntar onde fica ou se é um novo point. Mas se eu falar Bar de Seu Valdo, a memória funcionará como um GPS e nos levará direto ao centro da nossa cidade.
Pois é! O tempo pode até mudar certos conceitos, mas não mudará certos valores.
Mesmo antes de Caetano imortalizar as Avenidas Ipiranga e São João, o Bar de Seu Valdo ja imortalizava as ruas Romeu Silva, Pedro Alves Ribeiro (Rua das Flores) e Presidente Vargas (Rua da Presidência).
Quem nunca foi até a esquina do Bar de Seu Valdo, para olhar se o carro de Adroaldo estava na porta ou se Gau Pires estava numa roda de amigos contando os seus causos?
Quem nunca foi até a esquina do Bar de Seu Valdo  para olhar a movimentação da feira ou até mesmo, ver se Dante Reis (taxista) estava na Praça?
Quem nunca olhou de dentro do Bar de Seu Valdo as idas e vindas de Luís Gomes, a movimentação nos Correios, Mardoquel e as suas famosas ferramentas de pedreiro, a simplicidade de Genival Coutinho e Bute caminhando apressado ao encontro ao Bar de Dazinho?
Quem nunca provou dos doces e salgados de Dona Maria? Seus pastéis, banana real, sonhos, quibes e tantas outras delícias que ainda dão água na boca.
Quem nunca ganhou os seus trocadinhos e ía correndo até o Bar de Seu Valdo, comprar "bomboins" e chicletes num baleiro de vidro giratório que ficava no balcão?
Quem nunca deu uma giratória em seus bancos aos pés do balcão?
Quem nunca jogou ou admirou uma partida de sinucão?
Quem nunca foi atendido por Ju ou Nino, mesmo com Seu Valdo presente?
Quem nunca foi pegar uma cerveja ou tomar "um jiló" no Bar de Seu Valdo?
Quem nunca ficou esperando a boate de Vilmar Brandão abrir recostado nas paredes do Bar de Seu Valdo?
Pois é! Muitas coisas mudaram com o tempo, mas o Bar São Jorge  mesmo com algumas mudanças, continua lá. Hoje já não tem os bancos giratórios, os sinucas, os quitutes de Dona Maria, mas continua a excelência e a essência de Seu Valdo, que ainda reúne os amigos numa boa prosa e numa boa biriba.

Lembranças boas da minha Boa Terra!

É como diz o poeta cearense Ednardo na música - Na Minha Terra:

"Trago da minha cidade
Tudo o que lá deixei
Dentro do bolso a saudade
E na mala o que sei..."


     Por Joselito Fróes
Radialista, poeta, compositor
 Foto Reprodução


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