A empresa, americana Telexfree foi fundada em 2002, e tem se tornado uma febre por prometer enriquecimento rápido para os que se associarem, fizerem publicidade e prospectarem novos “divulgadores” para a marca. No entanto, órgãos públicos desconfiaram que se tratava do esquema de pirâmide e a empresa tornou-se alvo de investigações pelos Ministérios Públicos de quatro estados (AC, BA, ES e MT), além do Procon-PE.
De acordo informações do Diário de Pernambuco a Justiça do Acre já proibiu a Ympactus Comercial Ltda., mais conhecida como Telexfree, de efetuar novos cadastros e realizar pagamentos aos divulgadores já cadastrados. Caso a interdição seja contrariada, a empresa terá que arcar com multa diária de R$ 100 mil por cada cadastro novo ou pagamento. A autora da decisão é a juíza Thaís Khalil, titular da 2ª vara cível de Rio Branco, na capital acreana, que ainda determinou o congelamento dos bens e o bloqueio de valores existentes em contas bancárias e aplicações financeiras da Telexfree, assim como os de seus sócios, Carlos Roberto Costa e Carlos Nataniel Wanzeler. A empresa tem cinco dias para apresentar defesa e dez dias para recorrer à segunda instância. A companhia de marketing multinível deverá também exibir em seu site, por meio de pop-up, um cartaz com informações sobre o conteúdo da liminar, sob pena de R$ 500 mil por dia, em caso de descumprimento da decisão.




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