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O Instituto Butantan pretende iniciar, ainda nesta semana, um pré-cadastro de voluntários para testar a vacina ButanVac. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já autorizou uma primeira fase de testes clínicos em humanos. O desenvolvimento complementar da vacina será todo feito com tecnologia do Butantan.

Até o fim desta semana, o governo paulista deve lançar um site onde os voluntários poderão preencher um pré-cadastro. A fase inicial de estudos em humanos busca avaliar a segurança da vacina e sua capacidade de induzir uma resposta imunológica. A fase foi a única autorizada pela Anvisa, da qual terá a participação de 400 voluntários na primeira etapa. Poderão participar pessoas acima de 18 anos, incluindo os adultos já vacinados ou que já tiveram Covid-19.

Segundo João Doria, governador de São Paulo, as vantagens da ButanVac são o custo reduzido e a fabricação local, sem que seja necessário a importação de insumo farmacêutico ativo (IFA).

O Ministério da Saúde confirmou neste sábado (12) que o Brasil deve receber um lote com três mil doses de vacinas contra a Covid da Janssen. O imunizante chega ao país após a farmacêutica Johnson & Johnson obter autorização do FDA, órgão regulador norte-americano. Apesar de não ter precisado o dia e a hora da chegada das vacinas, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou em entrevista coletiva à imprensa,  que a expectativa é que sejam entregues na terça-feira (15).

"Temos um ponto positivo de que essas doses têm um desconto de 25% ao valor anteriormente acertado e isso ocasiona numa economia de cerca de R$ 480 milhões. Outro ponto é que o pagamento só ocorrerá em relação às doses que efetivamente forem aplicadas", disse Queiroga.

De acordo com reportagem do portal UOL, o ministro observou que a questão do pagamento apenas às doses aplicadas diz respeito ao curto prazo de validade das doses, previsto inicialmente para o dia 27 de junho, mas prorrogado pela FDA para 8 de agosto. Contudo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda precisa verificar a ampliação da validade.

Neste final de semana , o Instituto Butantan entregou ao Ministério da Saúde um novo lote de 800 mil doses da vacina contra Covid-19, Coronavac. Essa remessa faz parte das 5 milhões de doses previstas para serem liberadas ao longo do mês de junho para o Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Essas doses entregues contemplam o segundo contrato firmado com o Governo Federal para a entrega de 54 milhões de vacinas. O primeiro, de 46 milhões, foi cumprido em maio. No total, o Butantan alcança a marca a 48 milhões de vacinas fornecidas desde 17 de janeiro, quando o uso emergencial do imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo o governo estadual de São Paulo, até o final de junho o instituto deve receber um novo lote de 6 mil litros de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção de mais 10 milhões de doses.

O governo dos Estados Unidos nesta quinta-feira (10) a doação de 500 milhões de doses de vacina da Pfizer a 92 países de baixa e média renda. O Brasil não aparece na lista. Segundo a Casa Branca, as vacinas contra a covid-19 serão entregues a países como o Afeganistão, Angola e Fiji. Os países foram definidos pela iniciativa Gavi Covax, da OMS (Organização Mundial da Saúde)

As vacinas começarão a ser enviadas em agosto de 2021. A expectativa do governo dos Estados Unidos é de que, até o final do ano, 200 milhões de vacinas sejam entregues. Outros 300 milhões de doses devem ser enviadas no primeiro semestre de 2022. 

"Enquanto o vírus estiver a solta no mundo há risco de mutações que podem atacar nossas pessoas e isso diminui o crescimento da economia e enfraquece os governos", afirmou Biden em discurso horas após o anúncio da Casa Branca. Biden ainda ressaltou que as doações estão sendo feitas para salvar vidas e acabar com a pandemia "sem comprometimento ou pressão por concessões e favores"

Na semana passada, os Estados Unidos anunciaram que o Brasil e países da América do Sul receberão 6 milhões de doses de vacina via Covax Facility. Ainda não há detalhes oficiais sobre o número de imunizantes que o Brasil vai receber. Como as vacinas doadas exigem duas doses, o total que chegará neste primeiro momento à América Latina e Caribe será suficiente para imunizar 3 milhões de pessoas , a região tem mais de 438 milhões de habitantes.

O  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou, na tarde desta quinta-feira (10), que pretende, junto com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, editar um ato que “desobriga” o uso de máscara no Brasil por pessoas que já foram infectadas pela Covid-19 ou já tenham sido vacinadas.

A fala do presidente ocorreu durante um evento no Palácio do Planalto. Na ocasião, o presidente voltou a defender o tratamento precoce e o uso de medicações sem comprovação científica para o tratamento da doença. Também voltou a criticar as medidas de distanciamento social implementadas por gestões estaduais, acusando governadores pelas dificuldades econômicas enfrentadas pela população.

O uso obrigatório de máscara em território brasileiro está amparado na Lei 14.019/20, sancionada em julho de 2020. De acordo com a comunidade científica, o uso da máscara constitui uma barreira essencial de combate à proliferação do vírus. Diversos Estados, a exemplo da Bahia, também aprovaram, ainda em 2020, projetos de leis que obrigam o uso do equipamento de proteção individual.

Ao defender a não obrigatoriedade de uso da proteção individual para indivíduos que já testaram positivo para a doença, o presidente retoma uma discussão já defasada em relação à Covid-19. Evidências de reinfecção da doença já foram constatadas. O vírus, inclusive, tem sofrido diversas mutações, apresentando manifestações mais agressivas, a exemplo das identificadas em Manaus, no Brasil, além do Reino Unido, Japão e África do Sul.

No caso dos indivíduos que já finalizaram o calendário de imunização por meio das vacinas disponíveis, cientificamente, o uso de máscaras continua recomendado, pois a pessoa vacinada ainda pode contrair e disseminar o vírus. O equipamento individual de segurança deve, segundo especialista, ser utilizado até que pelo menos 70% da população esteja imunizada.

A Anvisa autorizou, nessa quarta-feira, o Instituto Butantan a fazer os testes em humanos da vacina brasileira Butanvac. Agora, os pesquisadores devem apresentar algumas informações complementares e, em seguida, podem começar os estudos clínicos de fases 1 e 2 com voluntários.

Cada uma dessas fases é dividida em três etapas. A primeira vai envolver 400 voluntários. E, ao fim das fases 1 e 2, cerca de seis mil pessoas devem ter participado do estudo. Todas elas devem ter 18 anos ou mais.

A vacina Butanvac será aplicada em duas doses, com intervalo de 28 dias. O teste deve ser realizado em dois hospitais de Clínicas da Universidade de São Paulo: um na capital do estado e outro em Ribeirão Preto.

Para autorizar o estudo clínico, a Anvisa analisou uma série de pesquisas apresentadas pelo Butantan. Elas precisaram deixar claros todos aspectos do estudo e garantir a segurança dos voluntários.

Com a decisão da agência reguladora, o país passa a ter quatro vacinas em teste. No dia 8 de abril, a Anvisa autorizou estudos do imunizante fabricado pelas farmacêuticas Medicago, do Canadá, e GSK, do Reino Unido; em 19 de abril foi autorizada a pesquisa do laboratório chinês Sichuan Clover Biopharmaceuticals; e, no dia 13 de maio a Anvisa deu sinal verde para os testes da Covaxin, da empresa indiana Bharat Biotech.

Outras duas vacinas estão na fila. Uma é a Versamune, desenvolvida pela startup brasileira Farmacore, e a UB-612, da também brasileira Intrials. A Anvisa ainda aguarda mais informações dos desenvolvedores para analisar o pedido e conduzir estudos em humanos.


Medidas de isolamento social, como fechamento de serviços não essenciais e outras ações, ainda estão sendo adotadas por 77% dos Municípios nesta semana. As informações constam da 11ª edição da pesquisa sobre o panorama da Covid-19 no país, realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). O levantamento ocorreu entre os dias 31 de m
aio e 2 de junho, e ouviu 2.418 gestores municipais - quantitativo menor do que nas semanas anteriores em decorrência do feriado.

Segundo 62,7% dos Municípios pesquisados, o mês de maio teve aumento do número de casos de pessoas infectadas por Covid-19 em relação a abril. Já 19,1% dos gestores apontaram que esses números se mantiveram no mesmo patamar e 17,5% afirmaram ter ocorrido diminuição no número de casos. Ao se analisar esses dados por porte de Municípios, identifica-se que o maior aumento se deu nos Municípios pequenos, sendo apontado por 64% desses; 57% nos de médio porte; e 31% nas grandes cidades.

Outro dado da pesquisa mostra que, pela terceira semana consecutiva, aumenta o número de Municípios com risco de ter falta de medicamentos do chamado "kit intubação", utilizado para o tratamento de pacientes em estado grave. Nesta semana, 25,4% dos gestores relataram essa preocupação. Nas semanas anteriores, os percentuais foram 23,2% e 16,3%.

Falta de imunizantes

O percentual de localidades com falta de imunizantes teve queda em relação às semanas anteriores, mas ainda atingiu quase ¼ dos respondentes, especialmente pequenos e médios Municípios. Nesta semana, 550 gestores afirmaram enfrentar esse cenário. Desses, 368 apontaram a falta da vacina para aplicação da primeira dose e 305 para a segunda dose, o que indica que alguns Municípios ficaram totalmente sem imunizantes.
A vacina Coronavac, produzida pelo Butantan, continua apresentando a maior necessidade para completar o esquema vacinal das pessoas que já tomaram a primeira dose, sendo apontada por 76% dos que apontaram esse cenário. Já a Astrazeneca, da Fiocruz, foi apontada por 19,6% dos respondentes.

Distribuição da Pfizer

Com mudança no armazenamento da vacina produzida pela Pfizer - que passou a poder ficar até 31 dias em refrigeração comum - o imunizante pôde ser também distribuído a Municípios do interior, e não apenas às capitais, como vinha sendo feito. Nesta semana, 30,6% dos respondentes apontaram já terem recebido a vacina. Já 67,5% afirmaram ainda não terem recebido.
Vacinação por faixa etária e profissionais de educação
Exatamente 50% dos pesquisados afirmaram que pretendem começar a vacinação das pessoas considerando-se a faixa etária (entre 18 e 59 anos), conforme orientação do Ministério da Saúde (MS) em nota técnica divulgada no dia 28 de maio. Outros 49,1% afirmaram que essa imunização ainda não teria início nesta semana.

Outra pergunta foi sobre a vacinação dos profissionais de educação. Segundo 64% dos Municípios pesquisados, havendo doses suficientes, é possível vacinar todos os profissionais da educação em uma semana. Em 24,8% dos Municípios seriam necessárias duas semanas e 6,3% afirmaram que demorariam mais de quatro semanas. 

Fonte Agência CNM de Notícias

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