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Nas últimas 24 horas, a Bahia registrou 270 novos casos e 10 mortes por Covid-19. Apesar de as mortes terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro foram realizados apenas nestes sábado. Os dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h deste sábado. 
De acordo com a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), as mortes ocorreram em diversas datas, mas foram confirmadas apenas neste sábado. Com isso, o estado conta com 1.228.777 casos confirmados desde o início da pandemia e 26.752 óbitos confirmados pela doença. 

A Bahia já vacinou 9.544.120 pessoas contra o coronavírus (Covid-19) com a primeira dose ou dose única. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas.

O secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, confirmou nesta sexta-feira (17) o primeiro caso na cidade da variante mu, mutação do coronavírus identificada inicialmente em janeiro deste ano na Colômbia. Segundo Soranz, a infecção pela nova cepa ocorreu em uma pessoa que viajou recentemente ao México.

— Não é um caso de transmissão local. Foi diagnosticado, mas a gente não tem nenhuma característica de transmissão local", disse o secretário durante o lançamento do 37º boletim epidemiológico do Rio. Comentou o secretário.

Em agosto, a OMS (Organização Mundial da Saúde) classificou a mu como variante de interesse, ou seja, a entidade está monitorando a cepa por identificar nela mutações que podem escapar à proteção conferida pelas vacinas. São necessários, porém, estudos para confirmar isso.

A OMS afirmou também que já foram registrados casos esporádicos na Europa e na América do Sul (para além da Colômbia). A prevalência mundial da cepa, disse a agência, é abaixo de 0,1%, mas tem aumentado na Colômbia e no Equador, representando 39% e 13% dos casos, respectivamente.

Na cidade do Rio, a delta continua sendo a variante prevalente. Após uma escalada no número de casos e de internações em agosto, quando chegou a ser classificada como epicentro da pandemia pelo prefeito Eduardo Paes (PSD), a capital fluminense vive uma queda nos indicadores da doença.

Na cidade do Rio, 61% das pessoas acima dos 18 anos completaram o esquema vacinal. Na quarta (15), entrou em vigor na capital fluminense o chamado passaporte da vacina, ou seja, a determinação que obriga as pessoas a apresentarem certificado de vacinação para o ingresso em lugares de uso coletivo.

Já nesta sexta-feira, a prefeitura anunciou que vai liberar eventos em locais abertos com lotação máxima de 500 pessoas. A medida passa a valer a partir da próxima terça-feira (21).

A morte de uma adolescente de 16 anos em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo, não foi causada pela vacina da Pfizer, aponta estudo feito por 70 especialistas e divulgado nesta sexta-feira, 17, pela Secretaria de Estado da Saúde. O diagnóstico apontou que a causa do óbito, sete dias após a jovem ser imunizada, foi uma doença autoimune, grave e rara, conhecida como Púrpura Trombótica Trombocitopênica (PPT).

Segundo comunicado divulgado pelo governo de São Paulo, a doença não tem "uma causa conhecida capaz de desencadeá-la" e "não há como atribuir relação causal" entre ela e as vacinas de RNA mensageiro, como é o caso da Pfizer. A adolescente morreu no último dia 7, exatamente uma semana após receber o imunizante da Pfizer.

"As vacinas em uso no País são seguras, mas eventos adversos pós-vacinação podem acontecer. Na maioria das vezes, são coincidentes, sem relação causal com a vacinação. Quando acontecem, precisam ser cuidadosamente avaliados", explica Eder Gatti, que coordenou esta investigação e atua no Centro de Vigilância Epidemiológica e no Instituto Emílio Ribas.

Dentre os 70 profissionais que participaram do diagnóstico, estavam especialistas em Hematologia, Cardiologia, Infectologia, médicos dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs) do Estado e representantes dos municípios de São Bernardo do Campo, Santo André e São Paulo. O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) estadual também contribuiu para a análise.

O caso da adolescente foi usado como uma das justificativas do Ministério da Saúde para recomendar a suspensão da imunização em adolescentes sem comorbidades na quinta-feira, 16. A própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entretanto, manteve a recomendação de vacinação neste grupo, com base em evidências científicas avaliadas e aprovadas pelo órgão.

Segundo o governo do Estado, a divulgação do caso foi feita de "forma intempestiva" pelo Ministério da Saúde e os resultados da análise serão submetidos à Anvisa

Os 417 municípios da Bahia devem retomar imediatamente a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos contra a Covid-19, independente de terem ou não comorbidades ou deficiência permanente. A decisão da Comissão Intergestores Bipartite da Bahia, que é uma instância deliberativa do SUS e reúne representantes de todos os municípios baianos e o estado, foi tomada na manhã desta sexta-feira (17).

A medida é sustentada por evidências científicas e manifestações de diversas entidades nacionais e internacionais, incluindo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “O Ministério da Saúde implementou unilateralmente decisões sem respaldo técnico e científico. Diferente da posição ministerial, a Bahia reuniu especialistas, a exemplo da presidente da Sociedade Baiana de Infectologia, Miralba Freire, bem como do diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia, Antônio Bandeira. Ambos refutam a iniciativa do Ministério da Saúde de suspender a vacinação de adolescentes sem comorbidade ou deficiência permanente”, ressalta a secretária da Saúde da Bahia em exercício, Tereza Paim.

Outras entidades, como o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), também se posicionaram contrárias a decisão do Ministério da Saúde.

Até esta sexta-feira, a Bahia vacinou 129.284 adolescentes com idade de 12 a 17 anos, sendo 109.704 sem comorbidades, 16.437 com comorbidades, 1.856 com deficiência permanente e 1.287 adolescentes gestantes e puérperas.

A decisão do Ministério da Saúde de suspender a vacinação contra a covid-19 para adolescentes entre 12 e 17 anos sem comorbidades partiu do presidente Jair Bolsonaro. 
 Em live nas redes sociais na noite desta quinta-feira (16/9) com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o chefe do Executivo revelou que orientou a pasta a rever a permissão para que esse público seja imunizado.  

Segundo Queiroga, a Secretaria de Enfrentamento à Covid-19 do ministério emitiu uma nota técnica para retirar os adolescentes sem comorbidades do público-alvo da vacinação após a ordem do presidente. 

O presidente e o ministro mais uma vez culparam governadores e prefeitos por não seguirem o Plano Nacional de Imunização (PNI) e desrespeitarem o cronograma do Executivo para a vacinação contra a covid-19. 
 
"É nisso que se transformou o Brasil quando se deu amplos poderes para governadores e prefeitos gerir essa questão." Comentou Bolsonaro.
 
Estados e municípios se basearam em uma norma da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) para imunizar pessoas entre 12 e 17 anos sem comorbidades, que recomendou a utilização da vacina Pfizer a pessoas nessa faixa etária. 
 
Queiroga, contudo, disse que o Ministério da Saúde não é obrigado a seguir a recomendação da Avisa. 
 
Apesar de a agência ter emitido um comunicado nesta quinta afirmando que "não existem evidências que subsidiem ou demandem" a interrupção da vacinação entre jovens de 12 e 17 anos, Queiroga afirmou que o governo federal continuará contra a imunização em larga escala para esse público. 

"Mães, não deixem seus filhos sem comorbidades se vacinarem porque ainda são necessárias mais evidências para consolidar essa indicação", destacou.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, confirmou em coletiva na tarde desta quinta-feira (16) que o governo federal decidiu suspender a recomendação de vacinar irrestritamente adolescentes entre 12 e 17 anos. 

Agora, a orientação do Ministério é que só sejam vacinadas pessoas nessa faixa etária com deficiências permanentes, comorbidades ou privadas de liberdade.

Queiroga afirmou, ainda, que aqueles adolescentes que já tomaram a primeira dose não devem completar o esquema vacinal, exceto se fizerem parte dos grupos prioritários. 

Em agosto, o ministério divulgou nota técnica indicando a vacinação de adolescentes com comorbidades e em privação de liberdade prioritariamente, e indicou a vacinação dos demais a partir da conclusão da vacinação da população adulta.
Ao mesmo tempo, indicou também a aplicação de uma dose de reforço para adultos com mais de 70 anos e com problemas de imunidade. Em todos os casos a vacina a ser usada, obrigatoriamente ou preferencialmente, deveria ser a Pfizer. 

Ó ministro afirmou que o Brasil tem vacina sobrando negando que o país sofre por falta do imunizante.

Queiroga garante que há vacinas suficientes. De acordo com números da Pfizer, o Brasil ainda tem quase 130 milhões de doses a receber até o final do ano, para que se complete os dois contratos com o laboratório, somando 200 milhões de doses. O ministério, no entanto, ainda não assinou novos contratos para 2022.

Uma fonte da agência ouvida pela Reuters afirma que a decisão foi tomada por Queiroga sem ouvir a agência e que a posição dos técnicos é de que a vacina é sim segura. 

Em outra nota, o governo do Estado de São Paulo disse lamentar a decisão do ministério, afirmando que ela vai na contramão da orientação do Conass e de autoridades sanitárias de outros países, lembrando que a vacinação nessa faixa etária já é realizada nos Estados Unidos, Chile, Canadá, Israel, entre outros.



O Governo do Estado publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (31) atualização do decreto nº 20.658, prorrogando até 10 de setembro de 2021 todas as medidas estabelecidas na primeira versão do documento, publicado originalmente em 20 de agosto de 2021. As medidas contra a pandemia do novo coronavírus foram estabelecidas de acordo com a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 nos municípios baianos.

A realização de shows, festas, públicas ou privadas, e afins, independentemente do número de participantes, segue suspensa em todo território do estado da Bahia até 10 de setembro. Até esta data, estão autorizados apenas eventos e atividades com público de até 500 pessoas, como cerimônias de casamento, eventos urbanos e rurais em logradouros públicos ou privados, circos, parques de exposições, solenidades de formatura, passeatas, funcionamento de zoológicos, museus, teatros e afins. 

Nos municípios integrantes de Regiões de Saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 se mantiver superior a 50%, por cinco dias consecutivos, os eventos e atividades devem acontecer com público de até 100 pessoas. O decreto não estabelece restrição de locomoção noturna, medida que também não estava estabelecida na versão original do decreto.
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