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Cresce no Brasil o número de tratamentos de reprodução assistida

Por: Itiruçu Notícias - sábado, 12 de setembro de 2020 - 0 Comentários

Cresce no Brasil o número de tratamentos de reprodução assistida
O 13º Relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões (SisEmbrio), produzido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA, mostra que o número de procedimento de reprodução humana assistida voltou a crescer no Brasil, em mais um ano. 

O relatório mais recente foi publicado no final de maio deste ano e traz os dados mais atualizados da pesquisa, realizada em todo o ano de 2019. "Os números traduzem uma realidade que acompanhamos no dia a dia do consultório. A reprodução humana assistida passou a ser cada dia mais presente na vida de casais que, sem sucesso nas tentativas naturais, recorrem aos especialistas para identificar problemas, trata-los e dar continuidade na realização do sonho da gravidez", explica a Diretora Médica do IVI Salvador, Dra. Genevieve Coelho.

O número de Fertilizações In Vitro aumentou 2% em 2019, se comparado a 2018. Vale lembrar que o ano anterior já havia registrado um aumento de mais de 18%. Em números reais, foram realizados 43.956 ciclos de fertilização, ou seja, 800 ciclos a mais do que no ano anterior. Também cresceu o número de embriões congelados. De 88.776 em 2018 para 99.112 no último ano, o que significa um crescimento de 11%. Na Bahia, foram mais de 3 mil congelamentos. Ficaram a cargo do IVI Salvador, em 2019, mais de 700 procedimentos de Fertilização In Vitro.

Um outro dado muito interessante do relatório divulgado pela ANVISA diz respeito ao crescimento de embriões congelados no Nordeste. Agora, a região responde por 11% dos congelamentos e se igualou à região sul. O sudeste ainda lidera o ranking, com 71% do número de embriões congelados no país. A média da taxa de fertilização in vitro se manteve em 76%, mesmo patamar dos dois anos anteriores – e valor de referência superior à literatura internacional, que considera a média entre 65 e 75%. No IVI Salvador, a média obtida tem ultrapassado os 70% nos últimos anos, e segue em crescimento.

"A média de fertilização nesse patamar mostra que a qualidade e efetividade dos tratamentos só cresce. Isso representa o trabalho sério desenvolvido pelo nosso laboratório e por todos os profissionais da clínica, que se aperfeiçoam e buscam o que há de mais moderno sempre", explica Dra. Genevieve.

Com a evolução da pandemia da COVID19, os tratamentos de reprodução humana assistida – que haviam sido interrompidos por orientação da ANVISA e dos órgãos de saúde em março – voltaram a ser realizados, analisando cada caso individualmente. 

O último boletim do órgão regulador deixa a critério dos especialistas a definição sobre a continuidade imediata dos tratamentos. Isso porque, quando se fala em fertilidade, o tempo termina sendo um inimigo. "Há casos em que é possível programar e postergar. É o exemplo de casais que acabaram de identificar infertilidade, estão começando a investigar as causas, mas são, de modo geral, pessoas ainda jovens.

 Mas em outros casos, especialmente quando a mulher já passou dos 35 anos, o risco de postergar o tratamento é muito alto. O mesmo vale para casos em que se descobre uma doença como um câncer, por exemplo", conta a médica.

No IVI Salvador, as diferentes fases de orientações da ANVISA foram devidamente seguidas desde março. Hoje, a clínica já está realizando tratamentos quando o diagnóstico dos especialistas recomenda que seja necessário início imediato. 

Para tanto, a clínica desenvolveu um protocolo de segurança rígido, que é seguido por pacientes, médicos e todos os colaboradores. Além de não funcionar dentro de unidade hospitalar, o IVI, afere temperaturas e define uso obrigatório de máscara de todos que ingressam no estabelecimento e ainda dispõe de estacionamento interno próprio que oferece mais comodidade aos pacientes.


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