Mais de 10 seguranças espancam família em festa em Jequié - Itiruçu Notícias
Arrow
Cores da Saúde: Julho Amarelo alerta sobre câncer nos ossos



Passeio Cicloturismo de Itiruçu


EDITORIAL

Reflexão do sofrimento superado pela Fé

As lágrimas escorrem como sangue de uma ferida, difícil de estancar.
As batidas do coração doem a cada pulsação.
O olhar que não encontra uma saída nem mesmo alguém que possa compreender, quando se está no chão.
Não há uma mão pra te levantar, mas várias para te empurra no abismo. Apagar a luz no fim do túnel com um sopro para que não enxergue a saída.
Mas com tua em fé em Deus, louvai, porque ele é bom
Em Salmos 107.06 diz “E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.”
Pois Deus conhece as duas dores e os seus sofrimento .
Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a maldade tapará a boca.
Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as bondades do Senhor. Salmos 107:42,43 CONTINUE LENDO


COLUNISTAS



Coluna Joselito Fróes: Êta lê lê! : O Bar São Jorge

Existem certas relíquias que o tempo faz questão de perpetuar. Passa-se o tempo e a suas lembranças continuam vivas em nossos corações...


MAIS LIDAS DO MÊS


Mais de 10 seguranças espancam família em festa em Jequié

Por: Itiruçu Notícias - quarta-feira, 28 de dezembro de 2016 - 0 Comentários


A festa Jequié Sunset, que aconteceu neste último domingo (25/12), na cidade de Jequié, há 360 km de Salvador, acabou em agressão e revolta para a família da psicóloga Maria Carolina Sampaio.
Segundo ela, ao final da última banda, enquanto conversava com alguns amigos, um dos seguranças se aproximou e, de forma autoritária, pediu para que o grupo deixasse o local.
“Eu, pedi para esperar um pouco porque meu marido estava distante e ele vinha em minha direção. Foi quando tudo começou. Eles começaram a empurrar meu cunhado com força e gritar comigo e com minha irmã: ‘anda, vagabunda’”, contou Carolina, que ficou em estado de choque.
 “Eles derrubaram meu cunhado no chão e começaram a chutar. Em seguida dei conta que minha irmã estava sendo agredida e logo depois vieram em cima de mim. Tentaram socar meu rosto. Me puxaram pelo braço a força e tentaram me imobilizar. Foram pra cima da minha irmã, socaram o rosto dela de murro”, completou a psicóloga.

Carolina conta que no momento em que seu marido tentou defendê-la, apareceram mais 10 ‘seguranças’ e se identificaram como policiais militares e, a partir daí, a confusão foi ainda maior. O grupo espancou o marido e o cunhado de Maria Carolina.
“Derrubaram meu marido no chão e chutaram ele. Chutaram a cabeça do meu marido e de meu cunhado. A costela, o braço. Eu só ouvia: ‘vocês vão morrer’. Nunca tive tanto medo na vida”, desabafou.
A irmã de Maria Carolina, a advogada Maria Clara Sampaio está com a boca desfigurada e o tórax bastante machucado. O cunhado e marido de Maria Carolina têm hematomas pelo corpo.

A organização do evento divulgou uma nota, segun do a qual "está tomando medidas para averiguar com rigor os fatos ocorridos inclusive junto às autoridades competentes".
Os organizadores do evento pediram para que todas as partes envolvidas procurassem a polícia no sentido de prestar depoimento e disseram estar acompanhando "de perto a apuração do fato". 
Informações Tribuna da Bahia/fotos reprodução


Não se esqueça de ler isso também ...

Nenhum comentário:

Deixe seu comentário

Os comentários não representam a opinião do Itiruçu Notícias; a responsabilidade é do autor da mensagem.

PARCEIROS



 photo GS-SOMgif_zpszfpbff8c.gif
 photo GS-SOMgif_zpszfpbff8c.gif



São Pedro 2018

Melhores momentos - Por Wilson Novaes