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O candidato do Avante à Presidência, André Janones, anunciou nesta quinta-feira (4) sua desistência da disputa. O deputado federal confirmou seu apoio após encontro com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em São Paulo.

Após deixar a disputa ao Planalto, Janones tentará a reeleição na Câmara dos Deputados. Em live realizada no Facebook, ele afirmou que o petista vai encampar suas propostas sobre o auxílio emergencial.

“Nossa principal luta foi a dos que mais necessitam, dos mais pobres. Eu quis comunicar, antes da imprensa, aqui, em primeira mão, que o Lula está encampando nossas propostas sobre o auxílio. O Lula está aqui do meu lado hoje para comunicar para vocês. Nesse momento, a gente retira [nossa candidatura] e unifica. A candidatura presidencial do deputado André Janones está unificada, e ela passa a ser representada pela representada pela candidatura do presidente Lula.”

O apoio à candidatura petista promove um reencontro de Janones com a sigla. Entre 2003 e 2012, ele foi filiado ao PT. Na maior parte desse período, Lula ocupou o cargo de presidente.

O petista disse que seu programa de governo está comprometido com o assistencialismo e com o combate à fome. Ele afirmou que é “uma honra” estar ao lado de uma pessoa que “colocou o mandato à disposição de combater a fome”.

“É importante esse auxílio emergencial, essa proposta de R$ 600. Nós temos uma proposta de um Bolsa Família de R$ 600, já está em projeto de lei há mais de dois anos no Congresso Nacional. Tudo que a gente puder gastar, investir, para acabar com a fome será um benefício para o povo brasileiro.”

No Twitter, Lula ainda afirmou que é “fácil” construir uma aliança política com Janones:

“Com o apoio do André Janones e do Avante, juntamos a fome com a vontade de comer. Infelizmente a fome não saiu da pauta no Brasil. Ao contrário. Hoje temos gente de classe média usando cartão de crédito para ter o que comer. O companheiro Janones construiu sua trajetória debatendo em supermercados e feiras. Quando ele traz uma proposta para acabar com a fome, fica fácil de construir uma aliança política.”

Aconteceu na tarde desta quinta-feira (04), no Auditório Municipal Ivonete Dias em Maracás, a solenidade de Formatura PROERD dos alunos o 5° ano do Ensino Fundamental I  de 7 escolas, das redes pública e particular.
Além dos alunos e professores, se fizeram presentes o Comandante da 93ª CIPM, O Major PM Alécio Marques, o prefeito Soya, a Secretária Municipal de Educação,  Adneide de Novaes e demais policiais e autoridades municipais. 
 
Os 349  alunos dos turnos matutino e vespertino de das escolas contempladas foram homenageados com a A Canção do PROERD,  entoada pelos presentes. 
O Maj Alécio destacou trabalho dos Instrutores PROERD, a Cb PM Noelia Dias, Cb PM Cibele, do SD PM Xavier e do Ten PM Moreira, frisando a importância deste trabalho de manter as crianças longe das drogas, para conquistarem um futuro vitorioso. 
 
No ano de 2022 sob o Comando da 93ª CIPM, o PROERD vem atendendo 578 crianças das redes pública e particular nas cidades de Maracás, Iramaia, Planaltino e Lagêdo do Tabocal, sendo que para o próximo semestre estão previstas também escolas nas cidades de Lafaiete Coutinho, Itiruçu e no povoado de Porto Alegre em Maracás. 
O Programa Educacional de Resistência ás Drogas e á violência -PROERD, vem ensinando as crianças a dizerem não para as drogas, dando a certeza de um futuro melhor através da educação!
Fonte: ASCOM - 93ª CIPM

A Prefeitura de Itiruçu realizou nesta quinta-feira (04/08) pela manhã, realizou audiência pública  na sede do poder Legislativo destinada a construção participativa da Proposta Orçamentária do município para o exercício de 2023.

O principal objetivo do orçamento participativo é fazer com que a população, destinatária dos serviços públicos, participe do processo de onde, como e quanto serão aplicados os recursos públicos necessários à consecução desses serviços contribuindo, dessa forma, para a eficácia, a eficiência e a efetividade das ações governamentais.

A empresária Ana Coelho,  uma das proprietárias da TV Aratu, afiliada ao SBT na Bahia, foi confirmada como a vice na chapa de ACM Neto (União Brasil) para a disputa do governo da Bahia. Coelho é filiada ao partido Republicanos. 

A  confirmação da foi feita através de  uma coletiva na tarde desta quinta-feira (4) pelo próprio ACM Neto, que disse que a escolha foi feita em conversa com Márcio Marinho, do Republicanos.

Neto defendeu a escolha de alguém sem tradição política. "Podia estar trazendo uma pessoa da política, mas estamos trazendo uma pessoa de fora, para ajudar a pensar diferente, trazer novas ideias", afirmou.

Ana Coelho sobrinha de Nilo Coelho  disse estar "muito honrada e feliz" com a escolha. "Espero poder realmente contribuir e estou aqui para isso, para agregar. Entendo a importância dessa representativa feminina e estar somando a partir desse olhar da sensibilidade da mulher. Sou mãe, tenho três filhos", disse. "A gente está fazendo isso por uma Bahia melhor. Acho que cada um de nós tem que dar um pouquinho e estou aqui para isso".

A aliança de Neto tem 12 partidos e as negociações em relação à chapa foram prolongadas. "Muitas foram as conversas que tivemos com os partidos que integram nossa aliança, conversando com as principais lideranças, ouvindo as nossas bancadas e tentando conciliar tudo isso com um perfil que pudesse atender à expectativa que as pessoas têm com relação ao nosso projeto", disse Neto.

Neto destacou também a juventude da sua chapa. "Vejam que nós temos uma chapa que eu sou o candidato ao governador  com 43 anos e sou o mais velho da chapa", disse. "Uma chapa que atende a necessidade dos baianos de olhar para o futuro".  



O Exército Popular de Libertação da China lançou exercícios militares em larga escala e atividades de treinamento, incluindo exercícios de tiro real, no espaço marítimo e aéreo de seis zonas ao redor de Taiwan, nesta quinta-feira (04/08).

O Ministério da Defesa da ilha confirmou que o país asiático "lançou diversos mísseis balísticos" nas águas do norte e do sul da região. Segundo o representante, os disparos foram feitos a partir das 13h46 (2h46, em Brasília) e, como resposta, o governo do território ativou seus sistemas de defesa antimísseis. Para a pasta, as ações chinesas "são irracionais" e "ameaçam a paz e a estabilidade regionais".

As operações militares chinesas foram reativadas em resposta à visita recentemente concluída da presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, que foi descrita pela China como uma violação da soberania nacional e integridade territorial do gigante asiático, uma "provocação" e uma "traição" de Washington.

Os treinamentos foram iniciados ao meio-dia (1h, em Brasília) e, oficialmente, devem seguir até às 12h do próximo domingo (07/08), mas Taipei informa que os chineses adicionaram uma nova área de atuação para as manobras militares - a sétima - e que agora elas serão realizadas até a segunda-feira (09/08), às 10h.

Em nota, o coronel Shi Yi, porta-voz do Comando do Teatro Oriental, afirmou que o lançamento de mísseis "atingiu com precisão todos os objetivos" e que as atividades marítimas "permitiram testar as capacidades de ataques de precisão e de bloqueio da área". "A missão está sendo um verdadeiro sucesso", acrescentou.

Além das ações marítimas, o treinamento chinês também prevê testes em terra firme e atividades de controle de espaço aéreo. A ideia, segundo informa a agência chinesa Xinhua, é fazer um "teste geral" sobre as capacidades de combate e de coordenação de tropas do exército.

A situação com Taiwan, porém, não é a única a elevar a tensão na região. Parte dos exercícios está sendo realizada próxima ao Japão e, conforme a mídia local, "isso pode acelerar as discussões já em andamento sobre o papel do país na contenção da crise em Taiwan, obrigando os políticos japoneses a pensar de maneira mais concreta em tal alternativa".


O teólogo, filósofo e educador Frei Betto falou no programa 20 MINUTOS desta quinta-feira (04/08) sobre o livro Tom Vermelho do Verde (editora Rocco), um romance histórico que retoma o extermínio de cerca de 3.000 indígenas da etnia Waimiri Atroari durante a construção da BR-174, ou Rodovia Manaus-Boa Vista, entre o final dos anos 1960 e o início dos 1970.

Ele afirmou, em conversa com o jornalista Breno Altman, que o governo Jair Bolsonaro dá continuidade às políticas de aniquilamento indígena adotadas pela ditadura militar.

“A ditadura considerava que os indígenas são um estorvo para o desenvolvimento da Amazônia em sua concepção capitalista, baseada na exploração mineral, no garimpo, no agronegócio, na exportação ilegal de madeiras nobres. Infelizmente, essa é a política que predomina no atual governo brasileiro”, lamenta o teólogo.

Em meio ao ecocídio acelerado nos últimos quatro anos, os Waimiri Atroari seguem sob ameaça nos dias atuais, seja pela mineração ou por um projeto de integração do estado de Roraima ao sistema elétrico nacional. “Hoje estão praticamente confinados na sua área por força de um consórcio formado pela Eletronorte com a Mineração Taboca, da empresa Paranapanema, que explora minerais preciosos, além de outras coisas que devem também explorar”, diz.

O caso abordado em Tom Vermelho do Verde é um entre muitos. Os Waimiri Atroari foram vitimados particularmente porque ofereceram forte resistência ao avanço dos militares.

O projeto capitalista de colonização da Amazônia, tratada pelo regime como se fosse despovoada, considerou a população indígena economicamente improdutiva e um entrave para o progresso do “Brasil grande”. Grupos religiosos foram instrumentalizados como pontas-de-lança de grandes empresas colonizadoras, sob o pretexto de atuar como evangelizadores.

Esse modelo vigora na região até o presente, segundo o filósofo: “pastores de origem norte-americana ainda hoje operam na Amazônia em função de exploração, para, entre aspas, domesticar os povos indígenas para que não apresentem resistência à entrada de empresas mineradoras, madeireiras e coletoras de espécies raras de animais, flores e frutos”

A Justiça da Venezuela condenou nesta quinta-feira (04/08) 17 pessoas pela participação na tentativa de assassinato contra o presidente Nicolás Maduro que ocorreu em 2018.

Na ocasião, em 4 de agosto, Maduro discursava em Caracas quando dois drones carregando explosivos detonaram no ar, próximo ao palanque do mandatário. Horas depois, o governo classificou o ato como "um atentado contra a figura do presidente constitucional".

Entre os condenados pelo Tribunal Especial Primeiro da Venezuela, que julga casos "vinculados ao terrorismo e ao crime organizado", estão um ex-deputado, três militares e 13 civis. As penas variam entre 5 e 30 anos.

Em relação à pena, 12 dos 17 sentenciados deverão cumprir 30 anos de prisão. Entre eles figuram um ex-general da Guarda Nacional Bolivariana (GNB), um ex-coronel da GNB e um sargento do Exército, imputados pelos delitos de "tentativa de homicídio intencional qualificado, lançamento de explosivos em reuniões públicas, traição à pátria, terrorismo e formação de quadrilha".

Juan Carlos Requenses, ex-deputado que integrou a Assembleia Nacional eleita em 2015, foi condenado a oito anos de prisão pelo crime de "conspiração" por ter integrado, segundo a Justiça, o grupo que planejou o atentado contra Maduro em 2018. Após a decisão, a defesa do ex-parlamentar afirmou que se reuniria com a família de Requenses para planejar "as próximas ações".

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