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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o calendário oficial das eleições de 2022. Este ano, o pleito será para escolha de presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno será no dia 2 de outubro. Já um eventual segundo turno ocorrerá no dia 30 do mesmo mês.

Vale lembrar que a votação vai começar às 8h e terminar às 17h. Este ano, o horário de início da votação será uniformizado pelo horário de Brasília em todos os estados e no Distrito Federal.

A data limite para o eleitor solicitar a emissão de seu título será o dia 4 de maio. Vale destacar que o voto é obrigatório para brasileiros maiores de 18 anos, e facultativo para analfabetos, maiores de 70 anos e jovens com idade entre 16 e 17 anos. O cidadão que vai completar 16 anos em 2022, até o dia 2 de outubro, poderá solicitar a emissão do título a partir de janeiro. Aqueles que já atingiram essa idade, podem fazer o alistamento eleitoral.

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Caso o cidadão já tenha o documento, ele deve checar se está em situação regular ou se há necessidade de quitar algum débito e solicitar a regularização do cadastro. A data limite para a regularização e transferência de título também é 4 de maio, como explica o advogado e professor de Direito Constitucional, Antonio Carlos de Freitas Jr..

“Se a pessoa mudou de município ou até mesmo para outra zona eleitoral dentro da mesma cidade, ela precisa mudar seu título, para votar em uma escola mais próxima. Mas, há outras datas às quais o eleitor precisa ficar atento como fiscal, como por exemplo, o limite de início da propaganda eleitoral, que poderá começar no dia 16 de agosto”, destaca.

No dia 16 de agosto, portanto, está liberada a realização de comícios, pedido de voto, distribuição de material gráfico e uso da internet. E no dia 26 de agosto, os candidatos iniciam a propaganda eleitoral no rádio e na TV. Mas antes mesmo disso, começa o prazo para que todos os candidatos recebam a mesma atenção em veículos de comunicação.

“Está vedado, a partir de 6 de agosto, tratamento desigual na mídia. Ou seja, não pode haver nenhum tipo de programação que mostre um candidato mais do que outro. Poderá haver divulgação jornalística, inclusive debates, mas sem aparecimento desigual ou privilegiado de qualquer candidatura”, afirma Freitas Jr.

No entendimento de Freitas Jr., as atenções também devem estar voltadas para a denúncia da compra de votos. “Se o eleitor souber que existe candidato oferecendo algum tipo de benefício, seja qual for, mesmo que não seja financeiro, como um favor ou uma carona, até um brinde, isso é entendido como um favorecimento que é impedido pela legislação eleitoral”, pontua.

Campanha antecipada; abuso de poder político, financeiro e de comunicação; disseminação de fake news, além da compra de votos, estão entre os crimes mais comuns no processo eleitoral. O crime de campanha antecipada ocorre quando o candidato declara candidatura antes do período oficial, ou pede voto fora do período pré-estabelecido.

“Um ponto importante de preocupação quanto a crimes eleitorais é a questão da fake news. Nós vamos ter todo um aparato da Justiça Eleitoral para coibir notícias mentirosas. São ilícitos eleitorais, que precisam ter a fiscalização dos órgãos de controle, da Justiça Eleitoral e dos eleitores, que devem estar atentos”, destaca Freitas Jr.

Tanto o alistamento (primeira via do título) quanto a regularização podem ser solicitados pelo sistema Título Net, no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Assista ao vídeo com passo a passo.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o calendário oficial das eleições de 2022. Este ano, o pleito será para escolha de presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno será no dia 2 de outubro. Já um eventual segundo turno ocorrerá no dia 30 do mesmo mês.

Vale lembrar que a votação vai começar às 8h e terminar às 17h. Este ano, o horário de início da votação será uniformizado pelo horário de Brasília em todos os estados e no Distrito Federal.

A data limite para o eleitor solicitar a emissão de seu título será o dia 4 de maio. Vale destacar que o voto é obrigatório para brasileiros maiores de 18 anos, e facultativo para analfabetos, maiores de 70 anos e jovens com idade entre 16 e 17 anos. O cidadão que vai completar 16 anos em 2022, até o dia 2 de outubro, poderá solicitar a emissão do título a partir de janeiro. Aqueles que já atingiram essa idade, podem fazer o alistamento eleitoral.

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Caso o cidadão já tenha o documento, ele deve checar se está em situação regular ou se há necessidade de quitar algum débito e solicitar a regularização do cadastro. A data limite para a regularização e transferência de título também é 4 de maio, como explica o advogado e professor de Direito Constitucional, Antonio Carlos de Freitas Jr..

“Se a pessoa mudou de município ou até mesmo para outra zona eleitoral dentro da mesma cidade, ela precisa mudar seu título, para votar em uma escola mais próxima. Mas, há outras datas às quais o eleitor precisa ficar atento como fiscal, como por exemplo, o limite de início da propaganda eleitoral, que poderá começar no dia 16 de agosto”, destaca.

No dia 16 de agosto, portanto, está liberada a realização de comícios, pedido de voto, distribuição de material gráfico e uso da internet. E no dia 26 de agosto, os candidatos iniciam a propaganda eleitoral no rádio e na TV. Mas antes mesmo disso, começa o prazo para que todos os candidatos recebam a mesma atenção em veículos de comunicação.

“Está vedado, a partir de 6 de agosto, tratamento desigual na mídia. Ou seja, não pode haver nenhum tipo de programação que mostre um candidato mais do que outro. Poderá haver divulgação jornalística, inclusive debates, mas sem aparecimento desigual ou privilegiado de qualquer candidatura”, afirma Freitas Jr.

No entendimento de Freitas Jr., as atenções também devem estar voltadas para a denúncia da compra de votos. “Se o eleitor souber que existe candidato oferecendo algum tipo de benefício, seja qual for, mesmo que não seja financeiro, como um favor ou uma carona, até um brinde, isso é entendido como um favorecimento que é impedido pela legislação eleitoral”, pontua.

Campanha antecipada; abuso de poder político, financeiro e de comunicação; disseminação de fake news, além da compra de votos, estão entre os crimes mais comuns no processo eleitoral. O crime de campanha antecipada ocorre quando o candidato declara candidatura antes do período oficial, ou pede voto fora do período pré-estabelecido.

“Um ponto importante de preocupação quanto a crimes eleitorais é a questão da fake news. Nós vamos ter todo um aparato da Justiça Eleitoral para coibir notícias mentirosas. São ilícitos eleitorais, que precisam ter a fiscalização dos órgãos de controle, da Justiça Eleitoral e dos eleitores, que devem estar atentos”, destaca Freitas Jr.

Tanto o alistamento (primeira via do título) quanto a regularização podem ser solicitados pelo sistema Título Net, no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Assista ao vídeo com passo a passo.

O diretor de "Não Olhe para Cima", Adam McKay, fez uma crítica ao presidente Jair Bolsonaro numa mensagem que publicou no Twitter na noite deste domingo. "Bolsonaro certamente pediria que as pessoas não olhassem para cima", escreveu, numa referência ao próprio filme, sobre um cometa que se aproxima da Terra e ameaça a humanidade na trama em que a chefe de Estado, interpretada por Meryl Streep, pede que a população não acredite nos astrônomos. 

A publicação de McKay surgiu como resposta a um artigo que Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil, publicou no jornal O Globo comparando o PT ao cometa do filme. "Olhe para cima. Ao fazer isso e pensar no dia seguinte da eleição, não optará pelo cometa do PT", escreveu.

O terceiro filme mais visto da história da Netflix, “Não Olhe para Cima” despertou comparações com a política brasileira desde que estreou, em dezembro. Para boa parte dos internautas, a personagem de Streep pode ser comparada a Bolsonaro, que com a política negacionista não acreditando na ciência desde o início da pandemia.

 

Após fortes especulações dos bastidores da política baiana,  teve a confirmação do MDB sobre a filiação do ex-deputado federal Luiz Argôlo.  que vai tentar voltar para a Câmara Federal em 2023. A informação foi divulgada inicialmente pelo site Políticos do Sul da Bahia e depois confirmada pelo bahia.ba com emedebistas baianos.

Apesar de ainda jovem, Argôlo tem um histórico político muito forte no estado da Bahia, principalmente na região de Entre Rios, sua cidade natal, onde seu irmão é o atual prefeito. Luiz já ocupou os cargos de vereador, pelo antigo PFL, no período de 2000 a 2001; prefeito pelo PP no período de 2002 a 2002; deputado  estadual no período de 2003 a 2006, sendo reeleito para o período de 2007 a 2011, ambos pelo PP e deputado federal pelo mesmo partido entre os anos de 2011 a 2014, onde posteriormente se filiou ao Solidariedade.

A notícia foi festejada por lideranças políticas de todo o estado, principalmente na região Metropolitana, Litoral Norte, Recôncavo, entre outros municípios da Bahia, pois apesar de estar afastado da política, até o momento é considerado por muitos, o político que mais trouxe obras e desenvolvimento por onde foi representante.

Nos bastidores, o ex-parlamentar já está se movimentado para conseguir apoios para pavimentar o caminho até Brasília. Ele foi condenado a 12 anos e 8 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato.  
 
Sem aderir a delação premiada, na qual os acusados são premiados para se livrar da condenação, Argolo passou a ser um homem de confiança nos meios políticos. Já que preferiu ser condenador ao vez de criar situação para a diminuição da pena. 
Luiz Argôlo foi condenado em 2015, ficou preso em Curitiba e, em 2018, foi transferido para Salvador e foi solto após 4 ano de prisão.
O presidente Bolsonaro após ter gastado R$ 2,4 milhões durante as férias, de recesso do em Santa Catarina, em uma nota divulgada no início da manhã desta segunda-feira (3), a Secretaria Especial de Comunicação da Presidência (Secom), informou que o presidente Jair Bolsonaro passa bem após ter sido internado com obstrução abdominal. Bolsonaro sentiu dores abdominais durante as férias em Santa Catarina e, na madrugada, foi hospitalizado em São Paulo.

"A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) informa que o Presidente da República, Jair Bolsonaro, após sentir um desconforto abdominal, deu entrada no Hospital Nova Star, em São Paulo, na madrugada desta segunda-feira (3), para a realização de exames. A Secom informa, ainda, que o Presidente passa bem e que mais detalhes serão divulgados posteriormente, após atualização do boletim médico", informou a Secom.

O hospital Vila Nova Star disse em boletim médico que não há previsão de alta e que Bolsonaro está estável e em tratamento.
 
O presidente mesmo com as enchentes no país que deixou milhares de pessoas desabrigadas inclusive com mortes, principalmente  na Bahia, não se compadeceu  do momento de tristeza das famílias que perderam tudo, preferindo a diversão e entretenimento.  Quando se esperava solidariedade do presidente junto aos desabrigados ou pelo menos que após férias pagas com dinheiro público tivesse uma explicação o porque preferiu laser, ignorando o sofrimento de milhates de brasileiros, veio a informação da enfermidade do presidente.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) negou nesta terça-feira (14) que seu segurança tenha agredido jornalistas em evento na Bahia no último domingo (12) e chamou o episódio de "cascata".

"A imprensa agora está acusando que o meu pessoal ofendeu jornalista lá na Bahia. Mostra as imagens", disse o presidente a apoiadores no Palácio da Alvorada.

"A mulher da Globo deu uma pancada num colega meu lá da segurança lá...[A jornalista] Fez corpo de delito? Não fez nada, pô. Só cascata."

Eleitores do presidente, no cercadinho, concordavam com o que ele dizia. Uma mulher classificou o episódio como "absurdo".
A declaração do chefe do Executivo se deu enquanto ele comentava que "de vez em quando" é sem educação. "Sou mesmo, mas não com o povo", disse Bolsonaro, que em seguida falou do episódio de domingo.

Jornalistas das TVs Bahia e Aratu, afiliadas da Rede Globo e do SBT, respectivamente, foram agredidos por seguranças e um apoiador do presidente em Itamaraju, uma das cidades afetadas pelas enchentes no sul da Bahia.
As agressões, de acordo com comunicado da TV Globo, ocorreram no estádio Juarez Barbosa, onde o helicóptero utilizado pelo presidente pousou no domingo.

De acordo com a emissora, a repórter da TV Bahia foi vítima de uma "espécie de mata-leão" por um segurança da Presidência quando Bolsonaro caminhava pelo campo de futebol.
Outro foco de confusão ocorreu quando o presidente subiu na caçamba de uma picape em que desfilou na cidade. As imagens da TV mostram um segurança do presidente ameaçando o repórter da TV Aratu após o microfone resvalar em seu braço.

"Se bater de novo vou enfiar a mão na sua cara", disse ele. Em seguida, um apoiador do presidente puxou os microfones das duas equipes.

Em nota, a TV Globo afirmou que as agressões "mostram que já passou da hora de a Procuradoria-Geral da República dar o seu parecer na ação que corre no Supremo [Tribunal Federal], tendo como relator o ministro Dias Toffoli".
A nota faz referência à ação da Rede Sustentabilidade no Supremo para proibir o presidente Jair Bolsonaro de atacar ou incentivar ofensas ou agressões à imprensa e aos profissionais da área.

A emissora afirmou ainda que, "se os seguranças agem por conta própria, a Presidência deve ser responsabilizada por omissão". "Se agem seguindo ordens superiores, a Presidência deve ser responsabilizada por atentar contra a liberdade de imprensa", completou.
A Presidência da República não se manifestou oficialmente sobre o episódio.

A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) divulgou nota repudiando as agressões e afirmando que as autoridades precisam orientar a equipe de segurança do presidente para que respeitem o trabalho dos jornalistas, "pois lamentavelmente esse tipo de agressão vem se repetindo".

A relação do presidente com a imprensa foi conturbada por todo seu mandato. Durante a pandemia, os ataques se acentuaram. Chegou a dizer que a Folha de S.Paulo não teria "moral" para perguntar. "Cala boca", disse à reportagem do jornal, em maio de 2020.

Pesquisa Ipec divulgada nesta terça-feira (14) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro(PL):

Ótimo/bom: 19%  — Regular: 25%  — Ruim/péssimo: 55%  — Não sabe/não respondeu: 1%

Na pesquisa anterior, feita em setembro, o percentual de ótimo/bom era 22%; o de regular, 23%; e o de ruim/péssimo, 53%. O percentual dos que não sabiam/não responderam não se alterou (1%).

A pergunta feita pelo instituto foi: “Na sua avaliação, o governo do presidente Jair Bolsonaro está sendo”, com as opções “ótimo”, “bom”, “regular”, “ruim” ou “péssimo”.
Somados, os itens “ótimo” e “bom” correspondem ao percentual de aprovação da administração; e os itens “ruim” e péssimo”, ao de reprovação.

O levantamento do Ipec foi feito de 9 a 13 de dezembro e ouviu 2.002 pessoas em 144 municípios. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança, de 95%.

Um dos aspectos pesquisados diz respeito à aprovação da maneira de governar do presidente. Nesse caso, a pergunta feita foi: "E o(a) sr(a) aprova ou desaprova a maneira como o presidente Jair Bolsonaro está governando o Brasil?" Sobre este quesito, os resultados foram:

Aprova: 27%  — Desaprova: 68%  — Não sabe/não respondeu: 4%

No levantamento anterior, 28% dos entrevistados aprovavam a maneira de governar de Bolsonaro, 68% desaprovavam e 4% não souberam ou não responderam.

A pesquisa também fez a pergunta: "E o(a) sr(a) confia ou não confia no presidente Jair Bolsonaro?" Os percentuais foram:

Confia: 27%  — Não confia: 70%  — Não sabe/não respondeu: 3%

No levantamento anterior, 28% dos entrevistados diziam confiar em Bolsonaro, 69% diziam não confiar e 3% não souberam ou não responderam.

 

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