
Nem
sempre a necessidade foi a mãe da invenção. Mas talvez os inventos
concebidos a partir dela tenham sidos os mais revolucionários e
produtivos, ou ainda, tenham tido maior desdobramento, resultando em
outras grandes idéias e criações.
Ao longo dos séculos, centenas de invenções fazem parte da vida da humanidade. Tomemos por exemplo a roda, de origem incerta, é considerada por muitos historiadores como um dos maiores inventos, um dos grandes marcos da humanidade. Com ela o homem conseguiu carregar mais peso com menos esforço, ir mais longe sem se cansar tanto, a roda está em todos os lugares: carros, aviões, trens, máquinas, elevadores, tratores. A economia mundial anda sobre rodas. A invenção da roda é um mérito exclusivo do intelecto humano. O mais antigo exemplar foi encontrado na Mesopotâmia, onde hoje é o Iraque, e sua idade é calculada em 55 mil anos. Da lista de grandes inventos se destacam: o avião, o computador, a televisão, a escrita, a imprensa, o raio-X, o rádio, a eletricidade, a lâmpada, os satélites, o automóvel, o telefone, a fotografia, o cinema, a anestesia, e por aí vai. Outra invenção que para muita gente, não figura entre as mais importantes, é a anestesia, originada do óxido nitroso, o gás do riso, veio para aliviar a dor e para aumentar o progresso da ciência médica. Em época remota a civilização Inca, extinta no século XVI, tinha o costume de mascar folhas de coca e as cuspiam nos ferimentos dos pacientes durante a cirurgia. As folhas de coca eram o anestésico daquela época para os Incas. Outro invento importante foi o astrolábio, atribuído ao matemático e astrônomo grego Hiparco, no século II a.C. Outros historiadores atribuem a Hipácia, matemática, de Alexandria. O astrolábio foi aperfeiçoado por Abraão Zacuto, em Lisboa no século XV. Esse instrumento de navegação foi determinante para o descobrimento das Américas e das rotas rápidas para Ásia e para África.
Ao longo dos séculos, centenas de invenções fazem parte da vida da humanidade. Tomemos por exemplo a roda, de origem incerta, é considerada por muitos historiadores como um dos maiores inventos, um dos grandes marcos da humanidade. Com ela o homem conseguiu carregar mais peso com menos esforço, ir mais longe sem se cansar tanto, a roda está em todos os lugares: carros, aviões, trens, máquinas, elevadores, tratores. A economia mundial anda sobre rodas. A invenção da roda é um mérito exclusivo do intelecto humano. O mais antigo exemplar foi encontrado na Mesopotâmia, onde hoje é o Iraque, e sua idade é calculada em 55 mil anos. Da lista de grandes inventos se destacam: o avião, o computador, a televisão, a escrita, a imprensa, o raio-X, o rádio, a eletricidade, a lâmpada, os satélites, o automóvel, o telefone, a fotografia, o cinema, a anestesia, e por aí vai. Outra invenção que para muita gente, não figura entre as mais importantes, é a anestesia, originada do óxido nitroso, o gás do riso, veio para aliviar a dor e para aumentar o progresso da ciência médica. Em época remota a civilização Inca, extinta no século XVI, tinha o costume de mascar folhas de coca e as cuspiam nos ferimentos dos pacientes durante a cirurgia. As folhas de coca eram o anestésico daquela época para os Incas. Outro invento importante foi o astrolábio, atribuído ao matemático e astrônomo grego Hiparco, no século II a.C. Outros historiadores atribuem a Hipácia, matemática, de Alexandria. O astrolábio foi aperfeiçoado por Abraão Zacuto, em Lisboa no século XV. Esse instrumento de navegação foi determinante para o descobrimento das Américas e das rotas rápidas para Ásia e para África.
Fonte: revista Conhecer Fantástico



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