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O Ministério Público Federal (MPF) monitora manifestações antidemocráticas contra o resultado da eleição em pelo menos 17 Estados e no Distrito Federal. O objetivo é identificar os financiadores dos acampamentos organizados próximo a quartéis do Exército.

A padronização de bandeiras, a instalação de banheiros químicos e a distribuição de comidas chamou a atenção dos procuradores nos últimos dias.

Há pelo menos outras quatro frentes de investigação:

. Violações de direitos ao impedir o direito de ir e vir dos cidadãos;

. Uso de mulheres, crianças e idosos como escudo humano para evitar ações policiais;

. Discurso de ódio e gestos nazistas;

. Listas de boicote por motivação política.

O MPF divulgou um comunicado em que afirma que autoridades locais têm sido “lenientes” com os manifestantes. 

Procuradores ouvidos pelo Estadão confirmaram a falta de empenho em alguns Estados para dispersar os atos mesmo após a ordem do Supremo Tribunal Federal (STF).

O procurador federal dos Direitos do Cidadão Carlos Alberto Vilhena, um dos nomes à frente da articulação do MPF, disse que as manifestações, “por se dizerem patriotas, tendem a ter maior leniência e tolerância das autoridades públicas federais e estaduais”. “No entanto, os ânimos estão mais exaltados por conta da divisão ideológica e não podemos admitir manifestações que violem outros direitos, como a nossa ordem democrática” defende.

Os protestos investigados ocorreram no Acre, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Rio Grande do Norte, São Paulo, Santa Catarina e Tocantins.

Ainda inconformado com a derrota na eleição, o PL, o partido é presidido por Valdemar Costa Neto, vai pedir a anulação das eleições de 2022, que o candidato da sigla Jair Bolsonaro doi derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Tentando um golpe contra a democracia, já que Lula foi eleito presidente pela maioria da população brasileira.

De acordo com o site O Antagonista, o PL deve pedir, nos próximos dias, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a anulação do pleito. Na ação, a sigla está levando em conta ao menos duas supostas auditorias sobre urnas e questiona o que chama, sem provas, de "parcialidade" do TSE.

Vale lembrar que as principais entidades e órgãos do Brasil já atestaram a funcionalidade e a segurança total da urna eletrônica. A eleição de Lula também já foi reconhecida pelas mais importantes democracias do mundo.

A notícia agitou Brasília e a legenda teria negado o recurso de anulação do pleito.

Segundo o site R7 o PL analisa um relatório, feito por um instituto contratado e que concluiu que não é possível validar resultados de modelos antigos de urnas.  Mas o estudo é apenas preliminar e só será encerrado em dezembro.
A composição, crítica a Bolsonaro, disparou da 40ª para a 1ª posição nacional, reproduzida mais de 1,4 milhão de vezes, ao longo deste domingo (30).

A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição para presidente do Brasil contra Jair Bolsonaro (PL) levou a música Tá na hora do Jair já ir embora ao primeiro lugar da parada diária de músicas mais tocadas do Spotify no Brasil. 

Na manhã desta segunda-feira (31), o hit gravado por Juliano Maderada e Tiago Doidão disparou da 40ª para a 1ª posição nacional, após ser reproduzida mais de 1,4 milhão de vezes. A faixa também chegou ao primeiro lugar do chamado ranking viral mundial da plataforma no Brasil. 

A composição já fazia grande sucesso no dia da votação, quando foi 65ª mais tocada do mundo.
Lançada em 18 de setembro, a música teve um rápido e crescimento nas principais plataformas de streaming neste segundo turno. 

Essa é a primeira vez que uma música composta como peça de campanha eleitoral lidera a maior plataforma de música no Brasil. Na mesma playlist, a segunda posição também foi ocupada por outra canção política, Lula Lá no Funk (O Pai Tá On), de autoria do DJ Fábio ACM. Engajamento político Outro sucesso de Juliano Maderada, Tô Com Saudade do Tempo de Lula também viralizou neste final de semana e estava como a 9ª faixa mais tocada no ranking até a tarde de hoje. 

O ex-professor de matemática, criado em Iguaí (BA), de 48 anos, mudou o formato dos jingles políticos neste ano, como mostrou uma reportagem do portal g1. Com ritmos dançantes típicos do Nordeste e letras provocativas, Juliano Maderada inovou nas composições e fez suas obras tomarem redes sociais como o TikTok e serem executadas nos “paredões”, as caixas de som montadas em carros ou caminhões para festas de rua. 

Um precursor importante foi o jingle genérico O homem disparou, de César Araújo. Uma pisadinha que se tornou fenômeno em algumas eleições municipais de 2020. Foi assim que Juliano “pegou o espírito” e começou uma produção em série de jingles que, hoje, chegam sem esforço aos comícios. 
 
A trajetória nas músicas políticas começou bem antes, em 2011, quando fez a música “Volta meu guerreiro” para Lula. O clipe teve mais de 7 mil visualizações no Youtube em um dia. Já na época, Juliano, que é formado em Agronomia, havia largado a profissão de professor de matemática para se dedicar à carreira musical com a banda Maderada, cujo repertório era baseado no arrocha, ritmo criado na Bahia. 

A trajetória, porém, foi alterada pela pandemia de covid-19, e a posterior recuperação dos direitos políticos de Lula. À reportagem do g1, ele compartilhou que, sem o trabalho com shows, teve a ideia de compor músicas e postar vídeos de apoio ao agora presidente eleito. “Já que funcionou, eu resolvi fazer outra criticando o Bolsonaro. Deu mais certo ainda”, comemorou. 

Com a proximidade da eleição, a música “Tá na hora do Jair já ir embora” foi crescendo cada vez mais e Juliano conseguiu convencer o vocalista da Madeirada, Tiago Doidão, a gravá-la. 
 
Foco em eleger Lula Juliano comenta que após algumas tentativas de contato com a equipe do PT, conseguiu se aproximar de Lula depois de uma conversa com o deputado Paulo Pimenta (PT-RS). 
“Ele me passou para o (fotógrafo) Ricardo Stuckert, que é muito sensível a essas questões”. “Ele me ligou duas vezes e, na terceira, já me botou para falar com o Lula. Fiquei muito emocionado”. No primeiro encontro, em Salvador, Juliano relatou que “Lula passou um tempão com a gente. Ele atrasou o encontro com Daniela (Mercury) e falou: ‘Vou ficar aqui mais um pouquinho com os meninos”, descreveu. 
 
O canal de Juliano no YouTube tem hoje 253 mil inscritos e mais de 42 milhões de visualizações. Apenas o hit “Tá na hora do Jair já ir embora” já ultrapassou os 2,2 milhões de views.
 
No perfil do músico também estão disponíveis outras canções sobre as eleições como “Agora Eu Quero É Lula Lá” e “O Povo Pede Lula”. Apesar do sucesso e de algum retorno financeiro, Juliano destacou ao g1 que o verdadeiro foco era “eleger Lula”. “Eu nunca pensei em fazer sucesso artístico ou financeiro, não estou preocupado se vou sair famoso depois disso”.
"O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral decidiu, neste sábado (22), por unanimidade, conceder direito de resposta à coligação Brasil da Esperança relativo à peça publicitária da coligação Pelo Bem do Brasil que faz referência à votação obtida pelo candidato Luiz Inácio Lula da Silva em unidades prisionais. 
O entendimento foi de que a peça publicitária extrai a conclusão de que tal candidatura teria a predileção dos “bandidos”. 

O material foi veiculado diversas vezes, com idêntico teor, em propaganda eleitoral de TV em bloco, em inserções de televisão e também em horário eleitoral no rádio. 

De acordo com a decisão, o direito de resposta concedido deve ser veiculado 116 vezes, no mesmíssimo bloco e horário e na mesma emissora de televisão indicada na petição inicial para cada uma das reproduções do conteúdo tido como ilícito, o que corresponde à perda de 24 inserções de 30 segundos cada. 

No segundo turno, cada um dos candidatos tem direito de 25 inserções por dia, o que equivale a 125 vídeos por dia nas 5 emissoras integrantes do pool. 

Foi fixado o prazo de 24h para apresentação de nova mídia para imediata homologação, após o que será permitido o direto envio ao grupo de geradoras, para início das divulgações." 

Luiz Inácio Lula da Silva 77 anos, foi eleito neste domingo, 30, o 39ª presidente da República do Brasil. o candidato do Partido dos Trabalhadores   volta ser eleito presidente após 12 anos. Ele já havia governado o país por dois mandatos entre 2003 e 2010,.

Lula  (PT) venceu Bolsonaro (PL), que pleiteava a reeleição no segundo turno das Eleições Gerais de 2022. Esta é a primeira vez que um ex-presidente volta ao mais alto cargo do Executivo na história do Brasil. E também pela primeira vez um presidente não consegue a reeleição.

O novo presidente foi eleito com a missão de restabelecer a paz, ao país  que dividiu famílias, igrejas e instituições. Lula deve encontrar um no caos administrativo

 Veja trecho do discurso de Lula após ser declarado vencedor:

“Essa não é uma vitoria minha, do PT e nem dos partidos que me acompanharam. É a vitória de um imenso movimento democrático que se formou acima dos interesses políticos”

“Quero dar os parabéns às pessoas que votaram em mim porque eu me considero um cidadão que teve um processo de ressurreição na política brasileira. Tentaram me enterrar vivo e eu estou aqui para governar esse país”.

“Sempre achei que Deus foi muito generoso comigo para permitir que eu saísse de onde eu sai e chegasse aonde cheguei”.

“Não enfrentamos um adversário, não enfrentamos um candidato, enfrentamos a máquina do estado brasileiro colocada a serviço de um candidato, para impedir que eu vencesse a eleição”.

“A partir de janeiro, vou governador para 215 milhões de brasileiros e brasileiras e não apenas para aqueles que votaram em mim. Não existem dois tipos de brasileiros, existe apenas um”.

“Não interessa a ninguém viver numa família onde reine a discórdia. A ninguém interessa viver em um país dividido e em permanente estado de guerra. Esse povo está cansado de enxergar no outro um inimigo. É hora de baixar as armas que foram empunhadas. Armas matam e nós escolhemos a vida”.

“Orgulho do verde e amarelo que sempre tivemos. Esse verde amarelo não pertence a ninguém que não seja o povo brasileiro”.



A vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Jair Bolsonaro(PL) nas pesquisas de intenção de voto varia de 2,6 p.p. a 8 p.p.. O 2º turno será realizado em 30 de outubro.

A maior distância foi registrada pela pesquisa Ipec (ex-Ibope), realizada de 15 a 17 de outubro de 2022. No levantamento, o petista tem 54%, enquanto Bolsonaro registra 46% dos votos válidos.

Já o Paraná Pesquisas, que capta a menor vantagem entre ambos, indica empate técnico. O ex-presidente aparece com 51,3%, enquanto o atual chefe do Executivo tem 48,7%.

A pesquisa PoderData, realizada de 16 a 18 de outubro, mostra o ex-presidente liderando a disputa com 52% dos votos válidos na sucessão presidencial. Bolsonaro tem 48%. Os mesmos números foram registrados pelo último levantamento Datafolha.

As últimas pesquisas Quaest e Ipespe registraram a mesma porcentagem para os candidatos: 53% para o petista e 47% para o atual presidente.

 

O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), lidera em intenções de voto para o segundo turno,  com 26% do nordestinos entrevistados contra quase 60%  dos eleitores do sul do Pais de acordo com levantamento do Instituto Veritá. Segundo os dados da pesquisa estimulada (em que são apresentados os nomes dos candidatos), Bolsonaro tem 51,2% dos votos válidos contra 48,8% do também candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nesse cenário, 2,6% dos entrevistados disseram que vão votar em branco ou anular o voto. Já 2,3% não responderam. Os dados do instituto foram divulgados neste domingo (16).

Já na pesquisa espontânea, em que os eleitores não são informados sobre os candidatos, Bolsonaro também está à frente. O atual presidente aparece com 47,3% dos votos, enquanto Lula tem 44,9%. Os indecisos são 6,5% dos entrevistados e 1,4% vai votar em branco ou nulo. No cenário em que se excluem os votos brancos e nulos, o presidente aparece com 51,2% dos votos válidos, e Lula, com 48,8%.

A pesquisa ouviu 5.528 eleitores em 219 municípios brasileiros das 27 unidades da Federação, entre 11 e 15 de outubro. Sendo 26,6% do nordeste, 7,7% norte, 7,3% do centro oeste, 44.7 sudoeste e 13,7% no sul

 O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o n.º BR-04850/2022. O levantamento foi feito por iniciativa do próprio instituto de pesquisas.

Dos entrevistados, 47,1% são homens, e 52,9%, mulheres. Além disso, 30,7% das pessoas ouvidas têm até o ensino médio e 31,3% concluíram o nível superior. 

Confira todos os resultados:

Pesquisa nacional voto espontâneo

Jair Bolsonaro (PL): 47,3%

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 44,9%

Indecisos: 6,5%

Brancos e Nulos: 1,4%

Pesquisa nacional voto estimulado

Jair Bolsonaro (PL): 48,7%

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 46,4%

Indecisos: 2,3%

Brancos e Nulos: 2,6%

A pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (14) e encomendada tanto pelo jornal Folha de S.Paulo como pela Globo, mostrou que, para 41% dos entrevistados, a vida ficará melhor se o candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) for eleito. Para 27% dos eleitores, a vida vai melhorar com a reeleição de Jair Bolsonaro (PL).

Segundo os números, 32% afirmaram que a vida irá piorar com Lula e 35% disseram ver piora na vida com Bolsonaro. Segundo 22% dos entrevistados, a vida continuará igual se Lula vencer. Para 34% , também não mudará alguma coisa na vida com a eleição do atual ocupante do Planalto. No caso de Lula ser eleito, 6% não souberam responder. Para Bolsonaro foram 4%.

Foram entrevistados 2.898 eleitores pela nova pesquisa Datafolha, contratada pela Folha e pela TV Globo, ouviu 2.898 pessoas, de quinta-feira (13) a esta sexta, em 180 cidades. A margem de erro foi de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01682/2022.

O primeiro debate do 2º da eleição presidencial terá uma hora de confronto direto entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL). O evento será realizado no domingo (16), às 20h, por Folha de S.Paulo, UOL, Band e TV Cultura.

A regras do debate foram acertadas com as campanhas dos dois candidatos e divulgadas nesta sexta-feira (14). Serão três blocos, com previsão de perguntas de jornalistas e dois momentos, de 30 minutos cada, em que os presidenciáveis poderão debater livremente.

Veja as regras do debate:

PRIMEIRO BLOCO

Cada candidato, por ordem de sorteio, tem um minuto e meio para responder a uma mesma pergunta feita por um dos mediadores do debate. Na sequência, confronto direto entre os candidatos. Cada um tem 15 minutos para administrar entre perguntas, respostas, réplicas e tréplicas. Lula abre o confronto.

SEGUNDO BLOCO

Quatro jornalistas do pool (Band, Folha, Uol e TV Cultura) fazem uma pergunta programática para cada candidato. Resposta de um minuto e meio. Os dois candidatos respondem as mesmas perguntas, em ordem definida por sorteio. Bolsonaro é o primeiro. Não há comentário ou réplica.

TERCEIRO BLOCO

Candidatos respondem uma pergunta programática feita por um jornalista do pool. Um minuto e meio para cada. Depois, novo confronto direto. Cada candidato tem 15 minutos para administrar entre perguntas, respostas, réplicas e tréplicas. Bolsonaro abre o confronto. Na sequência, Lula e Bolsonaro têm, cada, um minuto e meio para a sua despedida. O debate prevê direito de resposta, que será concedido exclusivamente em casos de ofensa moral e pessoal. Os presidenciáveis poderão solicitar ao mediador, que submeterá a avaliação ao comitê formado por dois jornalistas do pool e um advogado.

Caso seja concedida a reposta, o candidato terá um minuto de tempo no final de cada bloco.

Além do evento do pool (Folha de S.Paulo, UOL, TV Bandeirantes e TV Cultura ), TV Globo e outro grupo de empresas de comunicação -formado por SBT, CNN, Estadão/Eldorado, Portal Terra, Veja e Rádio Nova Brasil FM- reservaram datas para debates.

O da Globo será o último da eleição, marcado para o dia 28 de outubro, uma sexta-feira. A votação acontece no domingo, dia 30.


É falso que na cidade de Barreiras, na Bahia, o número de votos para Lula na eleição presidencial do último domingo, 2, tenha sido maior do que o total de habitantes do município. 
A informação falsa circula em um vídeo do Kwai. Segundo estimativas do IBGE, Barreiras tem 158.432 habitantes. 

No primeiro turno da eleição presidencial, Lula, o mais votado no município, recebeu 47.952 votos, de acordo com números do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conteúdo investigado: Vídeo no Kwai em que um homem afirma que em Barreiras, na Bahia, Lula teve 213 mil votos no primeiro turno, o que seria incompatível com a população da cidade, que tem 156.532 habitantes.

O video que foi publicado no Kwai e Instagram não é verdadeiro que no município de Barreiras, no interior da Bahia, o número de votos recebidos por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno da eleição do último domingo, 2, tenha sido maior do que o número de habitantes do município, como afirma um vídeo publicado no Kwai. 

De acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2021, Barreiras tem uma população de 158.432 habitantes, número ligeiramente superior ao que é mencionado no vídeo (156.532). Segundo o TSE, Barreiras apresentava, em setembro de 2022, um total de 103.705 eleitores. No último domingo, Lula recebeu 47.952 votos no município, de acordo com dados oficiais do TSE. O número é menos de um quarto do total de votos de Lula que foi falsamente alegado no vídeo (213 mil). 

Em relação ao total de votos válidos, a votação de Lula em Barreiras foi de 58,05%. O atual presidente Jair Bolsonaro (PL) foi o segundo colocado no município, com 30.197 votos (36,56% dos votos válidos). Simone Tebet (MDB) recebeu 1.950 votos (2,36%) enquanto Ciro Gomes (PDT) recebeu 1.854 (2,24%). Outros 2.899 eleitores de Barreiras votaram branco ou nulo, enquanto o número de abstenções (ou seja, eleitores que não foram votar) foi de 18.593. 

Aconteceu neste domingo dia 02/10, o 1º turno da Eleições 2022. O processo eleitoral aconteceu de maneira pacífica e ordeira nas cidades de Maracás, Iramaia, Planaltino, Lagêdo do Tabocal, Itiruçu e Lafaiete Coutinho. Todo o planejamento que foi iniciado desde o sábado (01/10) com o transporte e guarda das urnas aconteceu sem alterações. 

Segundo informações da Policia Militar para o sucesso da Operação foi necessário uma boa comunicação com os Juízes Eleitorais e com os Cartórios Eleitorais das cidades de Maracás, Iramaia e Jequié, responsáveis pela Zonas Eleitorais das cidades de responsabilidade da 93ª CIPM. 

O Maj PM Alécio  parabenizou aos policiais pela execução de excelência desta Operação Eleições já ciente do sucesso na execução da Operação para o 2º Turno.

Fonte: ASCOM - 93ª CIPM


Para que os baianos tenham o direito de conhecer as propostas e opiniões dos candidatos ao governo do Estado, a TVE e a Rádio Educadora FM realizou o debate no dia 06 de setembro, terça-feira, às 21h.

Estiveram presentes os candidatos Jerônimo Rodrigues (PT), João Roma (PL) e Kleber Rosa (Psol).

O candidato ACM Neto foi convidado e informou que não participaria  do debate. Conforme estabelece a lei, foram convidados os candidatos de partidos, de federações ou de coligações com representação no Congresso Nacional de, no mínimo, cinco parlamentares.  

O debate com os candidatos ao governo da Bahia foi transmitido simultaneamente pela TVE, Rádio Educadora FM, Youtube, Facebook, Twitter e Instagram.

Em cada um dos quatro blocos os candidatos foram deitas uma pergunta, de tema livre, e os outros dois candidatos terão até dois minutos para responder. O candidato que perguntava encerrava com um comentário e a ordem das perguntas foram definida por sorteio no início de cada bloco. No último bloco, cada candidato fizeram as suas considerações finais, em até três minutos, com a ordem de fala foi definida através de sorteio ao vivo.

 ACM Neto apesar de ser desafiado pelo  candidato a governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), para participar do debate promovido pela TVE, não compareceu. O petista não poupou críticas ao adversário ACM Neto por, mais uma vez, faltar ao debate na TV. “A ausência é uma covardia, um desrespeito à população”, condenou Jerônimo: “ele está com medo de quê?”, questionou.

Segundo o candidato apoiado pelo ex-presidente Lula, em vez de debater ideias e apresentar realizações, o ex-prefeito de Salvador tem “mandado recado através dos candidatos a deputados” para atacar sua gestão à frente da Secretaria de Educação do Estado, “espalhando fake news”.

“Ele não tem coragem nem de fazer isso pessoalmente”, ataca Jerônimo: “estou pronto para debater a educação e qualquer outro tema com ele. Crie coragem e venha debater comigo. Venha fazer o comparativo entre o que você fez na educação de Salvador [quando prefeito] e o que nós estamos fazendo pela educação da Bahia. Aí, a população vai podercomparar de verdade”, desafiou.

Veja o debate na integra :

 


A disputa entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), continua estável, com uma distância de 13 pontos em favor do petista, tendo oscilado um ponto para cima entre o dia 29 e esta segunda-feira (5). Lula tem 44% e Bolsonaro tem 31%. Enquanto isso, abaixo dos dois, aparecem Ciro Gomes (PDT), com 8% e Simone Tebet com 4%.

Felipe d'Avila segue com 1%, como na semana passada. Soraya Thronicke (União Brasil) também aparece com 1%.
Os nomes de Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Pablo Marçal (PROS), Roberto Jefferson (PTB), Sofia Manzano (PCB) e Vera (PSTU) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto cada um.

Contado apenas os votos válidos onde excluem os votos em branco e os nulos. Lula lidera a disputa: Lula: 50% e fica em segundo com   Bolsonaro: 35%

Em um eventual segundo turno nas eleições 2022, Lula aparece com 52%, contra 36% de Bolsonaro. No levantamento anterior, Lula venceria por 50% a 37%

A pesquisa IPEC ouviu 2.512 eleitores de todas as regiões do Brasil entre 2 e 4 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo BR-00922/2022. 



Pesquisa do Instituto Ipespe em parceria com a Abrapel (Associação Brasileira de Pesquisas Eleitorais), feita por telefone e divulgada neste sábado (3), aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida eleitoral com 44% das intenções de voto, seguido pelo atual presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL), que obteve 35%. 

O petista oscilou um ponto para cima em relação à edição anterior da pesquisa, divulgada no dia 31 de agosto, enquanto o candidato do PL manteve-se com a mesma porcentagem. O cenário medido é o estimulado, quando os entrevistados escutam na ligação uma lista prévia com os nomes dos concorrentes.Mesmo com o timido crescimento o candidato Luis Inacio Lula da Silva pode vencever ainda no primeiro turno se o crescimento persistir.

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) aparece com 9% e a senadora Simone Tebet (MDB) tem 5% das intenções, mantendo os mesmos patamares do levantamento anterior. Pela margem de erro de 3 pontos para mais ou menos, ambos estão tecnicamente empatados. 

Os candidatos Felipe D'Ávila (Novo) e Soraya Thronicke (União) registraram 1% cada. Pablo Marçal (Pros), Sofia Manzano (PCB), Roberto Jefferson (PTB), Vera Lúcia (PSTU) e Léo Péricles (UP) e Constituinte Eymael (DC) foram citados, mas não pontuaram. Bracos e nulos somaram 3%, enquanto 2% dos entrevistados responderam que não sabem qual será o voto.

A pesquisa foi realizada com 1.100 pessoas dos dias 30 de agosto a 1 de setembro, a um custo de R$ 46.200,00, e possui nível de confiança de 95,45%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-09344/2022.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), encomendada pela Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo", mostra o ex-presidente Lula (PT) com 45% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 32%. Ciro Gomes (PDT) tem 9% e Simone Tebet (MDB) tem 5%.

Em relação à pesquisa anterior do Datafolha, de 18 de agosto, Lula oscilou dois pontos para baixo, Bolsonaro se manteve estável, Ciro oscilou dois pontos para cima e Tebet cresceu três pontos percentuais, ela foi a única dos quatro candidatos a variar para além da margem de erro. 
 
Confira abaixo os resultados:

Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para presidente

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 45%
    Jair Bolsonaro (PL) – 32%
    Ciro Gomes (PDT) – 9%
    Simone Tebet (MDB) – 5%
    Soraya Thronicke (União) — 1%
    Pablo Marçal (Pros) – 1%
    Felipe D’Avila (Novo) – 1%
    Vera Lúcia (PSTU) – 0
    Sofia Manzano (PCB) – 0
    José Maria Eymael (Democracia Cristã) – 0
    Leonardo Péricles (UP) – 0
    Roberto Jefferson (PTB) – 0
    Brancos e nulos – 4%
    Indecisos – 2%

Segundo turno

Intenção de voto estimulada para presidente

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 53%
    Jair Bolsonaro (PL) – 38%
    Brancos e nulos – 8%
    Indecisos – 1%
 
A pesquisa ouviu 5.734 pessoas em 285 municípios entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-00433/2022. 

Esta foi a primeira pesquisa Datafolha após o debate presidencial do último domingo, pelo grupo Bandeirantes, Folha de S. Paulo, UOL e TV Cultura."

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra que diante de uma rejeição de 53,9% e desaprovação de seu governo em 59%, Bolsonaro não seria reeleito se o pleito fosse hoje. A terceira via tem espaço para reagir e Lula poderia ser eleito no primeiro turno

A segunda pesquisa ISTOÉ/Sensus, que ouviu 2.000 eleitores no período de 8 a 11 de abril, já sem o ex-juiz Sergio Moro como candidato, constatou que Jair Bolsonaro (PL) não conseguiria se reeleger, mesmo que fosse para o segundo turno, em razão de sua alta rejeição (53,9%) e da desaprovação recorde de seu governo: 59% dos eleitores consideram ruim sua gestão. Segundo o levantamento, o mandatário é o mais rejeitado entre os 11 pré-candidatos que já se apresentaram até aqui para a disputa.

Em termos de posicionamento dos candidatos mais bem avaliados pelos eleitores, a pesquisa ISTOÉ/Sensus não difere muito das demais divulgadas até agora por outros veículos de comunicação. Conforme o levantamento, Lula lidera a disputa com 43,3%, seguido por Bolsonaro, com 28,8%, por Ciro Gomes (PDT) com 6,3%, e por João Doria (PSDB) com 2,6% das intenções de votos. Em quinto, surpreendentemente, está o deputado André Janones (Avante), do baixo clero, com 2%. Depois vêm Vera Lucia (PSTU), com 1,1% e a senadora Simone Tebet (MDB), com 0,8%.  7,8% dos votos declaram votar em brancos/nulos e 7,1% dos que disseram não saber ou não responderam em quem pretendem vota.

Esses números dão a Lulaa marca de 50,8% dos votos válidos. Com este neario Lula poderia ser eleito no primeiro turno se a eleição fosse hoje segundo o Instituto Sensus.
A vantagem do petista se espalha também nos cenários de segundo turno. Lula venceria todos os seus oponentes.
Bolsonaro estaria em empate técnico, dentro da margem de erro com Ciro Gomes e João Doria. O ex-presidente também é o preferido pelos eleitores para vencer a eleição, mesmo entre os que não votarão nele.
A pesquisa apontou que 52,7% acha que Lula  será eleito enquanto apenas 31,2% acham que Bolsonaro deve ser reeleito.

Segundo a pesquisa, 30,9% admitem que podem vir a votar em um dos representantes dos partidos alternativos à polarização. Por ora, 57,3% dos eleitores dizem que já definiram em quem votarão, embora 22% afirmem que ainda não definiram o voto e outros 17,5% tenham dito apenas ter preferências em quem votarão, sem uma definição sobre qual tecla apertarão na urna eletrônica em outubro.

Nos cruzamentos de dados, Lula lidera nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, enquanto Bolsonaro lidera somente no Sul. Lula tem mais votos femininos do que masculinos e Bolsonaro mais masculinos do que femininos. O petista lidera ainda entre todas as idades e é o preferido entre a população de renda mais baixa. Já Bolsonaro tem vantagem na população com escolaridade e renda mais altas. O que dá para entender por que Lula disse recentemente que a elite brasileira é “escravista” e a e a classe média ostentadora.

A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos. Os pesquisadores estiveram em 108 municípios de 24 estados e o levantamento está registrado no TSE sob número 01631/2022.

É ano de eleições gerais e a preparação para o maior evento democrático do Brasil começa muito antes de outubro. Por isso, o Ministério Público Federal (MPF) preparou calendário digital com as principais datas desse processo, para que você fique por dentro de cada fase da disputa e não perca nenhum prazo. Além disso, a cada mês, será possível conhecer um pouco da atuação do Ministério Público como fiscal do cumprimento das regras eleitorais, com o objetivo de assegurar igualdade de oportunidade aos candidatos e a livre escolha do eleitor.

O primeiro turno das eleições para presidente, deputados, senadores e governadores será realizado em 2 de outubro. Caso tenha segundo turno, a votação será em 30 de outubro. Além dessas datas, o calendário traz os principais marcos da agenda eleitoral, como a janela de migração partidária, prazo para formação de federações e coligações, período de realização das convenções, início da propaganda eleitoral, prazo limite para a entrega das prestações de contas de campanha e para a diplomação dos eleitos, as datas de posse, entre outras.

O material também traz informações úteis para o eleitor, como o fim do prazo para a transferência ou emissão do título, as datas a partir das quais é possível pedir à Justiça Eleitoral habilitação para voto em trânsito ou para que pessoas com deficiência solicitem alteração do local de votação. Além de exercer o direito de voto, o cidadão tem papel fundamental na fiscalização do processo democrático. No calendário, ele vai encontrar dicas de como combater a desinformação e avisar ao Ministério Público Eleitoral sempre que se deparar com alguma conduta irregular capaz de causar desequilíbrio na disputa.

Conteúdo - Outras curiosidades e dicas importantes são dadas ao longo dos meses. Março, por exemplo, apresenta as medidas de fomento à participação de mulheres na política, e maio aborda a segurança da urna eletrônica. Em junho, é possível conhecer algumas das condutas proibidas aos agentes públicos, enquanto julho explica como o registro de candidaturas depende da análise das condições de elegibilidade, pelo Ministério Público.

A ideia é que o material possa servir de consulta para membros do Ministério Público e da Justiça Eleitoral, partidos, candidatos, jornalistas e cidadãos em geral. O objetivo é auxiliar a atuação conjunta de todos esses atores na construção de um processo eleitoral justo e transparente, para que a livre escolha do eleitor seja traduzida nas urnas e a democracia brasileira seja fortalecida. O calendário ficará disponível para download no portal e na intranet do MPF.


Íntegra do Calendário MPF: Eleições 2022: CLICA AQUI

Um grupo de políticos, artistas e empresários que inclui personalidades conhecidas por críticas aos governos petistas assinaram um manifesto defendendo a eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em primeiro turno. De acordo com informações da âncora da CNN Daniela Lima, o apoio à Lula vem inclusive de notórios não-petistas.

O movimento “Lula no Primeiro” conta até mesmo com o apoio de lavajatistas que se tornaram conhecidos por irem às ruas defendendo medidas contra a corrupção e a prisão de Lula, pedindo o impeachment de Dilma Rousseff e defendendo o ex-juiz Sergio Moro e o ex-procurador Deltan Dallagnol.

Um nome importante desse grupo é o de Rosangela Lyra, empresária de São Paulo com laços muito fortes com movimentos como o Vem Pra Rua, conhecido pelo apoio à Operação Lava Jato. Lyra se tornou conhecida pela presença em manifestações com pautas contra a corrupção e por fazer uma conexão entre uma parte da elite com a qual ela tem inserção e a Lava Jato.

O manifesto foi encabeçado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que realizou a articulação para a coleta de assinaturas e adesões à iniciativa. Randolfe também foi um importante defensor da Lava Jato no passado. Agora, o senador tem declarado apoio à candidatura do ex-presidente Lula.

Os integrantes do manifesto afirmam que “mais do que eleger um presidente, em 2022 o Brasil fará plebiscito entre continuar o desastre ou retomar a estabilidade democrática-institucional”.

“Muitos de nós fomos e ainda somos críticos, discordamos de fatos ocorridos e posições tomadas por ele no passado, mas estamos olhando para o futuro, e não há dúvida que a história está fazendo Lula representar a alternativa que o Brasil deve abraçar neste plebiscito de 2022”, diz a manifestação.

Além de personalidades, o movimento conta com o apoio de políticos de diversos locais, que defendem que Lula é a transição necessária para a volta à civilidade e ao jogo democrático. A iniciativa revela como há um movimento de não-petistas ganhando força não apenas em São Paulo, como também em outros estados do país.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o calendário oficial das eleições de 2022. Este ano, o pleito será para escolha de presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno será no dia 2 de outubro. Já um eventual segundo turno ocorrerá no dia 30 do mesmo mês.

Vale lembrar que a votação vai começar às 8h e terminar às 17h. Este ano, o horário de início da votação será uniformizado pelo horário de Brasília em todos os estados e no Distrito Federal.

A data limite para o eleitor solicitar a emissão de seu título será o dia 4 de maio. Vale destacar que o voto é obrigatório para brasileiros maiores de 18 anos, e facultativo para analfabetos, maiores de 70 anos e jovens com idade entre 16 e 17 anos. O cidadão que vai completar 16 anos em 2022, até o dia 2 de outubro, poderá solicitar a emissão do título a partir de janeiro. Aqueles que já atingiram essa idade, podem fazer o alistamento eleitoral.

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Caso o cidadão já tenha o documento, ele deve checar se está em situação regular ou se há necessidade de quitar algum débito e solicitar a regularização do cadastro. A data limite para a regularização e transferência de título também é 4 de maio, como explica o advogado e professor de Direito Constitucional, Antonio Carlos de Freitas Jr..

“Se a pessoa mudou de município ou até mesmo para outra zona eleitoral dentro da mesma cidade, ela precisa mudar seu título, para votar em uma escola mais próxima. Mas, há outras datas às quais o eleitor precisa ficar atento como fiscal, como por exemplo, o limite de início da propaganda eleitoral, que poderá começar no dia 16 de agosto”, destaca.

No dia 16 de agosto, portanto, está liberada a realização de comícios, pedido de voto, distribuição de material gráfico e uso da internet. E no dia 26 de agosto, os candidatos iniciam a propaganda eleitoral no rádio e na TV. Mas antes mesmo disso, começa o prazo para que todos os candidatos recebam a mesma atenção em veículos de comunicação.

“Está vedado, a partir de 6 de agosto, tratamento desigual na mídia. Ou seja, não pode haver nenhum tipo de programação que mostre um candidato mais do que outro. Poderá haver divulgação jornalística, inclusive debates, mas sem aparecimento desigual ou privilegiado de qualquer candidatura”, afirma Freitas Jr.

No entendimento de Freitas Jr., as atenções também devem estar voltadas para a denúncia da compra de votos. “Se o eleitor souber que existe candidato oferecendo algum tipo de benefício, seja qual for, mesmo que não seja financeiro, como um favor ou uma carona, até um brinde, isso é entendido como um favorecimento que é impedido pela legislação eleitoral”, pontua.

Campanha antecipada; abuso de poder político, financeiro e de comunicação; disseminação de fake news, além da compra de votos, estão entre os crimes mais comuns no processo eleitoral. O crime de campanha antecipada ocorre quando o candidato declara candidatura antes do período oficial, ou pede voto fora do período pré-estabelecido.

“Um ponto importante de preocupação quanto a crimes eleitorais é a questão da fake news. Nós vamos ter todo um aparato da Justiça Eleitoral para coibir notícias mentirosas. São ilícitos eleitorais, que precisam ter a fiscalização dos órgãos de controle, da Justiça Eleitoral e dos eleitores, que devem estar atentos”, destaca Freitas Jr.

Tanto o alistamento (primeira via do título) quanto a regularização podem ser solicitados pelo sistema Título Net, no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Assista ao vídeo com passo a passo.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o calendário oficial das eleições de 2022. Este ano, o pleito será para escolha de presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno será no dia 2 de outubro. Já um eventual segundo turno ocorrerá no dia 30 do mesmo mês.

Vale lembrar que a votação vai começar às 8h e terminar às 17h. Este ano, o horário de início da votação será uniformizado pelo horário de Brasília em todos os estados e no Distrito Federal.

A data limite para o eleitor solicitar a emissão de seu título será o dia 4 de maio. Vale destacar que o voto é obrigatório para brasileiros maiores de 18 anos, e facultativo para analfabetos, maiores de 70 anos e jovens com idade entre 16 e 17 anos. O cidadão que vai completar 16 anos em 2022, até o dia 2 de outubro, poderá solicitar a emissão do título a partir de janeiro. Aqueles que já atingiram essa idade, podem fazer o alistamento eleitoral.

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Caso o cidadão já tenha o documento, ele deve checar se está em situação regular ou se há necessidade de quitar algum débito e solicitar a regularização do cadastro. A data limite para a regularização e transferência de título também é 4 de maio, como explica o advogado e professor de Direito Constitucional, Antonio Carlos de Freitas Jr..

“Se a pessoa mudou de município ou até mesmo para outra zona eleitoral dentro da mesma cidade, ela precisa mudar seu título, para votar em uma escola mais próxima. Mas, há outras datas às quais o eleitor precisa ficar atento como fiscal, como por exemplo, o limite de início da propaganda eleitoral, que poderá começar no dia 16 de agosto”, destaca.

No dia 16 de agosto, portanto, está liberada a realização de comícios, pedido de voto, distribuição de material gráfico e uso da internet. E no dia 26 de agosto, os candidatos iniciam a propaganda eleitoral no rádio e na TV. Mas antes mesmo disso, começa o prazo para que todos os candidatos recebam a mesma atenção em veículos de comunicação.

“Está vedado, a partir de 6 de agosto, tratamento desigual na mídia. Ou seja, não pode haver nenhum tipo de programação que mostre um candidato mais do que outro. Poderá haver divulgação jornalística, inclusive debates, mas sem aparecimento desigual ou privilegiado de qualquer candidatura”, afirma Freitas Jr.

No entendimento de Freitas Jr., as atenções também devem estar voltadas para a denúncia da compra de votos. “Se o eleitor souber que existe candidato oferecendo algum tipo de benefício, seja qual for, mesmo que não seja financeiro, como um favor ou uma carona, até um brinde, isso é entendido como um favorecimento que é impedido pela legislação eleitoral”, pontua.

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Tanto o alistamento (primeira via do título) quanto a regularização podem ser solicitados pelo sistema Título Net, no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Assista ao vídeo com passo a passo.

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