Em primeiro lugar, entender que o 07 de setembro de 1822 não foi um ato isolado do príncipe D. Pedro, e sim um acontecimento que integra o processo de crise do Antigo Sistema Colonial, iniciada com as revoltas de emancipação no final do século XVIII. Essa crise foi marcada pelas rebeliões de emancipação, destacando-se a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana (guerra dos Alfaiates). Foram os primeiros movimentos sociais da história do Brasil a questionar o pacto colonial e assumir um caráter republicano. Era apenas o início do processo de independência política do Brasil, que se estende até 1822 com o "sete de setembro". Dom Pedro ficou no Brasil por causa de um abaixo assinado de oito mil assinaturas que foi levado por José Clemente Pereira (presidente do Senado) a D. Pedro em 9 de janeiro de 1822, solicitando sua permanência. É claro que D. Pedro decidiu ficar bem menos pelo povo e bem mais pela aristocracia, que o apoiaria como imperador em troca da futura independência que não alterar a realidade socioeconômica colonial. o Dia do fico era mais um passo para o rompimento definitivo com Portugal. Graças a homens como José Bonifácio de Andrada e Silva (patriarca da independência), Gonçalves Ledo, José Clemente Pereira e outros, o movimento de independência adquiriu um ritmo surpreendente com o cumpra-se, onde as leis portuguesas seriam obedecidas somente com o aval de D. Pedro, que acabou aceitando o título de Defensor Perpétuo do Brasil (13 de maio de 1822), oferecido pela maçonaria e pelo Senado.
Na “Independência do Brasil” nem todos os detalhes são esclarecedores, mas na escola fomos obrigados a acreditar mesmo sabendo que alguns fatos ocultam a verdade. A encenação de Dom Pedro gritando às margens do rio Ipiranga de espada em punho o brado retumbante de "independência ou morte só serve para pintor e museu. Bem, o culpado, em parte, é o pintor Pedro Américo, que pintou um quadro com soldados bem fardados, enfiou uma colina no vale do Ipiranga e trocou o pangaré de D. Pedro I por um cavalo alazão. O que todos precisam ler nos livros de Historia é que o Brasil indenizou Portugal pela sua independência propriamente dita que ainda demorou alguns anos. E que D. João V quando foi escarrado de Portugal e veio parar aqui, fundou o Banco do Brasil, mas quando foi embora levou (roubado) o navio abarrotado de ouro do Banco e que grande parte da divida do Brasil principalmente aos países africanos são de Portugal. O que se presume é que Dom Pedro pouco importava com os verdadeiros brasileiros e sim com o Titulo de Imperador e o prestigio diante dos aristocratas e senhores feudais.
Textos baseados nos sites historia net / .freemasons



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