A presidente Dilma sabe que não pode meter o bedelho nesse assunto, por se tratar de entidade privada, mas tem um candidato preferido para assumir a presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF): Leonardo, craque aposentado da seleção brasileira e atual dirigente de uma das maiores forças do futebol francês, Paris Saint Germain (PSG).
Ela quer ver José Maria Marin fora da CBF o mais rápido possível. Lembrada de que as federações estaduais são quem definem o presidente da CBF, Dilma dá de ombros. Parece ter planos intervencionistas.
“O que acha de Leonardo da CBF?”, tem perguntado Dilma a amigos e políticos que recebe em seu gabinete. Está empolgada com a ideia.
Dilma sente urticária quando lembra que terá de conviver com o atual chefe da CBF em eventos das copas das Confederações e do Mundo.
O desprezo por Marin é compartilhado por Dilma e Joseph Blatter, da FIFA: acham o fim do mundo a CBF nas mãos de alguém sob suspeita.
(Cláudio Humberto)




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