Notícias do Vale

Notícias da Bahia

Noticias do Brasil

Opinião & Notícias

Audios & Vídeos

 
A Fifa recebeu um pedido por meio de uma carta do grupo de direitos humanos Open Stadiums, que tire o Irã da Copa do Mundo de 2022 no Catar, por causa do tratamento que as mulheres estão recebendo no país.

A carta foi enviada ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, na quinta-feira, alegando que as autoridades iranianas continuam se recusando a permitir que as mulheres tenham acesso aos jogos dentro do país, mesmo com a pressão do órgão regulador do esporte.

“A Federação Iraniana não é apenas cúmplice dos crimes do regime. É uma ameaça direta à segurança das torcedoras no Irã e onde quer que nossa seleção nacional jogue no mundo. O futebol deve ser um espaço seguro para todos nós”, dizia a carta.

“É por isso que, como torcedores de futebol iranianos, é com o coração extremamente pesado que temos que levantar nossa mais profunda preocupação com a participação do Irã na próxima Copa do Mundo da Fifa.
  
“Por que a Fifa daria ao estado iraniano e seus representantes um palco global, enquanto não apenas se recusa a respeitar os direitos humanos e dignidades básicos, mas atualmente está torturando e matando seu próprio povo?

“Onde estão os princípios das estátuas da Fifa nesse sentido?

“Por isso, pedimos à Fifa, com base nos artigos 3 e 4 de seus estatutos, que expulse imediatamente o Irã da Copa do Mundo de 2022 no Catar.”

em a Fifa nem a FA do Irã se pronunciaram imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.

O pedido foi feito enquanto os protestos continuam em várias cidades do Irã contra a morte da jovem Mahsa Amini, sob custódia policial, informou o estado e as mídias sociais, segundo um grupo de direitos humanos pelo menos 83 pessoas foram mortas em quase duas semanas. de manifestações.

O presidente do Irã, Ebrahim Raisi, descreveu os distúrbios como o mais recente de uma série de movimentos contra o Irã por potências ocidentais hostis desde a revolução islâmica de 1979.

Os Estádios Abertos fizeram campanha na última década para que as mulheres pudessem assistir a partidas de futebol no Irã, mas com limitações.

O Setembro Amarelo é uma campanha direcionada à saúde mental, e para conscientizar a população para a prevenção ao suicídio. Visto que aproximadamente 280 milhões de pessoas no mundo têm depressão, de acordo com a OMS, o tema ganha força a cada ano. Com o objetivo de entender como o brasileiro se comporta sobre o tema, a Hibou - empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo - fez o levantamento “Setembro Amarelo”, com mais de 1.400 entrevistados.

Segundo os dados da Hibou, a percepção e a consciência sobre a depressão como doença é clara para 95% dos brasileiros. Apenas 5% a veem como um estado de humor/estado de espírito. E, de acordo com o Plano Nacional de Saúde divulgado em 2020, um em cada dez brasileiros com mais de 18 anos já recebeu diagnóstico de depressão.

Ao comparar os períodos de 2022 e 2021, é possível notar que há maior conhecimento da condição e, consequentemente, maior apoio. Este ano, 78% dos brasileiros afirmam conhecer alguém que esteja sofrendo com a depressão. Em 2021, eram 73,1%. A empatia sobre o momento do outro também fez com que, em 2022, 90% das pessoas tenha orientado alguém a buscar ajuda, enquanto em 2021, 88,4% tiveram este comportamento.

“Observamos que o entendimento sobre a depressão enquanto patologia existe, mas ainda há pessoas que zombam da situação, consideram como ‘frescura’ ou uma condição temporária. Felizmente, o percentual de quem já ouviu alguém fazer comentários negativos é pequeno (6%) quando comparado com a quantidade que já não escuta mais esse tipo de opinião (94%)”, comenta Ligia Mello, coordenadora da pesquisa e sócia da Hibou.

Apoio profissional e familiar são essenciais

Para 95% da população, os psicólogos ou psiquiatras são os principais canais de ajuda. Também foram citados os profissionais da saúde, centros de ajuda ou grupos de apoio (42%). Apoio de outro conselheiro profissional (26%) ou de um um líder religioso (19%); Disque 188 - CVV - Centro de Valorização à Vida (10%); e fóruns e grupos na internet (8%) foram mencionados também. Além da ajuda de profissionais, conversar com a família foi citado por 40% ou com amigos (32%).

Praticar terapia é uma forma contínua de reconhecer sentimentos e aprimorar a saúde mental. 95% dos brasileiros consideram a terapia como uma forma de resgate à autoestima; 91% concordam que a família é essencial; 91% apontam que o ombro amigo é um abraço em momentos de crise; 85% afirmam que dividir os problemas com amigos ajuda, e 50% veem o uso de medicamentos como a melhor possibilidade para minimizar a depressão.

Mal do Século

Em análise a fatores externos, embora o mundo esteja cada vez mais conectado, 81% acreditam que a solidão é o mal do século, e 55% analisam que as redes sociais, como o Instagram, são gatilhos para a depressão. E mesmo com tantas informações disponíveis, 26% ainda concordam que toda pessoa com depressão é triste; 6% pensam que quem fala em se matar só quer chamar atenção, e 4% concordam que estar depressivo é sinônimo de fraqueza.

Pensamento suicida: um invasor silencioso

Este ano, o estudo identificou que todos os entrevistados conhecem, pelo menos, uma pessoa que cometeu suicídio.

“Um pequeno percentual da população ainda vê a depressão como algo passageiro, mas 100% dos entrevistados foram unânimes em concordar que ela pode resultar em suicídio”, observa Ligia. “Concordar com essa possibilidade é despertar a população para prestar apoio às pessoas com depressão antes que elas tirem sua própria vida, pois as estatísticas são severas”.
 
De acordo com o CVV - Centro de Valorização à Vida - a cada 45 minutos um brasileiro comete suicídio. Em 60 anos de atuação voluntária, o CVV fez mais de 40 milhões de atendimentos gratuitos visando a prevenção do suicídio e apoio emocional.

Suportes como este são de grande importância, pois de acordo com dados da Hibou do ano passado, 72,5% dos brasileiros conheciam alguém que já havia tentado ou cometido suicídio. Em 2022, o número subiu para 76%. Ou seja, em 12 meses, houve 3,5% a mais pessoas que compartilharam esse pensamento de sofrimento viram a morte como uma fuga.

Além de conhecerem alguém que encontrou no suicídio o fim do sofrimento, notou-se que a fuga do sofrimento está cada vez mais próxima do convívio dos brasileiros. Mais da metade da população (54%) afirma que um familiar ou amigo próximo se suicidou; 35% perderam um familiar distante ou uma pessoa conhecida deste modo; 24% vivenciaram o acontecimento com um amigo de convivência, e 20% com um colega de trabalho.

Subjetivo, porém real
Antes de uma decisão fatídica, alguns sinais e comportamentos foram observados pelos 76% dos brasileiros que conhecem alguém que cometeu ou tentou o suicídio. Foram destacados o desânimo e o isolamento social, mas sintomas subjetivos também receberam atenção: desinteresse de forma geral (36%); afastamento de interações sociais (33%); a pessoa tornou-se mais silenciosa que o habitual (29%) e apresentou sono excessivo, dormia muito (21%).

Já em relação às faixas etárias, a morte como fuga impacta a todas. Quando perguntados sobre a idade da pessoa na ocasião da tentativa ou do suicídio, 80% tinham menos de 35 anos.
 
Motivações de pensamentos suicidas
Para quem conviveu com uma pessoa com alto grau de depressão que tentou suicídio ou concretizou o ato, a autocobrança é observada como principal motivo do pensamento suicida. Isso acontece seja por que a pessoa não percebe possibilidades ou por não entenderem que correspondem ao que os outros esperam delas. De acordo com quem vivenciou a situação de perto, os principais motivos foram: Apatia ou falta de perspectiva de vida (28%); Não correspondência às expectativas da família e/ou amigos (22%) Fim de relacionamento amoroso (20%);Dívidas (13%) e Vítima de bullying ou outra estigmatização social (12%)

4 em cada 10 pessoas já tiveram pensamentos suicidas
Independente do motivo ou momento vivido, 4 em cada 10 brasileiros assumem ter pensado em tirar a própria vida, ou seja, 42% afirmam já terem tido tal pensamento. 79% deles afirmaram terem menos de 35 anos quando pensaram em suicídio pela primeira vez.

Quando esses pensamentos surgem, os meios de ajuda mais procurados estão relacionados a cuidados médicos como: Psicólogo (27%); Psiquiatra (23%); Terapia (20%); Acompanhamento médico (19%). E a busca profissional tende a ser efetiva, pois 79% afirmam que não permaneceram com o pensamento.

Ranking dos principais fatores associados à depressão


O sentimento de desesperança do brasileiro foi gerado por um cansaço em geral, incluindo o emocional. De acordo com o levantamento, o aumento do número de casos de depressão nos últimos anos tem sido crescente devido a fatores internos e externos, como:

    Isolamento social 61%
    Falta de perspectiva econômica e o desemprego 60%
    Excesso de trabalho e stress 60%
    Falta de expectativa de vida (excesso de informação gera confusão interna) 59%
    Aumento do uso de internet e redes sociais 57%
    Dúvidas existenciais 42%
    Cobranças familiares 38%
    Luto 32%
    Sedentarismo e falta de exercícios 32%
    Queda na religiosidade do povo 28%

Metodologia
A pesquisa “Setembro Amarelo” foi desenvolvida pela Hibou por painel digital com 1475 pessoas, em todo o Brasil. O levantamento foi feito entre 10 e 14 de setembro de 2022 e apresenta 95% de significância com 2,5% de margem de erro

No período 2006-2021, a prevalência de diabetes aumentou em mais de 60% para as faixas etárias 25 a 34 anos (aumentou de 1,1% para 1,8%) e 35 a 44 anos (aumentou de 3% para 4,9%). Já considerando pontos percentuais, o maior aumento ocorreu para a população de 65 anos ou mais, que saiu de um patamar de 18,7% de prevalência em 2006 para 28,4% em 2021, o que corresponde ao aumento de 9,7 pontos percentuais. 

Também aumentou em 21,5% o número de pessoas com diabetes e obesidade: de 27,4% em 2006 para 33,3% no ano passado. Metade das pessoas com diabetes tem também hipertensão e o número de pessoas com as duas doenças cresceu 8,4% em 15 anos: de 46,4% para 50,3%.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) acompanhou e atuou diretamente no julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do Recurso Extraordinário (RE) 1.008.166, que trata de ação movida pela Município de Criciúma (SC) sobre a obrigatoriedade do poder público de oferecer e garantir vagas em creches e pré-escolas para crianças de 0 a 5 anos, e vê o resultado com extrema preocupação. A tese de repercussão geral aprovada pela Corte pode afetar os serviços prestados em todas as etapas da educação e totalizar R$ 120,5 bilhões aos Municípios, considerando-se o atendimento a todas as crianças entre 0 e 3 anos. A CNM fez contribuições à matéria, com sustentação oral em que apresentou dados em defesa dos Entes locais.

A repercussão vale como uniformização da interpretação no âmbito do Judiciário e, apesar de não vincular de forma direta a administração pública, caberá aos Municípios a garantia das vagas a todas as crianças na faixa etária. Existem 20.266 processos judiciais que foram sobrestados aguardando a decisão do STF no Recurso Extraordinário de Criciúma. Nesses casos judicializados e que estavam aguardando, as vagas deverão ser disponibilizadas imediatamente pelos Municípios. Além disso, a decisão do STF poderá levar à judicialização extenso número de processos neste mesmo sentido no futuro.

A entidade lamenta defesas feitas por magistrados que optaram por não considerar a viabilidade da decisão, a diversidade de realidades locais, os desafios já enfrentados pelas administrações municipais na prestação de serviços básicos à população e os impactos decorrentes da decisão. Erram os ministros ao não diferenciarem creche de pré-escola, na medida em que a creche é o único segmento da educação básica que, constitucionalmente, não é obrigatório.

O poder público tem o dever de assegurar vaga a todas as crianças e jovens, mas a Constituição Federal de 1988 diferencia as creches das pré-escolas. Esta última sim tem caráter obrigatório e a meta do país, de acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE), é atender a 100% das crianças de 4 e 5 anos nesse segmento da educação básica. Em 2019, segundo dados do Inep, a taxa de atendimento foi de 92,9%. Já a creche não tem como meta universalizar o atendimento educacional na faixa etária de 0 a 3 anos, mas assegurar, até 2024, no mínimo, a cobertura a 50% dessas crianças. Em 2019, o Brasil atendeu 35,6% das crianças nessa faixa etária.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país possui aproximadamente 11,8 milhões de crianças de 0 a 3 anos. O Censo Escolar de 2021 apontou que 3,4 milhões de crianças são atendidas pelas creches no país. Os Municípios são responsáveis por aproximadamente 70% das matrículas totais nas creches, enquanto os outros 30% são atendidos pela iniciativa privada -- uma vez que as esferas federal, estadual e o Distrito Federal possuem uma quantidade pouco expressiva de matrículas.

As prefeituras possuem um custo por aluno aproximado de R$ 1.200 por mês. O custo médio de manutenção das crianças na creche atualmente chega a cerca de R$ 50 bilhões/ano, dos quais R$ 35 bilhões estão sob responsabilidade dos Municípios. Para matricular 50% das crianças nas creches seria necessária a abertura de 2,6 milhões de novas vagas, totalizando um custo anual de R$ 37,4 bilhões. Já o atendimento de 100% das crianças nessa faixa etária requereria a criação de 8,4 milhões de vagas, o que corresponde a 71% da estimativa de população da faixa etária para 2021 e os R$ 120,5 bilhões, que ainda não consideram todas as despesas para a construção das creches e sua manutenção.

O volume de chuvas e temperaturas mais amenas do que em 2021 reduziram o consumo de energia elétrica em quase todos os estados da região Nordeste durante o mês de agosto, segundo informações preliminares do Boletim InfoMercado Quinzenal, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica -- CCEE.
 
A maior retração, de 7%, foi no Rio Grande do Norte, seguido por Piauí (-5%), Ceará e Sergipe (-3%) e Paraíba (-2%). Em todos estes estados, a demanda foi menor no mercado regulado, em que as residências e pequenas empresas compram energia por meio das distribuidoras. O cenário meteorológico observado nestas regiões reduz a necessidade de equipamentos de refrigeração, como os aparelhos de ar-condicionado.

Apenas o Maranhão e a Bahia registraram alta, de 16% e de 3%, respectivamente. No Maranhão, o avanço tem relação com a retomada da operação de uma grande planta industrial. Já na Bahia, o crescimento está atrelado ao maior consumo em ramos como Químicos, Madeira, Papel e Celulose, e Extração de Minerais Metálicos.

A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) considera a diabetes um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares. Dados divulgados pela entidade apontam que uma mulher diabética pode ter até 50% mais chances de sofrer um infarto do que outra sem a doença. No caso dos homens diabéticos, o risco pode chegar a 40%. A estimativa é de que 21,5 milhões de brasileiros sejam portadores de diabetes em 2030, de acordo com o Atlas da Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF).

“A diabetes é causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina e o acúmulo de glicose no sangue pode levar a lesões nos tecidos do coração. As plaquetas, células sanguíneas que iniciam a formação de coágulos no sangue, também ficam mais aderentes em pacientes com diabetes, aumentando a probabilidade de obstrução nas artérias”, explica a médica endocrinologista Denise Reis Franco.

A especialista reforça ainda que, se a pessoa apresentar outros fatores de risco como a hipertensão, colesterol alto, obesidade, sedentarismo, tabagismo e o histórico familiar de casos de infarto agudo alinhado a diabetes, o risco de doenças cardiovasculares é potencializado.

Cuidado e prevenção

Alimentação balanceada e atividades físicas são os principais meios de prevenção da diabetes. Uma vez adquirida, a doença não tem cura, porém é possível controlar os índices glicêmicos no sangue para ter qualidade de vida e evitar complicações.

“Além dos hábitos saudáveis, é fundamental que a pessoa com diabetes faça um acompanhamento médico para melhor adesão a tratamentos e evitar que as taxas de glicemia aumentem, incluindo o uso de insulina, quando necessário”, finaliza o especialista.

Vídeo em que narrador de futebol amador grita várias vezes "Bora Bill" estourou na Internet; saiba quem é Bill e veja mais detalhes sobre o meme que viralizou no Twitter 
 A frase "Bora Bill", repetida diversas vezes por um narrador de futebol amador em um vídeo que viralizou nas redes sociais, é o mais novo meme da Internet. 

Na situação, o narrador parece querer incomodar Bill Morais, técnico amador que está ao lado do campo prestando atenção no jogo, já que fala a frase de maneira repetitiva. 

Além de gritar "Bora Bill", o narrador ainda fala com a família do treinador, dizendo as frases "Bora, filho do Bill" e "Ali a mulher do Bill". 

O vídeo foi registrado durante uma transmissão realizada pela TV 100 Futuro de Betânia, no Ceará, que transmite jogos de futebol amadores da região de Croatá, no interior do estado. O video no YouTube ja passou de 396 mil visualizações.

OUÇAWEB RÁDIO ITIRUSSU

Notícias de Itiruçu

Anúncios


Notícias do Esporte

Instagram

Facebook