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Resultados encontrados: Mostrando postagens com marcador Datas comemorativas. Mostrar todas as postagens


Comemorado nacionalmente em 21 de setembro, o Dia da Árvore ganhou ainda mais relevância este ano, após os episódios recentes de queimadas na Amazônia e no Pantanal.
A data tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da preservação do meio ambiente para o equilíbrio do Planeta.
Assim, com o objetivo de difundir a ideia, várias cidades preparam atividades relacionadas ao tema.
 
A árvore é um grande símbolo da natureza e é uma das mais importantes riquezas naturais que possuímos. As diversas espécies arbóreas existentes são fundamentais para a vida na Terra porque: aumentam a umidade do ar graças à evapotranspiração; evitam erosões; produzem oxigênio no processo de fotossíntese;  reduzem a temperatura; fornecem sombra e abrigo para algumas espécies animais além de oferecer frutos para alimentação humana e animais e composto para indústria farmacêutica.

A história verdadeira da Independência do Brasil
Em publicação do 07/09/2017 o jornal da manhã de Marília descreve com teria sido a verdadeira história da Independência do Brasil. A versão "romântica" da Independência do Brasil, aquela que se aprende nos livros de colégio, é muito diferente da história verdadeira diz a publicação. veja:

"A imagem de Dom Pedro I retratada nas grandes pinturas é falsa. Ele não estaria cercado de homens limpos, vestidos em trajes de gala, nem estaria montado em um cavalo quando deu o grito da Independência", esclarece a professora de história Maria Aparecida de Aquino, da USP (Universidade de São Paulo), ressaltando que a imagem de dom Pedro 1º retratada nas grandes pinturas é falsa. Ele não estaria cercado de homens limpos, vestidos em trajes de gala, nem estaria montado em um cavalo quando deu o grito da Independência. "Eram homens cansados, sujos de poeira, nada glamourosos. Passaram por uma viagem longa e Dom Pedro estava montado em um jegue quando declarou a Independência, e não em um cavalo."

Outro mito é que o príncipe regente estaria às margens do rio Ipiranga na hora da Independência. Ele na verdade sofria de problemas intestinais, como diarreia. A versão mais aceita entre os historiadores é que tenha se refugiado em uma colina para se aliviar, porque provavelmente estava passando mal, afirma Maria Aparecida de Aquino.

Além de tudo, ele estava vindo de muito estresse e nervosismo na hora de declarar a Independência. Dom Pedro 1º enfrentou resistência das cortes portuguesas e estava furioso com as cartas que estavam chegando, pedindo que ele voltasse o mais rapidamente possível para Portugal. As cartas eram de sua esposa, princesa Leopoldina, e de José Bonifácio.

Segundo a história contada nos livros didáticos, em 7 de setembro de 1822, ao voltar de Santos, parado às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro recebeu uma carta com ordens de seu pai para que voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e à Corte. Vieram juntas outras duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal, e a outra da esposa, Maria Leopoldina de Áustria, apoiando a decisão do ministro e advertindo: “O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece”.

Maria Leopoldina, então princesa regente do Brasil por conta de uma ausência de Dom Pedro, foi quem assinou o decreto da Independência, declarando o Brasil separado de Portugal. Ela usou seus atributos de chefe interina do governo para fazer uma reunião com o Conselho de Estado, ocasião em que o documento foi assinado.

Impelido pelas circunstâncias, D. Pedro pronunciou a famosa frase “Independência ou Morte!”, rompendo os laços de união política com Portugal. Culminando o longo processo da emancipação, a 12 de outubro de 1822, o Príncipe foi aclamado Imperador com o título de D. Pedro I, sendo coroado em 1 de dezembro.


Hoje é Dia do Gato: Veja Fatos e fakes do comportamento felino

Nesta segunda-feira  dia 17 é comemorado o Dia do Gato. Esses animais com personalidade bem peculiar, pelos lustrosos, já conquistaram o coração de muita gente e vêm povoando cada vez mais casas de brasileiros.

São mais de 22 milhões de felinos no país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Mas muitos tutores ainda têm dúvidas sobre o comportamento desse pet, que costuma ser bem diferente do cachorro, por exemplo.

Segundo Marcio Barboza, médico-veterinário e Gerente Técnico Pet da MSD Saúde Animal, os chamados "gateiros", que são aqueles que têm uma preferência por gatos, amam a autenticidade e personalidade mais independente desses animais. Saber respeitar os seus limites e compreender as peculiaridades do seu comportamento é fundamental para a construção de uma relação saudável e de longo prazo com o animal. 

Abaixo o especialista esclarece cinco fatos e fakes sobre os hábitos desse pet:

• Ao mostrar sua barriga, os gatos mostram submissão ao seu dono - FAKE. Ao contrário dos cães, os gatos não estão mostrando submissão ao ficar de costas para o chão. Em alguns casos, podem até arranhar o tutor ao receber carinho nessa hora. Segundo Marcio, isso acontece porque ao agir dessa forma, os felinos estão demonstrando confiança e podem encarar o contato como uma ameaça a sua dominância do local. Portanto, deixe-o curtir esse momento no cantinho dele, ok?

• Gatos podem ter dificuldade de descer de lugares muito altos - FATO. Não é incomum procurar o gato em casa e encontrá-lo sobre os armários, eletrônicos ou outros lugares mais altos. Isso acontece porque eles gostam de explorar a casa e muitas vezes se sentem seguros nesses locais. Mas quem nunca ouviu histórias de bombeiros que precisam retirar gatinhos das árvores? Essa situação pode acontecer porque esses pets não são anatomicamente projetados para descer de locais muito altos, e podem até sofrer graves quedas. Fique atento!

• Meu gato sabe quando eu estou me preparando para viajar - FAKE. Você já deve ter visto algum vídeo fofo de gatinho entrando dentro da mala de viagem de seu dono enquanto a bagagem é arrumada. Muita gente pensa que é porque o animal reconhece que o tutor irá viajar e está querendo ficar mais próximo. Mas na verdade o pet identifica alguns rituais como uma forma de obter atenção ou um sinal de mudança na rotina. Afinal, antes de sair para uma viagem é quase inevitável se despedir do seu gatinho com uma dose extra de carinho, não é? Pois com o tempo o animal se torna capaz de reconhecer tais sinais e passa a se aproximar para ter mais atenção.

• Gatos derrubam a água da tigela por não enxergar bem - FATO. A visão dos bichanos não é das melhores, já que apresentam por natureza um pouco de miopia. Por isso, muitas vezes, derrubam a comida ou a água por não ver bem os objetivos. Mas Marcio lembra que alguns deles também podem ver na água uma diversão, e derrubar o seu potinho é um tipo de brincadeira.

• Gatos não têm pulgas nem carrapatos - FAKE. Felinos podem sim sofrer muito com pulgas e inclusive obter doenças desses parasitas, como dermatite e anemia infecciosa. Já os carrapatos são mais raros em gatos, mas também podem se alojar no pet. Por isso é importante mantê-lo protegido. "Prefira soluções de longa duração que evitam a reinfestação de seu pet e deixam a casa livre desses parasitas", ressalta o veterinário.
Itiruçu Notícias | Informações Ketchum

Um ano se passou com conquistas e  percas,  erros e acertos, o que nos aguarda para 2020 ?
A poesia de Roberto Pompeu de Toledo nos faz entender melhor com renova-se a esperança em um tempo melhor dizendo:

"Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,  a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante tudo vai ser diferente".

Que neste ano que se inicia vivamos coo muita fé. Que prosperemos e tenhamos dias de bênçãos, de paz, com saúde e que tudo seja feito conforme a vontade de Deus!

Principal causa de morte na Europa e Estados Unidos até o início do século XX, a tuberculose continua sendo um grave problema de saúde pública, tanto no Brasil como em países industrializados, constituindo-se na principal causa de morte por doença infectocontagiosa em adultos, em todo o mundo. Neste domingo, 24 de março, é assinalado o Dia Mundial da Tuberculose.

Para marcar a data, na próxima quinta-feira (28), a partir das 9h, acontece uma Roda de Conversa no Espaço Cultural da Câmara de Vereadores de Salvador, promovida pelo Comitê Baiano de Combate à Tuberculose, contando com a parceria da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), através da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep). As regionais de saúde também promovem palestras e outros eventos para chamar a atenção da população para o risco de contrair a doença.

Lançado em 1982, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares, o Dia Mundial da Tuberculose teve essa data escolhida em homenagem aos 100 anos do anúncio do descobrimento do bacilo causador da tuberculose, ocorrido em 24 de marçode 1882, pelo médico Robert Koch.

A tuberculose é uma doença grave, causada pelo bacilo de Koch, transmitida por meio das gotas da secreção respiratória, que se propagam pelo ar. A doença pode atingir todos os órgãos, em especial os pulmões. Além de tosse por um período prolongado (três a quatro semanas), outros sintomas associados à tuberculose são: febre, suor noturno, falta de apetite, emagrecimento, cansaço fácil, dor no peito e escarro, que pode ser acompanhado de sangue.

A tuberculose é uma doença de transmissão aérea e ocorre a partir da inalação de aerossóis oriundos das vias aéreas, durante a fala, espirro ou tosse das pessoas com tuberculose ativa (pulmonar ou laríngea), que lançam no ar partículas em forma de aerossóis que contêm bacilos.

O tratamento da tuberculose dura no mínimo seis meses, é gratuito, disponibilizado no Sistema Único de Saúde (SUS), e deve ser realizado, preferencialmente em regime de Tratamento Diretamente Observado (TDO).Com o início do tratamento, a transmissão tende a diminuir gradativamente e, em geral, após 15 dias de tratamento, ela encontra-se muito reduzida.

Embora 43 milhões de vidas tenham sido salvas no mundo, por meio de diagnóstico e tratamento efetivo entre 2006 e 2015, a tuberculose está entre as doenças infecciosas que mais mata no Brasil. A Bahia ocupa o 3º lugar com maior carga da doença no país.

Na Bahia, a média é de 4.500 casos diagnosticados anualmente. Destes, apenas 61,8% são curados e o abandono de tratamento chega a 6,1%. Em 2018, foram registrados 4.750 novos casos da doença, desses, 295 foram a óbito. No mesmo ano, Salvador registrou 1.565 casos e 75 óbitos. Este ano, até o dia 26 de fevereiro, na Bahia, 479 pessoas contraíram a tuberculose. Dessas, 21 foram a óbito. Em Salvador, esse número de casos chegou a 175, com sete (7) óbitos.
Ascom Sesab


O Dia Internacional da Mulher ou Dia da Mulher é comemorado anualmente em 8 de março, e não é considerado um feriado nacional.

Trata-se de uma celebração de conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo dos anos, sendo adotado pela Organização das Nações Unidas e, consequentemente, por diversos países.

A luta das mulheres por melhores condições de vida e trabalho começou a partir do final do século XIX, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de 15 horas diárias, os baixos salários e a discriminação de gênero eram alguns dos pontos que eram debatidos pelas manifestantes da época.

De acordo com registros históricos, o primeiro Dia da Mulher foi celebrado nos Estados Unidos em maio de 1908 (Dia Nacional da Mulher), onde mais de 1.500 mulheres se uniram em prol da igualdade política e econômica no país.

Vários acontecimentos levaram à criação de um dia especial para as mulheres. Um deles foi o incêndio numa fábrica de camisas em Nova York, ocorrido em 25 de março de 1911, que mataria 146 pessoas, dessas quais 129 mulheres. O número de vítimas se explica pelas péssimas condições de trabalho e porque uma porta estava fechada para impedir a fuga das trabalhadoras.

Esse incêndio levou à criação do mito de uma suposta greve que teria ocorrido em 8 de março de 1857, em Nova York, que não aconteceu. A confusão foi causada por jornais alemães e franceses na década de 60.

No entanto, o 8 de março teve origem com as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho, durante a Primeira Guerra Mundial (1917). A manifestação, que contou com mais de 90 mil russas, ficou conhecida como "Pão e Paz", sendo este o marco oficial para a escolha do Dia Internacional da Mulher no 8 de março, data que somente foi oficializada em 1921.

Após este conflito e com as transformações trazidas com a Segunda Revolução Industrial, as fábricas incorporaram as mulheres como mão de obra barata. No entanto, devido às condições insalubres de trabalho, os protestos eram frequentes.

Também nas primeiras décadas do século, as mulheres começam a lutar pelo direito ao voto e à participação política.

Apesar disso, por muito tempo, a data foi esquecida e acabou sendo recuperada somente com o movimento feminista nos anos 60. A Organização das Nações Unidas, por exemplo, somente reconheceu o Dia Internacional da Mulher em 1977.

Atualmente, além do caráter festivo e comemorativo, o Dia Internacional da Mulher ainda continua servindo como conscientização para evitar as desigualdades de gênero e a violência  em todas as sociedades.

 


O 25 de dezembro é apenas uma data simbólica, a celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo Papa Libério, no ano 354 d.C. Ninguém faz ideia exata de quando Jesus Cristo nasceu,  afirma estudiosos.


Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.

Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.

Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e uma nova linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como "o sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12) expressam o sincretismo religioso.

As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o "nascimento do deus sol invencível" (Natalis Invistis Solis), e tentaram fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal, por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em junho.

Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.
Fonte de pesquisa: 
Wikipédia, a enciclopédia livre - Natal
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