A venda de carne em barracas na Feira Livre de Itiruçu, sem as mínimas exigências da portaria 304. Com uma reforma parcial na estrutura do Mercado feita pela Prefeitura Municipal, pintado e restaurando o sistema hidráulico e os açougueiros que ficam dentro do mercado se adequando à lei com balcões frigoríficos e reforma de seus Box (açougues), é injusto que os feirantes continuem vendendo carne sem condições alguma do lado de fora. A grande dificuldade é mostrar que não se trata de atividade comercial para sobrevivência, mas sim de saúde publica. A venda da carne como vem sendo feita na feira, naquelas barracas de madeira, é crime contra saúde publica segundo as leis brasileiras e o infrator pode até ser preso. Um trabalho de conscientização junto à comunidade deve ser feita para que não se compre carne nestas barracas e ainda denuncie a vigilância sanitária do município. São vários os riscos da comercialização de carne ao ar livre. Ela está sujeita a diversos tipos de contaminação pelo ar, como poeira, fumaça, gases, que podem contaminar a carne de várias formas. O objetivo principal é proteger a saúde da população, evitar com que se consuma uma carne possivelmente contaminada.Notícias do Vale
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Carne ao Sol e ao Vento
- segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
- Publicado por Neto Oliveira
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"Acougueiros" continua derespeitando a lei
A venda de carne em barracas na Feira Livre de Itiruçu, sem as mínimas exigências da portaria 304. Com uma reforma parcial na estrutura do Mercado feita pela Prefeitura Municipal, pintado e restaurando o sistema hidráulico e os açougueiros que ficam dentro do mercado se adequando à lei com balcões frigoríficos e reforma de seus Box (açougues), é injusto que os feirantes continuem vendendo carne sem condições alguma do lado de fora. A grande dificuldade é mostrar que não se trata de atividade comercial para sobrevivência, mas sim de saúde publica. A venda da carne como vem sendo feita na feira, naquelas barracas de madeira, é crime contra saúde publica segundo as leis brasileiras e o infrator pode até ser preso. Um trabalho de conscientização junto à comunidade deve ser feita para que não se compre carne nestas barracas e ainda denuncie a vigilância sanitária do município. São vários os riscos da comercialização de carne ao ar livre. Ela está sujeita a diversos tipos de contaminação pelo ar, como poeira, fumaça, gases, que podem contaminar a carne de várias formas. O objetivo principal é proteger a saúde da população, evitar com que se consuma uma carne possivelmente contaminada.
A venda de carne em barracas na Feira Livre de Itiruçu, sem as mínimas exigências da portaria 304. Com uma reforma parcial na estrutura do Mercado feita pela Prefeitura Municipal, pintado e restaurando o sistema hidráulico e os açougueiros que ficam dentro do mercado se adequando à lei com balcões frigoríficos e reforma de seus Box (açougues), é injusto que os feirantes continuem vendendo carne sem condições alguma do lado de fora. A grande dificuldade é mostrar que não se trata de atividade comercial para sobrevivência, mas sim de saúde publica. A venda da carne como vem sendo feita na feira, naquelas barracas de madeira, é crime contra saúde publica segundo as leis brasileiras e o infrator pode até ser preso. Um trabalho de conscientização junto à comunidade deve ser feita para que não se compre carne nestas barracas e ainda denuncie a vigilância sanitária do município. São vários os riscos da comercialização de carne ao ar livre. Ela está sujeita a diversos tipos de contaminação pelo ar, como poeira, fumaça, gases, que podem contaminar a carne de várias formas. O objetivo principal é proteger a saúde da população, evitar com que se consuma uma carne possivelmente contaminada.



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