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A 12ª rodada da pesquisa Genial/Quaest mostra um avanço do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na média dos três cenários pesquisados, Lula tem 47% das intenções de votos, 1 ponto percentual a mais do que em maio. O presidente Jair Bolsonaro (PL) vem em segundo lugar com 29%. Ciro Gomes (PDT) tem 7%; André Janones (Avante), 2%; Simone Tebet (MDB), 1%; e Pablo Marçal (PROS), 1%.

Os demais candidatos (Vera Lúcia, Eymael, Sofia Manzano, Felipe d’Ávila, Luciano Bivar e general Santos Cruz) não pontuaram. Com esse resultado, Lula seria eleito presidente no primeiro turno.

A vantagem de Lula está relacionada à piora na percepção do eleitor sobre a economia. Para 56%, a economia "influencia muito" a escolha do voto. Outros 44% disseram que a economia é o maior problema do país. Entre os temas econômicos, pela primeira vez, a inflação foi o item mais citado, com 23%.

Seis de cada dez eleitores acham que a economia piorou nos últimos seis meses e 57% reclamaram de dificuldades para pagar as contas. Perguntados sobre quem é o maior responsável pela alta dos preços dos combustíveis, 28% dos eleitores responderam Bolsonaro e 16%, a Petrobras. Em um mês, a reprovação ao governo Bolsonaro subiu de 46% para 47% e é majoritária em todas as faixas de renda, gênero e idade.

Nas indicações de primeiro turno, Lula vence nas regiões Nordeste (com 69%) e Sudeste (44%), as mais populosas.

O pré-candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) esteve na noite desta sexta-feira (27) em Jequié, no Médio Rio de Contas, Sudoeste baiano. Segundo a pré-campanha, estiveram no encontro prefeitos, vereadores e lideranças de mais de 30 municípios da região.
Neto foi recepcionado pelo prefeito Zé Cocá (PP). Antes do evento, o ex-prefeito de Salvador concedeu uma entrevista coletiva e fez um percurso pelo município ao lado do deputado federal Cacá Leão (PP), pré-candidato ao Senado. 

“Nessa caminhada em nossa pré-campanha, a gente vem recebendo novos apoios, adesões diárias de prefeitos, vereadores, lideranças de toda a Bahia. Agora, teve um apoio que para mim foi muito especial. Teve um apoio que, pra mim, marcou e fez toda a diferença. Zé Cocá chegou para garantir ainda mais solidez e força a essa nossa luta, além de ser uma jovem revelação da gestão pública do nosso estado”, disse Neto. 
 
Entre os prefeitos que participaram do ato com Neto estavam Delmar Ribeiro, de Aiquara; Marcelo Pedreira, de Governador Mangabeira; Tunga Bastos, de Iramaia; Doutor Olival Andrade, de Itagi; Adonias Rocha, de Boa Nova; Rodrigo Andrade, de Aurelino Leal, e Eri, de Apuarema. Ainda participaram do encontro político deputados estaduais e federais.

O ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo disse que o escândalo da compra de caminhões de lixo a preços superfaturados, revelado pelo Estadão, é parte da “velha política”, e que pode custar a reeleição de Jair Bolsonaro, ao afastar eleitores que votaram no capitão reformado do Exército acreditando no fim de práticas corruptas. Araújo, que deixou o governo em março de 2021, também afirmou que os brasileiros não aceitam mais “Ciros Nogueiras comandando a política, distribuindo cargos e direcionando o Orçamento”.

Na segunda-feira, 23, o Estadão mostrou como uma emenda do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, foi usada para comprar um caminhão de lixo da empresa de uma amiga dele.

“Em 2018, ao elegerem Jair Bolsonaro, os brasileiros disseram que não aceitavam mais Ciros Nogueiras comandando a política, distribuindo cargos e direcionando o Orçamento. Em 2022 vemos justamente Ciro Nogueira e seus amigos comandando a política, distribuindo cargos e direcionando o Orçamento, da maneira que sempre fizeram, como a investigação do Estadão está mostrando”, disse Araújo à reportagem, por mensagem de texto. “Isso é muito triste para todos os que acreditamos e nos dedicamos a um grande projeto de regeneração nacional.

Além de Ernesto Araújo, outros integrantes da antiga “ala ideológica” do governo de Jair Bolsonaro também criticaram o envolvimento de Ciro Nogueira no esquema dos caminhões – a explosão na compra de caminhões de lixo por parte do governo coincide com a entrada de políticos do Centrão no primeiro escalão da administração federal, e com a perda de poder de ex-ministros ligados à militância de direita de Bolsonaro. Após analisar milhares de documentos, a reportagem do Estadão encontrou indícios de superfaturamento em editais que somam ao menos R$ 109,3 milhões.

No Twitter, o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub disse, em tom de ironia, não acreditar que Ciro Nogueira esteja envolvido com o escândalo dos caminhões de lixo. “Os valores mencionados são ‘modestos’. Acho que o ministro Ciro Nogueira é muito maior que isso”, disse Weintraub, que é pré-candidato ao governo de São Paulo pelo Brasil 35 (antigo Partido da Mulher Brasileira, PMB).

Para Ernesto Araújo, o escândalo, que ficou conhecido como “Bolsolão do Lixo” nas redes sociais, afasta eleitores de Bolsonaro. “O pior é que, se o presidente Bolsonaro sacrificou o projeto original em nome da reeleição, aliando-se à velha política, agora essa aliança pode arrastá-lo para a derrota eleitoral, pois escândalos como esse dos caminhões de lixo vão afastar ainda mais eleitores. Pessoalmente, espero que o presidente enxergue que o caminho para a reeleição passa por repudiar o Centrão e reassumir seu compromisso original de mudar o Brasil”, disse ele.

Reportagem do Estadão mostrou como o ministro da Casa Civil direcionou dinheiro de uma emenda parlamentar dele para a compra de um caminhão de lixo fornecido pela empresa de uma amiga pessoal. Carla Morgana Denardin é uma das proprietárias do grupo automotivo Mônaco, que venceu licitações para a compra de caminhões da Codevasf do Piauí – o órgão é comandado por Inaldo Guerra, indicado de Ciro Nogueira. Depois, o município de Brasileira (PI) aderiu à ata da Codevasf e usou uma emenda de R$ 240 mil do ministro para comprar um caminhão compactador de lixo.

O Estadão mostrou ainda que parte das licitações com indícios de sobrepreço foi vencida por empresas com indícios de serem de fachada ou controladas por laranjas. É o caso de duas microempresas sediadas em Goiânia: a Fibra Distribuição e Logística Eireli e a Globalcenter Mercantil Eireli. Esta última é sediada em uma casa abandonada e tomada pelo mato na periferia da capital de Goiás. Já a Fibra Distribuição pertence, pelo menos no papel, a um dono que recebeu auxílio emergencial do governo federal durante a pandemia.

Juntas, as duas somam mais de R$ 20 milhões em caminhões de lixo licitados para o governo. Parte da verba para os veículos chegou às empresas por meio de emendas do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), que admitiu ao Estadão ter pressionado pela entrega das máquinas. O caso foi revelado em reportagem desta terça-feira, dia 24.

Procurado, o ministro Ciro Nogueira não tem se manifestado sobre a compra de caminhões.

O deputado estadual e ex-petroleiro, Rosemberg Pinto (PT), se posicionou, na tarde de hoje (24), sobre a acusação, movida por seu partido na Justiça Federal do DF, que torna o ex-juíz Sérgio Moro réu por alegados prejuízos à Petrobras. A ação popular fundamenta a acusação nos desvios de finalidade, excessos e abusos cometidos, durante a operação Lava Jato, e toda instabilidade econômica gerada, de alto custo social ao país. O Tribunal de Contas da União estima um prejuízo de R$18 bilhões na estatal.

Para o parlamentar e ex-dirigente da empresa, as decisões equivocadas de Moro e que foram desmistificadas pelos tribunais superiores, levou a Petrobras a um prejuízo altíssimo e, obviamente, o estado que detém 38% das ações. “O ex-juíz Sérgio Moro, agora está do outro lado da mesa. A cada dia, fica mais claro a parcialidade de quem nunca agiu como magistrado e sim como um político, e dos ruins, que se utiliza da estrutura do Estado para se credenciar. Ao usar sua função para agir politicamente, ele acaba cometendo um deslize, um crime, e também vira réu. Espero que a Justiça faça com que ele possa ser responsabilizado pelo prejuízo causado, em especial à Petrobras”, analisa.

“Foi a partir daí, que ele negociou (segundo Bolsonaro) uma possível ida para Supremo Tribunal Federal, virou ministro da Justiça e, depois, por não ter conseguido o protagonismo que queria, acabou pedindo para sair e se candidatando à presidência (vaga que não mais pleiteia). Usou o prestígio que ganhou para trabalhar para as empresas que ele mesmo condenou. É uma sucessão de crimes cometidos que descaracteriza ele, não só como juiz, mas como uma pessoa proba. Quem age dessa maneira, não merece o respeito da sociedade. Alguém que tenta simular que mora num lugar, quando na verdade, mora em outro, apenas para lhe dar domicílio eleitoral. Uma pessoa dessas não tem a menor capacidade de atuar com seriedade no campo da política”, enumera.


O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi ao município de Jardim de Piranhas (RN) no início do ano para participar de um evento de celebração da chegada das águas da transposição do rio São Francisco ao estado.
Antes da cerimônia, colocou chapéu de couro, roteiro tradicional de candidatos à Presidência da República em visitas ao Nordeste, e participou de uma "jeguiata" ao lado de ministros e apoiadores.

À época, faltavam oito meses para a disputa pelo Palácio do Planalto. Desde então, o presidente passou a viajar mais e a priorizar agendas de caráter político-eleitoral. Neste ano, ele deixou Brasília mais do que o dobro de vezes em relação ao mesmo período de 2021.

De janeiro a meados de maio de 2021, Bolsonaro esteve em viagem em 18 dias. Em 2022, foram 41 dias com deslocamentos para fora da capital.
O número também é superior aos dois primeiros anos do mandato: em 2019, foram 33 dias com viagens e, no ano anterior, 20.

Os deslocamentos de muitas autoridades foram afetados pela pandemia da Covid-19, que teve seus momentos mais agudos no Brasil em 2020 e no ano passado. Bolsonaro, no entanto, sempre foi um crítico de restrições relacionadas ao vírus, inclusive viagens.

A lei obriga autoridades a divulgarem seus compromissos. O levantamento foi feito com base na agenda oficial do presidente, que às vezes não contabiliza deslocamentos de final de semana e motociatas. O entendimento do Planalto é que esses são compromissos privados.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-governador Geraldo Alckmin lançaram neste sábado (07/05) a pré-candidatura de sua chapa ao Palácio do Planalto, em um evento em São Paulo que formalizou a união dos dois ex-adversários para enfrentar o presidente Jair Bolsonaro e deu o contorno do discurso político que será usado por ambos até outubro.

Além do PT e do PSB, a chapa conta com Solidariedade, PSOL, PCdo B, Rede e PV. Antigo adversário de Lula, o ex-governador paulista, de perfil conservador, começou uma aproximação com o petista no fim do primeiro semestre de 2021, um lance que inicialmente provocou incredulidade entre observadores políticos.

A jogada de agregar um vice de um espectro político diferente não é uma novidade para Lula, que em 2002 foi eleito tendo o empresário José Alencar como companheiro de chapa. Mas a formação de uma chapa com um antigo adversário político – Lula e Alckmin se enfrentaram nas eleições presidenciais de 2006 – é uma das escolhas mais ousadas que Lula fez em sua carreira política e enfrentou resistência dentro do PT.

O ex-governador paulista foi diagnosticado com covid-19 na sexta-feira e fez seu discurso por meio de vídeo, estruturado em três eixos. Um deles foi assegurar que será um vice leal a Lula, para tentar dirimir críticas ao seu nome entre os petistas, em parte ainda traumatizados pela experiência de Michel Temer ter participado das articulações pelo impeachment de Dilma Rousseff e céticos sobre o benefício eleitoral da aliança.

O Progressistas Bahia confirmou nesta terça-feira (3) que o vice-governador João Leão não será mais candidato ao Senado Federal. Ele abriu mão da pré-candidatura, que será assumida pelo filho, o deputado federal Cacá Leão. João vai disputar uma vaga na Câmara.

A decisão foi tomada para preservar a saúde do vice-governador, em virtude da extensa agenda e ritmo intenso da pré-campanha pelo interior da Bahia. Ele tem acompanhado ACM Neto (União Brasil), pré-candidato ao governo do estado, nas viagens.

"O PP e, em particular, João Leão, mesmo com todo vigor e animação que lhe são peculiares, entendem que Neto e Cacá trarão esse novo horizonte de transformação que a Bahia precisa", diz nota do partido. "Cacá está preparado para a nova missão, tem juventude e goza de reconhecida competência no exercício do seu mandato no parlamento federal".

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