A votação ocorreu na noite de terça-feira, 4 de novembro de 2025, e teve 12 votos favoráveis, unanimidade entre os presentes. O parlamentar não participou da sessão.
O processo tramitou sob sigilo, por envolver uma denúncia de assédio sexual feita por uma servidora da Câmara. A identidade da denunciante foi preservada a pedido da defesa. Apesar do sigilo, o plenário estava cheio, com presença de populares, servidores municipais e representantes de entidades civis. A sessão foi marcada por discursos tensos, aplausos e protestos.
Antes da votação, Rogério Rocha fez sua defesa na tribuna. Disse conhecer a servidora “há mais de 20 anos” e que ambos mantinham uma “amizade construída no tempo”. Também rebateu críticas e citou a ex-vereadora de Jequié, Rita Rodrigues, militante feminista e irmã do governador Jerônimo Rodrigues.
Após a fala do vereador, o advogado Jesiel também se pronunciou, alegando falhas no processo administrativo e cerceamento de defesa. Em seguida, ambos deixaram o plenário.
A presidente da Comissão de Ética, vereadora Núbia Louzado, defendeu a decisão e afirmou que o processo respeitou o regimento. O relator, Rodrigo Dias, destacou que a suspensão segue o Código de Ética do Legislativo.
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