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O Instituto Butantan pretende iniciar, ainda nesta semana, um pré-cadastro de voluntários para testar a vacina ButanVac. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já autorizou uma primeira fase de testes clínicos em humanos. O desenvolvimento complementar da vacina será todo feito com tecnologia do Butantan.

Até o fim desta semana, o governo paulista deve lançar um site onde os voluntários poderão preencher um pré-cadastro. A fase inicial de estudos em humanos busca avaliar a segurança da vacina e sua capacidade de induzir uma resposta imunológica. A fase foi a única autorizada pela Anvisa, da qual terá a participação de 400 voluntários na primeira etapa. Poderão participar pessoas acima de 18 anos, incluindo os adultos já vacinados ou que já tiveram Covid-19.

Segundo João Doria, governador de São Paulo, as vantagens da ButanVac são o custo reduzido e a fabricação local, sem que seja necessário a importação de insumo farmacêutico ativo (IFA).

O Ministério da Saúde confirmou neste sábado (12) que o Brasil deve receber um lote com três mil doses de vacinas contra a Covid da Janssen. O imunizante chega ao país após a farmacêutica Johnson & Johnson obter autorização do FDA, órgão regulador norte-americano. Apesar de não ter precisado o dia e a hora da chegada das vacinas, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou em entrevista coletiva à imprensa,  que a expectativa é que sejam entregues na terça-feira (15).

"Temos um ponto positivo de que essas doses têm um desconto de 25% ao valor anteriormente acertado e isso ocasiona numa economia de cerca de R$ 480 milhões. Outro ponto é que o pagamento só ocorrerá em relação às doses que efetivamente forem aplicadas", disse Queiroga.

De acordo com reportagem do portal UOL, o ministro observou que a questão do pagamento apenas às doses aplicadas diz respeito ao curto prazo de validade das doses, previsto inicialmente para o dia 27 de junho, mas prorrogado pela FDA para 8 de agosto. Contudo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda precisa verificar a ampliação da validade.

Neste final de semana , o Instituto Butantan entregou ao Ministério da Saúde um novo lote de 800 mil doses da vacina contra Covid-19, Coronavac. Essa remessa faz parte das 5 milhões de doses previstas para serem liberadas ao longo do mês de junho para o Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Essas doses entregues contemplam o segundo contrato firmado com o Governo Federal para a entrega de 54 milhões de vacinas. O primeiro, de 46 milhões, foi cumprido em maio. No total, o Butantan alcança a marca a 48 milhões de vacinas fornecidas desde 17 de janeiro, quando o uso emergencial do imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo o governo estadual de São Paulo, até o final de junho o instituto deve receber um novo lote de 6 mil litros de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção de mais 10 milhões de doses.

No novo Boletim Epidemiológicos publicado na noite desta sexta-feira (11), o município de Brejões, registrou mais um óbito por complicações da covid-19. A paciente de 85 anos, era moradora da sede do Município de Brejões.

Foi registrado desde dia 20 de março de 2020, até esta sexta-feira (11), 614 casos confirmados do covid19, sendo que 543 pacientes já foram recuperados e 57 casos ativos, 14 óbitos por complicações da covid-19, e  62 pacientes suspeitos do novo coronavírus, aguardando o resultado.

O governo dos Estados Unidos nesta quinta-feira (10) a doação de 500 milhões de doses de vacina da Pfizer a 92 países de baixa e média renda. O Brasil não aparece na lista. Segundo a Casa Branca, as vacinas contra a covid-19 serão entregues a países como o Afeganistão, Angola e Fiji. Os países foram definidos pela iniciativa Gavi Covax, da OMS (Organização Mundial da Saúde)

As vacinas começarão a ser enviadas em agosto de 2021. A expectativa do governo dos Estados Unidos é de que, até o final do ano, 200 milhões de vacinas sejam entregues. Outros 300 milhões de doses devem ser enviadas no primeiro semestre de 2022. 

"Enquanto o vírus estiver a solta no mundo há risco de mutações que podem atacar nossas pessoas e isso diminui o crescimento da economia e enfraquece os governos", afirmou Biden em discurso horas após o anúncio da Casa Branca. Biden ainda ressaltou que as doações estão sendo feitas para salvar vidas e acabar com a pandemia "sem comprometimento ou pressão por concessões e favores"

Na semana passada, os Estados Unidos anunciaram que o Brasil e países da América do Sul receberão 6 milhões de doses de vacina via Covax Facility. Ainda não há detalhes oficiais sobre o número de imunizantes que o Brasil vai receber. Como as vacinas doadas exigem duas doses, o total que chegará neste primeiro momento à América Latina e Caribe será suficiente para imunizar 3 milhões de pessoas , a região tem mais de 438 milhões de habitantes.

O  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou, na tarde desta quinta-feira (10), que pretende, junto com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, editar um ato que “desobriga” o uso de máscara no Brasil por pessoas que já foram infectadas pela Covid-19 ou já tenham sido vacinadas.

A fala do presidente ocorreu durante um evento no Palácio do Planalto. Na ocasião, o presidente voltou a defender o tratamento precoce e o uso de medicações sem comprovação científica para o tratamento da doença. Também voltou a criticar as medidas de distanciamento social implementadas por gestões estaduais, acusando governadores pelas dificuldades econômicas enfrentadas pela população.

O uso obrigatório de máscara em território brasileiro está amparado na Lei 14.019/20, sancionada em julho de 2020. De acordo com a comunidade científica, o uso da máscara constitui uma barreira essencial de combate à proliferação do vírus. Diversos Estados, a exemplo da Bahia, também aprovaram, ainda em 2020, projetos de leis que obrigam o uso do equipamento de proteção individual.

Ao defender a não obrigatoriedade de uso da proteção individual para indivíduos que já testaram positivo para a doença, o presidente retoma uma discussão já defasada em relação à Covid-19. Evidências de reinfecção da doença já foram constatadas. O vírus, inclusive, tem sofrido diversas mutações, apresentando manifestações mais agressivas, a exemplo das identificadas em Manaus, no Brasil, além do Reino Unido, Japão e África do Sul.

No caso dos indivíduos que já finalizaram o calendário de imunização por meio das vacinas disponíveis, cientificamente, o uso de máscaras continua recomendado, pois a pessoa vacinada ainda pode contrair e disseminar o vírus. O equipamento individual de segurança deve, segundo especialista, ser utilizado até que pelo menos 70% da população esteja imunizada.

A Anvisa autorizou, nessa quarta-feira, o Instituto Butantan a fazer os testes em humanos da vacina brasileira Butanvac. Agora, os pesquisadores devem apresentar algumas informações complementares e, em seguida, podem começar os estudos clínicos de fases 1 e 2 com voluntários.

Cada uma dessas fases é dividida em três etapas. A primeira vai envolver 400 voluntários. E, ao fim das fases 1 e 2, cerca de seis mil pessoas devem ter participado do estudo. Todas elas devem ter 18 anos ou mais.

A vacina Butanvac será aplicada em duas doses, com intervalo de 28 dias. O teste deve ser realizado em dois hospitais de Clínicas da Universidade de São Paulo: um na capital do estado e outro em Ribeirão Preto.

Para autorizar o estudo clínico, a Anvisa analisou uma série de pesquisas apresentadas pelo Butantan. Elas precisaram deixar claros todos aspectos do estudo e garantir a segurança dos voluntários.

Com a decisão da agência reguladora, o país passa a ter quatro vacinas em teste. No dia 8 de abril, a Anvisa autorizou estudos do imunizante fabricado pelas farmacêuticas Medicago, do Canadá, e GSK, do Reino Unido; em 19 de abril foi autorizada a pesquisa do laboratório chinês Sichuan Clover Biopharmaceuticals; e, no dia 13 de maio a Anvisa deu sinal verde para os testes da Covaxin, da empresa indiana Bharat Biotech.

Outras duas vacinas estão na fila. Uma é a Versamune, desenvolvida pela startup brasileira Farmacore, e a UB-612, da também brasileira Intrials. A Anvisa ainda aguarda mais informações dos desenvolvedores para analisar o pedido e conduzir estudos em humanos.


Medidas de isolamento social, como fechamento de serviços não essenciais e outras ações, ainda estão sendo adotadas por 77% dos Municípios nesta semana. As informações constam da 11ª edição da pesquisa sobre o panorama da Covid-19 no país, realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). O levantamento ocorreu entre os dias 31 de m
aio e 2 de junho, e ouviu 2.418 gestores municipais - quantitativo menor do que nas semanas anteriores em decorrência do feriado.

Segundo 62,7% dos Municípios pesquisados, o mês de maio teve aumento do número de casos de pessoas infectadas por Covid-19 em relação a abril. Já 19,1% dos gestores apontaram que esses números se mantiveram no mesmo patamar e 17,5% afirmaram ter ocorrido diminuição no número de casos. Ao se analisar esses dados por porte de Municípios, identifica-se que o maior aumento se deu nos Municípios pequenos, sendo apontado por 64% desses; 57% nos de médio porte; e 31% nas grandes cidades.

Outro dado da pesquisa mostra que, pela terceira semana consecutiva, aumenta o número de Municípios com risco de ter falta de medicamentos do chamado "kit intubação", utilizado para o tratamento de pacientes em estado grave. Nesta semana, 25,4% dos gestores relataram essa preocupação. Nas semanas anteriores, os percentuais foram 23,2% e 16,3%.

Falta de imunizantes

O percentual de localidades com falta de imunizantes teve queda em relação às semanas anteriores, mas ainda atingiu quase ¼ dos respondentes, especialmente pequenos e médios Municípios. Nesta semana, 550 gestores afirmaram enfrentar esse cenário. Desses, 368 apontaram a falta da vacina para aplicação da primeira dose e 305 para a segunda dose, o que indica que alguns Municípios ficaram totalmente sem imunizantes.
A vacina Coronavac, produzida pelo Butantan, continua apresentando a maior necessidade para completar o esquema vacinal das pessoas que já tomaram a primeira dose, sendo apontada por 76% dos que apontaram esse cenário. Já a Astrazeneca, da Fiocruz, foi apontada por 19,6% dos respondentes.

Distribuição da Pfizer

Com mudança no armazenamento da vacina produzida pela Pfizer - que passou a poder ficar até 31 dias em refrigeração comum - o imunizante pôde ser também distribuído a Municípios do interior, e não apenas às capitais, como vinha sendo feito. Nesta semana, 30,6% dos respondentes apontaram já terem recebido a vacina. Já 67,5% afirmaram ainda não terem recebido.
Vacinação por faixa etária e profissionais de educação
Exatamente 50% dos pesquisados afirmaram que pretendem começar a vacinação das pessoas considerando-se a faixa etária (entre 18 e 59 anos), conforme orientação do Ministério da Saúde (MS) em nota técnica divulgada no dia 28 de maio. Outros 49,1% afirmaram que essa imunização ainda não teria início nesta semana.

Outra pergunta foi sobre a vacinação dos profissionais de educação. Segundo 64% dos Municípios pesquisados, havendo doses suficientes, é possível vacinar todos os profissionais da educação em uma semana. Em 24,8% dos Municípios seriam necessárias duas semanas e 6,3% afirmaram que demorariam mais de quatro semanas. 

Fonte Agência CNM de Notícias

Um estudo realizado pela Fiocruz Pernambuco associou a rápida dispersão de algumas variantes do Covid a relatos de reinfecção. Os pesquisadores buscaram verificar quais seriam os reais mecanismos por trás das reinfecções.  A hipótese inicial era que as novas variantes se ligavam às células do hospedeiro humano.
 
Porém, segundo o coordenador do estudo e pesquisador da Fiocruz Pernambuco, Roberto Lins, os anticorpos gerados na primeira onda da pandemia não conseguiram neutralizar eficientemente as variantes de preocupação monitoradas. “O que a gente verificou é que de fato esses anticorpos não eram capazes de se ligar às variantes de preocupação, como o caso de P.1, predominante atualmente no País”, disse.

Ainda não há um consenso sobre a duração e a eficácia dos anticorpos produzidos pelo organismo contra o vírus. Mas as novas mutações, na realidade, proporcionaram ao vírus a capacidade de escapar da resposta imune do organismo.

Outro estudo conduzido pela Fiocruz mostrou, ainda, que a segunda infecção por Covid-19 pode provocar sintomas mais fortes do que a primeira. Essas reinfecções podem ser ainda mais comuns em pessoas com mais de 65 anos, conforme apontou estudo do Instituto Statens Serum, da Dinamarca.
 
Segundo o consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Julival Ribeiro, uma preocupação mundial é que essas variantes possam escapar ao efeito da vacina. “A vacina, apesar de responder a essas variantes, têm sua efetividade diminuída e a grande preocupação do mundo é que com tantas variantes surgindo possa ocorrer um aumento, e que elas sejam resistentes a essas vacinas, tornando necessário que a gente tenha que fazer nova vacina”, afirmou.

De acordo com a Fiocruz, a Fundação está coordenando ou participando, atualmente, de três ensaios clínicos no Brasil para vacinas contra a Covid-19. Os ensaios clínicos em andamento se encontram todos em fase 3, ou seja, já são estudos multicêntricos que acompanham milhares de pacientes, a fim de verificar a segurança e eficácia dos diferentes possíveis imunizantes.

O Governo do Estado decidiu prorrogar a restrição da locomoção noturna de pessoas das 21h às 5h, em toda a Bahia, até 15 de junho. Nos municípios localizados nas regiões da Chapada Diamantina, Oeste, Irecê, Jacobina, Sudoeste e Extremo-Sul, o toque de recolher vale das 20h às 5h. A prorrogação será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (8).

Nos municípios integrantes das regiões de saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI vier a se manter igual ou inferior a 75%, por cinco dias consecutivos, a restrição na locomoção noturna será válida das 22h às 5h.

Também fica proibida, em todo o território baiano, a venda de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos, inclusive por sistema de entrega em domicílio (delivery), no período das 18h de 11 de junho até as 5h de 14 de junho.

A comercialização de bebida alcoólica no fim de semana será liberada somente em municípios integrantes de regiões de saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI vier a se manter igual ou inferior a 75%, por cinco dias consecutivos.

Aulas

As unidades de ensino públicas e particulares podem manter as atividades de forma semipresencial. Para que isso ocorra, é necessário que a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid esteja abaixo de 75%, por cinco dias consecutivos, nas regiões de saúde.

Além disso, as atividades letivas devem ficar condicionadas à ocupação máxima de 50% da capacidade de cada sala de aula e ao atendimento dos protocolos sanitários estabelecidos.

Eventos e shows

Os eventos e atividades que envolvam aglomeração de pessoas continuam proibidos até 15 de junho, em todo o território baiano, independentemente do número de participantes, ainda que previamente autorizados. Segue suspensa ainda, até 15 de junho, a realização de shows, festas, públicas ou privadas, e afins, independentemente do número de participantes, além de atividades esportivas amadoras em todos os municípios baianos.

Os eventos exclusivamente científicos e profissionais podem ocorrer com público limitado a 50 pessoas. Já os atos religiosos litúrgicos ficam permitidos mediante a ocupação máxima de 25% da capacidade do local. O funcionamento das academias também permanece autorizado mediante a ocupação máxima de 50%.

Continua vedada, em todo o território baiano, a prática de quaisquer atividades esportivas coletivas amadoras até 15 de junho, sendo permitidas as práticas individuais, desde que não gerem aglomerações.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa, se reuniu nesta sexta-feira(04)  para analisar novos pedidos de importação de duas vacinas contra a Covid-19: a russa Sputnik V e a indiana Covaxin. As vacinas agora podem ser importadas e distribuídas,  porém a  Anvisa, por mais controle, pediu restrições nessa distribuição.

O relator  Alex Machado Campos, diretor da Quinta Diretoria da Anvisa, votou a favor das importações das duas vacinas.  Antonio Barra Torres, Meiruze Souza e Rômison Rodrigues Mota votaram 'sim', acompanhando o relator  aprovando as duas vacinas  pedidos de importação das duas vacinas. Apenas Cristiane Jourdan votou não em ambos caso

Após o anuncio da aprovação  deputado federal Jorge Solla (PT) comemorou a liberação da vacina Sputnik em um post nas redes sociais, e parabenizou  aos governadores do Nordeste, Rui Costa e Wellington Dias, "que lutaram desde o início por mais vacinas, mesmo com tanta má vontade do governo federal" comentou Solla.

“Só a Bahia comprou 10 milhões de doses. O Consórcio Nordeste comprou outros 26 milhões de doses. Vacinas que a partir de hoje estão autorizadas a entrar no Brasil e, após inspeção especial, serem aplicadas no braço de cada um de nós. Doses que vão agilizar e muito a fila e antecipar a chance de termos uma vida mais normal, ainda neste ano”, escreveu o parlamentar.

Solla ainda afirmou que a vacina Sputnik “é segura, já foi aplicada em mais de 30 milhões de pessoas em todo o planeta, com eficácia e sem efeitos colaterais graves”.

governo dos Estados Unidos divulgou nesta quinta-feira (3) detalhes de um plano para doar 80 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 a outros países até o final de junho. O primeiro lote será de 25 milhões de doses, e o Brasil está na lista de beneficiados.

Em comunicado, a Casa Branca explicou que, do total do primeiro lote, cerca de 19 milhões de doses serão distribuídas pelo Covax Facility, o consórcio global liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para garantir o acesso mais igualitário às vacinas contra a covid-19.

Desse total, cerca 6 milhões de doses serão divididas entre Brasil, Argentina, Colômbia, Peru, Paraguai, Bolívia e países da América Central. Outras 7 milhões serão enviadas à países da Ásia, como a Índia, e 5 milhões para a África, em coordenação com a União Africana.

Os 6 milhões restantes serão enviados diretamente pelo governo dos EUA a países aliados, que estão enfrentando novos surtos ou que pediram ajuda diretamente a Washington. Nesse grupo estão, entre outros, México, Canadá, Coreia do Sul, Ucrânia, Iraque, Iêmen e regiões palestinas, como a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Parte dessas vacinas também serão usadas para proteger trabalhadores das Nações Unidas que estão na linha de frente do combate à covid-19.

A Casa Branca explicou que a distribuição dos próximos lotes seguirá o mesmo critério — 75% das doses serão enviadas por meio do Covax e as 25% restantes em parcerias diretas entre os EUA e os países beneficiados

A variante de Manaus (P.1) do coronavírus é de 1,7 a 2,4 vezes mais transmissível do que as outras linhagens do vírus, diz estudo publicado na revista Science na 4ª feira (14.abr.2021). Entre as 17 mutações identificadas pelos pesquisadores, 3 estão relacionadas com a maior capacidade do vírus de contaminar células humanas.

O estudo (íntegra – 6 MB) foi realizado em conjunto com diversas universidades do Brasil, da Europa e dos Estados Unidos. No total, 74 pesquisadores sequenciaram o genoma da variante, entre novembro de 2020 e janeiro deste ano. Com isso, eles descobriram que o vírus provavelmente evoluiu para esta cepa em meados de novembro.

Os pesquisadores também calcularam a chance de uma pessoa que teve covid-19 estar protegida contra a variante de Manaus. A proteção varia de 54% a 79% quando comparada à defesa que a infecção que outras cepas fornece.

Uma das principais características desta cepa é que as suas mutações estão localizadas em uma parte do vírus que o ajuda a escapar dos anticorpos. Sem a proteção natural do corpo, adquirida por infecções anteriores, o coronavírus consegue infectar com mais facilidade o ser humano.

Outro problema é que, como o Brasil não implementou programa de vigilância genômica estruturado, a variante conseguiu se espalhar de forma rápida pelo país. Isso significa que o vírus conseguiu infectar mais pessoas e assim evoluir de forma rápida. O principal meio de transmissão, segundo o estudo, foi as viagens aéreas entre Manaus e o sudeste brasileiro.

Os pesquisadores também afirmam que logo depois do surgimento da variante P.1, as chances de uma pessoa morrer de covid-19 aumentaram. As infecções levavam à morte de 1,2 a 1,9 vezes mais, de acordo com o estudo. Mas os pesquisadores afirmam que outros fatores também influenciam essa taxa, como a disponibilidade de atendimento médico. Em janeiro deste ano, por exemplo, Manaus passou por uma crise na saúde e falta de oxigênio para atender pacientes do covid-19.

O governador de São Paulo, João Doria, afirmou que toda a população adulta do estado estará vacinada contra Covid-19 até o dia 31 de outubro de 2021. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (2). Segundo Doria, a previsão inicial era de conclusão da imunização até 31 de dezembro. No entanto, ele garantiu que o prazo será menor.

A expectativa foi calculada pelo Plano Estadual de Imunização (PEI), ao levar em conta perspectivas de disponibilidade de vacinas informada publicamente no site do Ministério da Saúde. Para isso, também foi considerado o início do esquema vacinal, que é composto por duas doses, conforme as bulas dos imunizantes disponíveis no Brasil.

De acordo com o governo estadual, ainda no mês de julho, a campanha será dedicada aos adultos de 55 a 59 anos entre os dias 1° e 20. Já no período entre 21 e 31 serão imunizados os trabalhadores da Educação com idade entre 18 a 44 anos, completando assim a categoria dos profissionais de ensino.

Já a previsão para agosto é de mais duas faixas etárias, zerando o público de 45 a 54 anos. No mês de setembro mais três faixas entram no calendário, alcançando as pessoas com idade entre 30 e 44 anos. A campanha deverá ser finalizada em outubro com as pessoas de 18 a 29 anos.

Até o momento, o estado já aplicou 17,5 milhões de vacinas contra o coronavírus. Do total, 11,7 milhões são referentes à primeira dose e 5,7 milhões à segunda.

O municipio de Itiruçu através da secretaria de Saúde do município por orientação da prefeita Lorenna Di Gregório, ao perceber a gravidade dos casos de Covid-19 em Itiruçu solicitou a SESAB - Secretaria de Saúde da Bahia , através do Lacen analise quando foi detectada uma variante mais agressiva e letal do virus no municipio.

Nesta quarta-feira uma equipe da Secretaria de Saúde da Bahia esteve no município de Itiruçu trazendo as analises que foram solicitadas pelo município.

A prefeita Lorenna falou ao Itiruçu Noticias que infelismente as varientes já não só em Itiruçu, mas  em quase todos os municípios. "Basta fazerem analise como Itiruçu fez  que vão descobrir", disse a prefeita.

"Nos solicitamos para fazer as analises em alguns casos que nos chamaram atenção.  Pedimos para avaliarem  genótipo do virus em 7 casos de obitos e em 3 foram confirmados. Por isto continuo pedindo a todos vamos nos prevenir  com máscara, lavar às mãos com água e sabão , sempre usar o álcool em gel, manter distaciamento, até a vacina chegar para todos" concluiu a prefeita.

A Bahia recebeu mais uma remessa de vacinas contra a Covid-19, nesta quarta-feira (02). São 366.000 doses de imunizantes da Astrazeneca/Oxford. O voo comercial trazendo a carga pousou no aeroporto de Salvador por volta das 9h30. As vacinas serão destinadas para a primeira aplicação. Além do quantitativo recebido hoje, está prevista a chegada de mais 37.440 doses de vacinas produzidas pela Pfizer/BioNTech na tarde desta quinta-feira (03).

Os imunizantes que chegaram hoje começarão a ser enviados para os municípios em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado. Elas serão remetidas, exclusivamente, aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e o Estado.

Com a carga desta quarta-feira, a Bahia chega ao total de 6.775.710 doses de vacinas recebidas, sendo 3.035.800 da Coronavac, 3.566.750 da AstraZeneca/Oxford e 173.160 da Pfizer.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou, nesta terça-feira (1º), o uso emergencial da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech. Dessa forma, a vacina é a segunda produzida na China a obter endosso da organização.

A entrada da vacina na lista de uso emergencial da OMS é um sinal para os reguladores nacionais sobre a segurança e eficácia do produto. Com isso, o imunizante também poderá entrar no consórcio Covax Facility, o programa global de fornecimento de vacinas principalmente para países pobres.

De acordo com os especialistas do órgão, a CoronaVac, que no Brasil é produzida pelo Instituto Butantan, é recomendada para adultos com mais de 18 anos, com uma segunda dose entre duas e quatro semanas depois da primeira.

Os ministros da Saúde, Marcelo Queiroga, e da Economia, Paulo Guedes, disseram hoje (31) que o Brasil terá toda sua população vacinada até o final do ano. A fala foi feita por Queiroga e confirmada por Guedes em videoconferência, durante o Fórum de Investimentos Brasil 2021 – evento organizado pela Apex-Brasil, pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento e pelo governo federal, voltado a investidores estrangeiros.

“Como disse o ministro Queiroga, a vacinação em massa é a principal política econômica que podemos fazer por agora”, disse Guedes ao reafirmar a intenção do governo em garantir o retorno seguro dos trabalhadores brasileiros ao ambiente de trabalho. “Não faltarão recursos para [a importação e a produção de] vacinas”, garantiu o ministro da Economia.

Momentos antes, Queiroga disse ter “certeza de que até o fim do ano vamos conseguir imunizar todos os cidadãos”, e apontou como prioridade de sua pasta dar celeridade à campanha de vacinação e o reforço de medidas sanitárias. Ele acrescentou que a vacinação contribuirá para o crescimento da economia brasileira, e que, para cada 10% da população vacinada projeta-se um crescimento de 0,13 ponto porcentual para a economia do país.


A empresa de biotecnologia israelense Bonus BioGroup disse ter tido 100% de sucesso na recuperação de pacientes graves internados com covid-19 que receberam seu medicamento, chamado de MesenCure. 


Segundo o grupo, 10 pessoas que desenvolveram a versão grave da doença deixaram o hospital, em média, um dia depois de iniciarem o tratamento com o remédio.


Os resultados preliminares do ensaio clínico de fase I/II foram apresentados na última semana em uma conferência internacional em Nova Orleans, nos Estados Unidos.

 

O CEO e diretor da empresa, Shai Meretzki, disse ao jornal Jerusalem Post que sua equipe está trabalhando na publicação desses resultados em um jornal especializado, para ser revisado por pares.

 

Segundo ele, os 10 pacientes que receberam o medicamento têm entre 45 e 75 anos, a maioria (90%) tinha comorbidades e todos estavam internados com sintomas graves da doença.

 

Os pesquisadores acompanharam os pacientes por 30 dias depois do início do tratamento. Um deles morreu, mas não em decorrência da covid-19. Segundo o CEO da empresa, esse paciente tinha uma doença grave preexistente.


Os dados mostram que, nos 5 primeiros dias de tratamento, houve redução de 40% na inflamação pulmonar –de 55% para 15%. Um mês depois, a inflamação pulmonar atingiu 1%.

 

Os pacientes ainda apresentaram melhora significativa da função respiratória. A saturação de oxigênio no sangue aumentou para 95%.

 

Na próxima fase de testes clínicos, o medicamento será administrado em 50 pacientes. Devido ao baixo nível de novos casos de covid-19 em Israel, a empresa solicitou a aprovação para realizar o teste na Europa.


A empresa divulgou uma imagem comparando um pulmão saudável, um de de um paciente com pneumonia e um de uma pessoa tratada com o  MesenCure para mostrar que o medicamento é eficaz em diminuir a inflamação no órgão.

A vacinação contra a covid-19 deverá ser ampliada no Brasil. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (28) pelo Ministério da Saúde. A ideia é que haja uma expansão da imunização da população geral por idade, além de antecipação da vacinação de trabalhadores da área da educação.

Em relação a esses profissionais, a recomendação do ministério é de que haja um cumprimento de uma ordem pré-estabelecida. Neste caso, a sequência de prioridade partiria das creches e seguia para pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio, profissionalizantes e educação de jovens e adultos (EJA) e trabalhadores da educação do ensino superior.

“Houve uma antecipação desses grupos dos trabalhadores da educação. Então, eles foram antecipados e serão imunizados em igualdade com comorbidade e deficiência permanente cadastrada no BPC. E, para os municípios que eventualmente já avançaram nesses grupos está autorizado, caso pactuado em Comissão Interpoderes Bipartite, se seguir na imunização por idade”, afirmou o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz.

A pasta informou, ainda, que os brasileiros com idade entre 18 e 59 anos poderão ser vacinados, em faixa etária decrescente. Apesar da medida, a aplicação das doses para grupos prioritários deve permanecer.

“Fizemos diversas discussões em relação ao reordenamento do plano nacional de vacinação contra a Covid-19, mediante alguns relatos dos estados e dos municípios em terem, nesse momento, demanda reduzida. Então, a gente não pode deixar a vacina estocada. Por isso, resolvemos flexibilizar um pouco essa ação, para que possamos acelerar a vacinação dos grupos prioritários”, explicou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Francieli Fontana.
Números da vacinação

A quantidade de pessoas vacinadas contra a Covid-19 no Brasil, com ao menos uma dose, é superior a 43 milhões. O número equivale a 20,75% da população. Do total, cerca de 21 milhões receberam a segunda dose, o que representa 10,22% da população com a imunização completa contra o novo coronavírus.

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