Notícias do Vale
NED TV
🔴 NED TV ONLINE
▶ Últimos vídeos publicados automaticamente no canal
Notícias da Bahia
Notícias do Brasil
O delegado Maurício Luciano, da 17ª DP (São Cristóvão), chegou por volta das 16h desta sexta-feira (14) na sede do Ministério Público do Rio para entregar à promotora Vera Regina de Almeida o inquérito que apurou a morte do cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade, de 49 anos.
O delegado indiciou o tatuador Fábio Raposo e o auxiliar de serviços gerais Caio Silva de Souza, ambos de 22 anos, pelos crimes de explosão e homicídio doloso (com intenção de matar) qualificado por uso de artefato explosivo.
Se condenados, cada um pode pegar até 35 anos de prisão. O delegado também pediu a conversão da prisão temporária por 30 dias de ambos para prisão preventiva, a fim de que os dois permaneçam presos até o julgamento. Caio Silva de Souza e Fábio Raposo, presos temporariamente no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, no Rio de Janeiro.
A promotora tem prazo de cinco dias para analisar o inquérito e decidir se oferece denúncia à Justiça ou se devolve o inquérito à Polícia Civil requerendo novas diligências.
O advogado Jonas Tadeu Nunes afirmou ao Portal G1 que vai pedir a anulação do inquérito. Ele esteve no presídio na tarde desta sexta, para saber por que Caio mudou sua versão inicial e negou ter acendido o rojão. De acordo com Nunes, Caio disse a ele que foi acordado na madrugada por seis policiais que o convenceram a dar um novo depoimento. "Considero que todo inquérito está viciado. Houve um constrangimento ilegal e a custódia temporária dele não tem mais sentido", afirmou Tadeu ao G1.
Nesta quinta-feira (14), o advogado falou sobre a intenção de continuar defendendo tanto Fábio Raposo quanto Caio de Souza. Nunes sustenta a tese de que os jovens agiram juntos e, portanto, devem responder juntos ao processo, com a mesma defesa.
Uma nova pílula apelidada de “Viagra feminino” chega às lojas inglesas este mês com a promessa de aumentar significativamente o prazer sexual das mulheres. À base de ervas, a pílula chamada Lady Prelox contém um extrato de casca de pinheiro francês chamado Pycnogenol e vai custar o equivalente a R$ 132 por 60 comprimidos cor de rosa, o correspondente a um mês de tratamento, já que a indicação é tomar dois comprimidos por dia.
O fabricante da Lady Prelox, Nord Pharma, afirma que seu produto “aumenta a libido e a excitação em mulheres”, pois “estimula o fluxo sanguíneo para os órgãos reprodutivos, bem como o cérebro”.
Na Itália, cientistas conduziram um pequeno estudo com 40 voluntários entre 40 e 50 anos e um outro grupo de mulheres entre 37 e 45 anos. Os dois grupos relataram melhora na vida sexual depois de oito semanas.
O presidente da Associação de Aconselhamento Sexual, Graham Jackson, cardiologista dos hospitais St Thomas, em Londres, disse ao “Daily Mail” que a teoria por trás das pílulas de Lady Prelox podem estar corretas. "Sabemos que em homens a disfunção sexual é basicamente um problema vascular. Não temos evidências concretas disso em mulheres ainda, mas pode haver uma relação"disse Jackson. As pílulas não são afrodisíacas, se não houver desejo pelo parceiro nenhuma pílula funcionará.
A obstetra e ginecologista Andy Heeps, no entanto, se diz cética quanto ao assunto: "Disfunção sexual feminina é uma área complexa. Não há uma única causa, então não há solução mágica".
Lady Prelox é a versão feminina do Prelox, para os homens. Lançado em 2010, as vendas anuais de Prelox na Europa já batem os 10 milhões de libras.
Um guindaste das obras da estação Adolfo Pinheiro, na Linha 5-Lilás do Metrô, caiu no início da noite desta sexta-feira (14), mas o acidente, segundo o Corpo de Bombeiros, ninguém ficou ferido.
A estação foi parcialmente inaugurada pelo governador Geraldo Alckmin na última quarta-feira. (12) e está em fase de testes. A assessoria do Metrô confirmou que não houve vítimas nem prejuízo às obras.
Imagens Record
Uma planilha obtida pelo site de VEJA revela, pela primeira vez, nomes de políticos e autoridades do Rio de Janeiro que doaram dinheiro ao grupo Black Bloc, responsável por protagonizar cenas de depredação e vandalismo em manifestações pelo país. A lista cita dois vereadores do PSOL, um delegado de polícia e um juiz.
O repasse de dinheiro por políticos e autoridades não configura ilegalidade. Porém, as doações são um caminho para identificar o elo entre políticos e os mascarados que aparecem na linha de frente quando os protestos degeneram em tumulto e confusão.
A contabilidade da planilha a que o site de VEJA teve acesso se refere a um ato realizado pelo grupo no dia 24 de dezembro, batizado "Mais amor, menos capital". A manifestação – convocada como um ato cultural – não terminou em vandalismo, como outras organizadas pelo mesmo grupo. Mas a lista de doadores sugere ligações entre autoridades e militantes. A tabela foi repassada por Elisa Quadros, conhecida como Sininho, em um grupo fechado do Facebook.
Neste documento, aparecem os nomes dos vereadores Jefferson Moura (PSOL) e Renato Cinco (PSOL), apontados como doadores de 400 reais e 300 reais, respectivamente. O juiz João Damasceno aparece como doador de 100 reais, e o delegado Orlando Zaccone, de 200 reais.
Na planilha, além de Sininho, outros nomes aparecem como arrecadadores: Paula, Rosi, Julinho e Pâmela. Também há menções a duas colaborações do grupo cracker Anonymous, que divulga manifestações na internet e invade sites.
Quando as menções a doações de vereadores começaram a surgir nas redes sociais, Sininho se irritou. "Eles deram dinheiro, sim, e não foi nenhum segredo, teve reuniões e isso foi discutido e questionado", escreveu ela no Facebook. "Eles doaram como civis e não políticos."
a discussão ocorreu na página do Facebook chamada de "Censura Negada". Um dos administradores das postagens é identificado no mundo virtual como Dik ou Dikvigari Vignole. O nome dele no mundo real: Caio Silva de Souza. É o jovem que disparou o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade.
O suspeitos de financiar os manifestos admitem as doações:
A assessoria de Jefferson Moura admitiu que a doação mencionada na planilha partiu de funcionários do gabinete do parlamentar.
O delegado Zaccone confirmou ter doado 200 reais, mas disse que o dinheiro não era destinado aos Black Blocs.
O juiz Damasceno negou ter contribuído financeiramente "para qualquer manifestação ou entidade da sociedade civil que as convoque".
A assessoria do vereador Renato Cinco informou que ele está fora do Rio de Janeiro, em viagem. Em nota, confirmou a doação feita, mas negou que os 300 reais tenham sido destinados a black blocs. Veja relação dos doadores completa AQUI
(Informações Via o site Veja)
A baiana Idacélia Spínola Matos, 32 anos, conhecida como Guina, foi encontrada morta dentro do banheiro com uma corda enrolada no pescoço, no último sábado (8), em São Paulo.
Familiares da vítima, que é natural de Brumado, contam que ela havia viajado com o marido, conhecido como João de Dudu, e com dois filhos para a cidade de São José do Rio Preto, em São Paulo.
Segundo informações , o motivo da viagem seria a venda de uma residência do casal, eles iriam dividir os bens, já que a relação tinha chegado ao fim por ciúme do marido.
Segundo a polícia, João é o principal suspeito de ter cometido o crime. O corpo foi transferido para o município de Guanambi.
Um homem identificado como Fabio Fonseca, conhecido popularmente como “Sabão” foi assassinado na tarde desta terça-feira (11) no bairro Barro Vermelho em Itaberaba.
Segundo informações, o crime foi cometido por sua companheira, que desferiu um golpe de faca na barriga da vítima. Fábio chegou a ser socorrido ainda com vida para um hospital local e em seguida, transferido, não resistiu aos ferimentos e morreu.
A suspeita pelo crime chegou a ser ouvida pela policia e liberada.
(Itaberaba Notícias)
Um estranho acontecimento chamou a atenção dos moradores do povoado de Tapiraípe, no município de Ruy Barbosa, no centro-norte da Bahia. Segundo os moradores, um porco nasceu com uma aparência totalmente inusitada, para alguns, o animal tem traços humanos no rosto, o que faz a população acreditar que se trata de um ser hibrido, resultado do cruzamento de um humano com a porca. Se é uma mutação ou algum outro tipo de variação da espécie, ainda não apareceu nenhuma explicação, mas o animal tem chamado atenção de toda cidade. Populares expuseram o animal morto e não há informações se o porco nasceu vivo ou já morto.
A Prefeitura de Itiruçu anunciou nesta quinta-feira (13) o nome do Jornalista e blogueiro Edivan Rocha dos Santos como o novo assessor de Comunicação. O posto desde então era ocupado interinamente pelo chefe de gabinete, Ivan Cerqueira.
Conhecido por todos como Ed Santos no perfil de seu Blog ele destaca uma frase "A informação é um passo primordial para lutarmos por um ideal justo".
Além de escrever em seu blog Ed
Santos trabalhava Itiruçu FM 104,9 com o programa jornalístico Giro Total de segunda a sexta-feira.
Santos trabalhava Itiruçu FM 104,9 com o programa jornalístico Giro Total de segunda a sexta-feira.
A nomeação foi publicada nesta quinta-feira (13) no Diário Oficial do Município
O advogado Jonas Tadeu, que defende Caio Silva de Souza, disse à Folha na tarde desta quarta-feira (12) que o seu cliente e outros jovens recebiam pelo menos R$ 150 por cada protesto que participavam no Rio, como o da última quinta-feira (6), que resultou na morte do cinegrafista Santiago Andrade, 49, após ser atingido por um rojão.
Segundo Tadeu, o pagamento vem de um esquema, no qual estão envolvidos políticos, para promover "quebra-quebra" nas manifestações.
O advogado enfatizou que o rapaz preso vive numa "situação miserável, não no sentido de ser um monstro, um criminoso, mas no sentido de sua situação financeira, no sentido da pobreza extrema em que ele vive”.
Segundo informações Caio teria revelado que tem pessoas nos protestos que distribui quentinhas pra grupos de pessoas nos protestos e nos protestos também são distribuídas pedras e outros artefatos.
A morte do cinegrafista é apenas ponta do iceberg, que se for investigado profundamente, e honestamente, com certeza os culpado pela esta desordem que paira sobre o país serão descobertos. Se, serão punidos, ai é sonhar com uma realidade ainda distante. Mas Acreditemos mais um a vez, pois ainda há esperança.
A Polícia Civil de São Paulo informou nesta quinta-feira já ter identificado e fichado ao menos 300 black blocs que teriam atuado em protestos na capital paulista desde o final de 2013. A informação é do vice-delegado geral da corporação, Wagner Giudice, conforme o qual “não há nenhum indício” de pagamento a integrantes dessas manifestações – como alegado, por exemplo, em relação a black blocs do Rio.
De acordo com Giudice, que também dirige o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), o inquérito que apura a ação do Black Bloc em São Paulo identificou que os 300 investigados pelo órgão possuem "liderança difusa" e "um perfil muito diverso".
"Existe uma liderança difusa; é uma molecada que fala pela internet, através de jogos, inclusive, e principalmente pelo Facebook - que foi notificado há quatro meses para nos informar quem são os donos das páginas (vinculadas aos perfis do Black Bloc), mas alega obedecer às leis americanas, não as brasileiras, para resistir bravamente a responder. Isso está travando nossa investigação, porque é dali que saem comandos para os diversos ataques", afirmou o delegado.
Para Giudice, que ano passado já comparou a ação do Black Bloc à de grupos criminosos, é necessário "responsabilizá-los como associação criminosa, tal qual roubo a banco", uma vez que "planejam a ação e a executam".
"Mas são pessoas de pouca formação política, de história; às vezes, mal sabem por que estão ali", comentou. Sobre indício de pagamento para participação em protestos, o delegado refutou a possibilidade: "Ainda não conseguimos detectar esse tipo de evento, nem sei se essa alegação usada no Rio é verdadeira. Sei de grupos que se organizaram para chegar junto em protestos, mas que tenham recebido subsídio de entidade, nenhuma pessoa confirmou que aconteça. Isso (a informação sobre pagamento) foi uma surpresa para mim", admitiu.
Ao lado do comandante-geral da PM paulista, Benedito Meira, o diretor do Deic participou de uma palestra sobre rolezinhos pelo 1º Fórum Brasileiro de Shoppings Centers, realizado nesta quinta-feira em São Paulo. Na ocasião, Giudice afastou a hipótese de ação dos black blocs nos rolezinhos.
"Não notei essa tendência de black blocs em shoppings, nem pelas conversas (rastreadas) pela internet, nem pelas pessoas com quem eu falei”, afirmou o delegado, que justificou: "Porque os shoppings têm saídas e entradas estreitas e muitas câmeras. Nesse ambiente, os black blocs seriam muito mais facilmente identificados", concluiu.
(Terra)













