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A futura primeira-dama do Brasil a paranaense, de 56 anos Rosângela da Silva (Janja)  concedeu uma entrevista ao Fantástico programa dominical da Rede Globo de Televisão. Na conversa com as jornalistas Maju Coutinho e Poliana Abritta, Janja como gosta de ser chamada, disse que quer ressignificar o conteúdo do que é ser uma primeira-dama'.

"Então, quando eu falo em ressignificar não seja ressignificar o conceito propriamente. Mas, na verdade, talvez eu queria ressignificar o conteúdo do que é ser uma primeira-dama. Talvez trazendo algumas coisas importantes de algumas pautas importantes para as mulheres, para as pessoas, para as famílias de modo geral. Talvez seja esse. Um papel mais de articulação com a sociedade civil.” disse Janja.

A futura primeira Dama  disse que não é uma mulher de muitos protocolos. e que prefere estar perto, de querer conversar, de estar olho no olho. "Talvez eu traga um pouco para esse momento que a gente vai viver no Brasil. De estar mais perto, sem muita rigidez" completou.

Janja ainda citou suas prioridades como primeira dama do país. Na questão de violência contra mulheres ela revelou que vai  trabalhar isso com muita força. "Eu quero atuar bastante nisso. Fazer essa discussão com a sociedade. Não é com medida provisória que você resolve essa questão" afirmou. 

A questão da Alimentação, sim, é outro compromisso importante citado por ela. "Que não é só a alimentação saudável, mas garantir a alimentação. 

Ela também admitiu que o racismo vai ser outro ponto importante. "Com certeza, a questão do racismo. que é uma coisa que a gente não consegue mais admitir na sociedade. E, talvez, eu acho que não é uma coisa, mas discutir  um pouco mais com a sociedade de que forma que a gente transforma esse ódio que a gente vive hoje em relações mais afetuosas? Em relações mais saudáveis? E aí a sociedade civil, as instituições da sociedade civil têm um papel importante. Da gente poder fazer esse diálogo com as pessoas que não votaram na gente.”

Janja também admitiu que o há um grande desafio para o futuro presidente Lula. “Talvez despertar um pouco de solidariedade e de compaixão numa parcela da população brasileira que parece que deixou isso perdido em algum lugar. É muito difícil pra mim andar pelas ruas de São Paulo e pensar que tem algumas pessoas que não olham pelo vidro, que não veem que tem famílias inteiras morando na rua. Eu acho que esse vai ser o maior desafio. Da gente reacender a chama da solidariedade na sociedade brasileira. Tem uma parcela da sociedade brasileira que eu acho que ela não tá apagada, acho que ela só precisa ser assoprada. Porque o povo brasileiro é assim, sempre foi uma população da solidariedade e do amor. Então acho que tá latente ali, a gente precisa reacender essa chama”, concluiu.




Ex-integrante do governo Bolsonaro, Regina Duarte aderiu a uma tática infame utilizada pelos nazistas para atacar eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva. A atriz compartilhou uma publicação em seu perfil no Instagram com um “incentivo” para que petistas e pessoas que votaram em Lula coloquem uma estrela do PT na frente de seus estabelecimentos, para que sejam identificados.

Paralelamente, grupos bolsonaristas fazem circular listas de estabelecimentos de simpatizantes de petistas para serem boicotados pelos patriotas e cidadãos de bem do Brasil.

No início da década de 1930, nazistas passaram a identificar estabelecimentos judeus com o desenho de uma estrela, a Estrela de Davi, além de espalhar avisos na Alemanha para que patriotas e cidadãos de bem não comprassem ou utilizassem serviços dos estabelecimentos marcados.

Com o tempo, essa atitude da Alemanha acima de tudo progrediu para a destruição desses estabelecimentos com violência e, posteriormente, prisão e assassinato em massa dos judeus em campos de concentração. Cerca de 5 milhões foram exterminados no genocídio nazista, que ficou conhecido como Holocausto nos livros de História.

Deveria ser uma lição para nunca ser esquecida e repetida. Entretanto, a tática está sendo disseminada nas redes sociais bolsonaristas com o mesmo objetivo de discriminação.

Regina Duarte foi secretária especial de Cultura do governo Bolsonaro e se manteve fiel apoiadora dele durante a campanha eleitoral. Nas redes sociais, ela segue compartilhando notícias falsas, ignorando a marcação e bloqueios do Instagram, e dando seu apoio a manifestações antidemocráticas por um golpe de estado no país.

As manifestações antidemocráticas tem chocado o Brasil ao reproduzir gestos nazistas, fotografados entre simpatizantes do candidato derrotado, apesar da recusa dos envolvidos em admitir essa intenção. O período do 2º turno das recentes eleições presidenciais também trouxe à tona vários fatos preocupantes, relacionados ao nazismo, envolvendo estudantes brasileiros.

Em outubro passado, a polícia prendeu um grupo de jovens acusados de neonazismo, em Santa Catarina, com quem foram encontradas bandeiras nazistas e armas de fogo. Eles estavam envolvidos em disseminações de mensagens de ódio contra minorias e ataques a eleitores de Lula

Conforme prometido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para depois do segundo turno das eleições, o Ministério da Defesa apresentou a auditoria feita sobre as urnas eletrônicas. O estudo, divulgado no fim dessa quarta-feira (09), não encontrou qualquer divergência entre os boletins de urnas analisados e os resultados emitidos pela Justiça Eleitoral, tanto no primeiro como no segundo turno da votação.

De acordo com documento assinado pelo ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, foram 943 boletins de urnas averiguados, sendo 442 no primeiro turno e 501 no segundo.  “Conclui-se que a verificação da correção da contabilização dos votos, por meio da comparação dos Boletins de Urna (BU) impressos com os dados disponibilizados pelo TSE, ocorreu sem apresentar inconformidade”, aponta a auditoria realizada por oficiais de carreira das Forças Armadas, especialistas em tecnologia da informação e segurança cibernética.

“É importante frisar que nenhuma fraude foi apontada. E por que é importante falar em fraude? Porque existe a possibilidade de pedir a cassação do mandato de quem foi eleito se houver fraude na votação, se houver fraude no sistema, isso está na constituição. Por isso é muito importante que o relatório não  aponta fraude", destaca o especialista em direito eleitoral, Alberto Rollo.

Em nota, o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, exaltou a integridade do sistema eleitoral. “O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu com satisfação o relatório final do Ministério da Defesa, que, assim como todas as demais entidades fiscalizadoras, não apontou a existência de nenhuma fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022”.

As entidades fiscalizadoras a que Moraes se refere são as 21 instituições nacionais e internacionais convidadas pela Justiça Eleitoral para acompanhar o processo eleitoral brasileiro. Dentre elas, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Tribunal de Contas da União também realizaram suas auditorias, ambas sem encontrar qualquer divergência nos resultados ou indícios de fraude.

As Eleições Gerais de 2022 marcaram a primeira vez que as Forças Armadas participaram do pleito como entidade fiscalizadora. Nas votações anteriores, os militares ficaram encarregados unicamente da segurança e logística de transporte das urnas.
Sugestões

Apesar do resultado da auditoria, que frustrou grande número de apoiadores do  presidente Bolsonaro, o Ministério da Defesa apresentou ressalvas quanto ao alcance da inspeção feita pelos militares e criticou uma suposta falta de acesso a dados. “De todo o trabalho realizado, observou-se que, devido à complexidade do SEV (Sistema Eletrônico de Votação) e à falta de esclarecimentos técnicos oportunos e de acesso aos conteúdos de programas e bibliotecas, mencionados no presente relatório, não foi possível fiscalizar o sistema completamente, o que demanda a adoção de melhorias no sentido de propiciar a sua inspeção e a análise completas”, afirma o documento.

Além disso, o ministério pediu que a Justiça Eleitoral atenda a sugestão dos técnicos militares de realizar uma investigação técnica para melhor conhecimento da compilação do código-fonte e de seus possíveis efeitos, bem como promover a análise minuciosa dos códigos que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas.

Rollo, no entanto, destaca que o programa das urnas não foi questionado pelas demais entidades fiscalizadoras. “É bom lembrar que o código-fonte ficou à disposição de qualquer interessado, e principalmente os partidos políticos, que lançavam  seus candidatos, desde outubro do ano passado. Então desde outubro do ano passado até aqui, ninguém reclamou do código-fonte, ninguém achou nenhum tipo de inconsistência no código-fonte”, observa o advogado.

Sobre isso, a nota assinada por Moraes afirma que “sugestões encaminhadas para aperfeiçoamento do sistema serão oportunamente analisadas”. Por fim, o presidente da Justiça Eleitoral reiterou que “as urnas eletrônicas são motivo de orgulho nacional, e que as Eleições de 2022 comprovam a eficácia, a lisura e a total transparência da apuração e da totalização dos votos”.


Taxa de mortalidade por câncer de próstata sobe em 25 estados do Brasil nos últimos 14 anos. Os que mais registraram aumentos foram Pará, Amapá, Maranhão, Mato Grosso e Bahia Dados são de levantamento do Observatório de Atenção Primária da Umane com base em dados do Ministério da Saúde, confira nesta tabela os Estados que mais tiveram aumento por 100 mil homens:

UNID. FED.

2006

2020

Checagem
PA

4,4

9,3

111,36%

AP

4,9

9,7

97,96%

MA

6,9

12,6

82,61%

MT

9,4

15,6

65,96%

BA

11,9

19,5

63,87%


 







Fonte: Observatório da Atenção Primária à Saúde da Umane - observatoriodaaps. com. br

A lista completa com as taxas de mortalidade de todos os estados segue abaixo

Em 2020, 15.841 brasileiros morreram em decorrência da doença, uma taxa de 15,3 por 100 mil habitantes. Esse número aumentou 24% em relação a 2010.

89% das mortes são de homens de 65 anos ou mais;
50% são brancos, 11% pretos e 36% pardos;
Em 2021, o valor médio das internações no SUS para tratar este tipo de câncer foi de R$3.257,00;
Em 2008, foram 33.858 internações. Enquanto que, em 2021, foram 29.694, uma redução de 12%.


UNID. FED. 2006 2020 Aumento Percentual Aumento em Pontos percentuais
PA 4,4 9,3 111,36% 4,9
AP 4,9 9,7 97,96% 4,8
MA 6,9 12,6 82,61% 5,7
MT 9,4 15,6 65,96% 6,2
BA 11,9 19,5 63,87% 7,6
GO 8,6 13,8 60,47% 5,2
AM 5,4 8,2 51,85% 2,8
AL 8,2 12,4 51,22% 4,2
RO 7,5 10,9 45,33% 3,4
TO 9,6 13,5 40,63% 3,9
ES 12,3 16,8 36,59% 4,5
PB 11,8 16 35,59% 4,2
MG 11,6 15,2 31,03% 3,6
RN 13 16,9 30,00% 3,9
SC 11,3 14,5 28,32% 3,2
PE 13,8 17,6 27,54% 3,8
PI 11,1 13,7 23,42% 2,6
PR 14,5 17,6 21,38% 3,1
SE 13,2 15,9 20,45% 2,7
CE 12,9 15,5 20,16% 2,6
RR 6,7 8 19,40% 1,3
RS 17,7 21,1 19,21% 3,4
D F 9,7 11,4 17,53% 1,7
SP 12,1 13,9 14,88% 1,8
RJ 16 18 12,50% 2
MS 15,5 14,8 -4,52% -0,7
AC 9,8 7,4 -24,49% -2,4

 


O técnico Tite anunciou nesta segunda-feira, na sede da CBF, no Rio de Janeiro, os 26 jogadores que vão defender a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2022. A grande surpresa foi a presença do lateral-direito Daniel Alves, que está no Pumas, do México.

Os convocados pelo treinador vão se apresentar na próxima segunda-feira, em Turim, onde a Seleção permanecerá até o dia 19, quando seguirá para o Catar.
A Copa do Mundo 2022 será disputada de 20 de novembro a 18 de dezembro. A Seleção estreará no dia 24, contra a Sérvia. Os outros dois times do Grupo G são Suíça e Camarões.

Confira os convocados:

Goleiros

    Alisson - Liverpool
    Ederson - Manchester City
    Weverton - Palmeiras

Laterais

    Danilo - Juventus
    Alex Sandro - Juventus
    Daniel Alves - Pumas
    Alex Telles - Sevilla

Zagueiros

    Militão - Real Madrid
    Marquinhos - PSG
    Thiago Silva - Chelsea
    Bremer - Juventus

Meio-campistas

    Bruno Guimarães - Newcastle
    Casemiro - Manchester United
    Fabinho - Liverpool
    Fred - Manchester United
    Paquetá - West Ham
    Everton Ribeiro - Flamengo

Atacantes

    Neymar - PSG
    Vinicius Júnior - Real Madrid
    Antony - Manchester United
    Rodrygo - Real Madrid
    Raphinha - Barcelona
    Richarlison - Tottenham
    Pedro - Flamengo
    Gabriel Jesus - Arsenal
    Gabriel Martinelli - Arsenal

Outros dois jogadores que também não foram chamados para os jogos contra Gana e Tunísia e estão na lista são os atacantes Gabriel Jesus e Gabriel Martinelli, ambos do Arsenal.

Também foi divulgada a numeração que os atletas vão usar nos jogos da Copa do Mundo do Catar
Confira a lista:

Confira a lista:

  1. Alisson
  2. Danilo
  3. T. Silva
  4. Marquinhos
  5. Casemiro
  6. Alex Sandro
  7. Paquetá
  8. Fred
  9. Richarlison
  10. Neymar
  11. Raphinha
  12. Weverton
  13. Dani Alves
  14. Militão
  15. Fabinho
  16. Alex Telles
  17. Bruno Guimarães
  18. Antony
  19. Gabriel Jesus
  20. Vini Jr.
  21. Rodrygo
  22. Bremer
  23. Ederson
  24. Martinelli
  25. Pedro
  26. Everton Ribeiro
A composição, crítica a Bolsonaro, disparou da 40ª para a 1ª posição nacional, reproduzida mais de 1,4 milhão de vezes, ao longo deste domingo (30).

A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição para presidente do Brasil contra Jair Bolsonaro (PL) levou a música Tá na hora do Jair já ir embora ao primeiro lugar da parada diária de músicas mais tocadas do Spotify no Brasil. 

Na manhã desta segunda-feira (31), o hit gravado por Juliano Maderada e Tiago Doidão disparou da 40ª para a 1ª posição nacional, após ser reproduzida mais de 1,4 milhão de vezes. A faixa também chegou ao primeiro lugar do chamado ranking viral mundial da plataforma no Brasil. 

A composição já fazia grande sucesso no dia da votação, quando foi 65ª mais tocada do mundo.
Lançada em 18 de setembro, a música teve um rápido e crescimento nas principais plataformas de streaming neste segundo turno. 

Essa é a primeira vez que uma música composta como peça de campanha eleitoral lidera a maior plataforma de música no Brasil. Na mesma playlist, a segunda posição também foi ocupada por outra canção política, Lula Lá no Funk (O Pai Tá On), de autoria do DJ Fábio ACM. Engajamento político Outro sucesso de Juliano Maderada, Tô Com Saudade do Tempo de Lula também viralizou neste final de semana e estava como a 9ª faixa mais tocada no ranking até a tarde de hoje. 

O ex-professor de matemática, criado em Iguaí (BA), de 48 anos, mudou o formato dos jingles políticos neste ano, como mostrou uma reportagem do portal g1. Com ritmos dançantes típicos do Nordeste e letras provocativas, Juliano Maderada inovou nas composições e fez suas obras tomarem redes sociais como o TikTok e serem executadas nos “paredões”, as caixas de som montadas em carros ou caminhões para festas de rua. 

Um precursor importante foi o jingle genérico O homem disparou, de César Araújo. Uma pisadinha que se tornou fenômeno em algumas eleições municipais de 2020. Foi assim que Juliano “pegou o espírito” e começou uma produção em série de jingles que, hoje, chegam sem esforço aos comícios. 
 
A trajetória nas músicas políticas começou bem antes, em 2011, quando fez a música “Volta meu guerreiro” para Lula. O clipe teve mais de 7 mil visualizações no Youtube em um dia. Já na época, Juliano, que é formado em Agronomia, havia largado a profissão de professor de matemática para se dedicar à carreira musical com a banda Maderada, cujo repertório era baseado no arrocha, ritmo criado na Bahia. 

A trajetória, porém, foi alterada pela pandemia de covid-19, e a posterior recuperação dos direitos políticos de Lula. À reportagem do g1, ele compartilhou que, sem o trabalho com shows, teve a ideia de compor músicas e postar vídeos de apoio ao agora presidente eleito. “Já que funcionou, eu resolvi fazer outra criticando o Bolsonaro. Deu mais certo ainda”, comemorou. 

Com a proximidade da eleição, a música “Tá na hora do Jair já ir embora” foi crescendo cada vez mais e Juliano conseguiu convencer o vocalista da Madeirada, Tiago Doidão, a gravá-la. 
 
Foco em eleger Lula Juliano comenta que após algumas tentativas de contato com a equipe do PT, conseguiu se aproximar de Lula depois de uma conversa com o deputado Paulo Pimenta (PT-RS). 
“Ele me passou para o (fotógrafo) Ricardo Stuckert, que é muito sensível a essas questões”. “Ele me ligou duas vezes e, na terceira, já me botou para falar com o Lula. Fiquei muito emocionado”. No primeiro encontro, em Salvador, Juliano relatou que “Lula passou um tempão com a gente. Ele atrasou o encontro com Daniela (Mercury) e falou: ‘Vou ficar aqui mais um pouquinho com os meninos”, descreveu. 
 
O canal de Juliano no YouTube tem hoje 253 mil inscritos e mais de 42 milhões de visualizações. Apenas o hit “Tá na hora do Jair já ir embora” já ultrapassou os 2,2 milhões de views.
 
No perfil do músico também estão disponíveis outras canções sobre as eleições como “Agora Eu Quero É Lula Lá” e “O Povo Pede Lula”. Apesar do sucesso e de algum retorno financeiro, Juliano destacou ao g1 que o verdadeiro foco era “eleger Lula”. “Eu nunca pensei em fazer sucesso artístico ou financeiro, não estou preocupado se vou sair famoso depois disso”.
Mais um vídeo com afirmação enganosa circula pelas redes sociais para confundir as pessoas. 
As cenas foram gravadas na última terça-feira (4) no gabinete da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quando o atual presidente, ministro Alexandre de Moraes, empossou o novo ministro substituto da Corte ministro Dias Toffoli. 
 
A afirmação que acompanha o vídeo é totalmente inverídica: a fake news diz que Moraes passa o cargo de presidente para o ministro que acaba de tomar posse como substituto. 
 
O que é o cargo de ministro substituto? Toffoli tomou posse no dia 4 de outubro como ministro substituto, que é convocado para atuar apenas quando o titular do cargo não puder comparecer ou se declarar impedido de julgar determinado processo. 
 
O TSE é composto por, no mínimo, sete ministros: três são originários do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois são juristas – advogados com notável saber jurídico e idoneidade. 
 
De acordo com a regra estabelecida pela Constituição Federal, para cada ministro titular, deve haver um substituto, ou seja, igual número (sete) de ministros substitutos nas respectivas categorias. 

Hoje, compõem o TSE nas vagas destinadas ao STF os ministros Alexandre de Moraes (presidente), Ricardo Lewandowski (vice-presidente) e Cármen Lúcia, nos cargos efetivos. 

Os substitutos são os ministros Nunes Marques, André Mendonça e Dias Toffoli, que são convocados para compor o Plenário no caso de ausência dos titulares. 

No entanto, em eventual ausência do presidente do TSE, assume a cadeira o vice-presidente, que hoje é o ministro Lewandowski. Vale lembrar que o mandato do ministro Alexandre de Moraes como presidente do TSE termina dia 3 de junho de 2024. 

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