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Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO

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Jornal: presidente do PSG ofereceu € 1 milhão para Cavani abrir mão dos pênaltis

Por: Redação Itiruçu Notícias - segunda-feira, 25 de setembro de 2017 - 0 Comentários


O presidente do Paris Saint-Germain, Nasser Al-Khelaifi, teria oferecido 1 milhão de euros, o equivalente a cerca de R$ 3,7 milhões, para que Cavani abrisse mão das cobranças de pênalti. E o uruguaio, irritado com a proposta, a recusou. As informações são do jornal “El País”.
De acordo com o jornal espanhol, que cita “fontes próximas ao PSG”, Nasser enviou um intermediário para apresentar sua oferta a Cavani. Em contrato, está previsto o pagamento de 1 milhão de euros caso o atacante seja o artilheiro do Campeonato Francês. A proposta, portanto, consistia no pagamento desse valor mesmo sem a liderança na estatística.
Contrariado com a atitude de Nasser, o centroavante teria justificado a negativa à proposta argumentando que havia conquistado com méritos o direito de cobrar os pênaltis da equipe.
Diante da reação do uruguaio, ainda segundo o “El País”, o presidente do PSG teria então abordado Neymar com o objetivo de apaziguar a crise no vestiário. Ao brasileiro, argumentou que a estrela do time poderia conceder a responsabilidade das cobranças de pênalti a Cavani, que vive de gols. Mas o brasileiro “não compreendeu essa lógica”.
Além disso, a maioria do elenco do Paris Saint-Germain teria ficado ao lado de Cavani no episódio. Daniel Alves seria um dos poucos a favor de Neymar no vestiário. O jornal ainda diz que o jantar organizado pelo lateral brasileiro com o objetivo de conciliar os companheiros de equipe “teria sido tão animado quanto um funeral”.


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