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A cantora Ivete Sangalo, conhecida por não costumar se posicionar politicamente, fez diferente na apresentação do último domingo (11), no Rock in Rio. Após um discurso sobre as condições para se criar um filho com “liberdade, dignidade, direitos, amor e educação”, a plateia puxou um grito de “fora Bolsonaro”, ao qual Ivete respondeu: “Dia 2 [de outubro], vamos mudar tudo”.

"Comecei com as vozes das minhas filhas e o meu filho veio cantar comigo. Poder ter os seus filhos e se orgulhar deles é um privilégio muito grande. Vê-los crescer sem medo pelos privilégios que são dados a gente. E quando eu coloco os meus filhos aqui no palco eu fortaleço a relação das mães e seus filhos. Toda mãe tem direito de deixar os seus filhos crescerem com liberdade, dignidade, direitos, amor e educação", disse.

Enquanto comentava, a plateia gritava "fora Bolsonaro" aos quatro cantos do festival. Em um determinado momento do discurso, Ivete iniciou os primeiros acordes da canção 'Todo Mundo Vai' e disparou que um novo tempo estava chegando no Brasil, puxando todo o ar dos pulmões para falar que nas eleições tudo iria mudar. "Dia 2 [de outubro] vamos mudar tudo".

Vale lembrar que, em 2021, Ivete Sangalo deu sua primeira iniciativa para um possível posicionamento político quando puxou o coro da plateia em um show na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, que gritavam "Ei Bolsonaro, vai tomar no c*". Entre uma frase e outra, a baiana ainda brincou: "Não ouvi, está baixinho". Os fãs, declamando mais alto, ouviram ainda um deboche da cantora. "Vai acabar escutando de tão alto que foi", comentou

Os pedidos para incluir a observação Exercício de Atividade Remunerada (EAR) à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) cresceram nos últimos anos, é o que mostra levantamento realizado pela Gaudium, startup de tecnologia focada em mobilidade urbana e logística e dona da Machine, software para a criação de aplicativos de transporte e de entregas.

O estudo realizado em parceria com 19 Detrans coletou dados de 2012 a 2021 e mostra que, dos estados participantes, os que mais tiveram crescimento nas emissões de CNHs com EAR foram Amapá, que registrou aumento de 7.000%, um salto de 96 emissões para 7.032; Maranhão, onde a alta foi de 170%, passando de 15.182 emissões para 41.470 no ano passado, Mato Grosso do Sul, que subiu de 16.580 para 35.384, um crescimento de 113% no mesmo período, e Santa Catarina, que foi de 64.353 para 152.640, um aumento de 137%

Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apenas entre 2016 e 2021, o número de brasileiros que trabalham para aplicativos de entrega de mercadorias cresceu 979,8%. Esse é um dos fatores que influenciam o volume de pedidos da EAR, além do crescente número de trabalhadores atuando com transporte de passageiros. Ao todo, o Ipea calcula que cerca de 1,5 milhão de pessoas no país têm como fonte de renda principal o transporte de passageiros ou de mercadorias.

“O setor de mobilidade para transporte de passageiros e de entregas se tornou uma opção para muitos brasileiros que se viram desempregados, em razão da crise econômica. Muitas pessoas viram no segmento uma oportunidade e alteraram suas CNHs para EAR. A Lei 13.640 obriga que os motoristas de app tenham a observação em suas CNHs e, em relação às entregas, apesar de não haver uma regulamentação específica, muitas plataformas também fazem essa exigência”, comenta Bruno Muniz, sócio-executivo da Gaudium.
 
Aumento em outras regiões do estado

Em São Paulo, a quantidade de CNHs com EAR passou de 857.883 em 2015 para 1.477.658 no ano passado. Outros estados que divulgaram dados de 2012 a 2021 também apresentaram aumento nos pedidos, mesmo que em baixa quantidade, na comparação a outras regiões, como Bahia (57%), Alagoas (49%), Distrito Federal (28%), Espírito Santo (18%), Rio Grande do Sul (16%) e Goiás (7%).

No Rio de Janeiro, o Detran não divulgou a quantidade de documentos emitidos ano a ano, mas revelou que a quantidade de CNHs com EAR saltou de 685.985 em 2017 para 810.378 em 2021, um aumento de 18%. Apenas Mato Grosso e Pernambuco tiveram queda nas emissões. A EAR pode ser solicitada diretamente no site do Detran de cada estado.

A rainha Elizabeth II, do Reino Unido, morreu nesta quinta-feira (8), aos 96 anos, no Castelo de Balmoral, na Escócia. A Família Real, incluindo o filho mais velho e herdeiro da monarca, Charles, e sua esposa Camilla, os príncipes Andrew e Edward, além do neto da monarca, príncipe William foram até o castelo para serem informados do falecimento.


 
Charles automaticamente se tornou o novo rei. Aos 73 anos, ele será o monarca mais velho a ser coroado na história britânica. A coroação, uma cerimônia simbólica, deve ocorrer em até um ano. Ele usará o título Charles III.Nos próximos dias, ele passará pelos países do reino em uma viagem de luto. Além disso, será realizado o funeral, assim como uma série de celebrações.

Médicos expressaram preocupação com a saúde da rainha Elizabeth II nesta quinta-feira, afirmando que a monarca britânica de 96 anos deveria permanecer sob supervisão médica.

A soberana com o reinado mais longo da Grã-Bretanha sofria de “problemas de mobilidade episódicos” desde o final do ano passado, de acordo com o Palácio de Buckingham.

“Após uma avaliação mais aprofundada esta manhã, os médicos da rainha estão preocupados com a saúde de Sua Majestade e recomendaram que ela permaneça sob supervisão médica”, afirmou o palácio em comunicado anteriormente. “A rainha continua confortável e em Balmoral”, completou.

Em outubro passado, Elizabeth passou uma noite no hospital e foi forçada a reduzir seus compromissos públicos desde então. Na quarta-feira, ela cancelou uma reunião virtual com ministros seniores depois de ser aconselhada a descansar por seus médicos.

No dia anterior, ela havia sido fotografada nomeando Liz Truss como a nova primeira-ministra do país em Balmoral, a 15ª premiê de seu reinado recorde. Uma fonte do palácio disse que familiares imediatos foram informados e minimizou as especulações de que a monarca sofreu uma queda.

Elizabeth era a rainha da Grã-Bretanha e de mais de uma dúzia de outros países desde 1952, incluindo Canadá, Austrália e Nova Zelândia, e no início deste ano marcou seu 70º ano no trono com quatro dias de celebrações nacionais em junho.
“Deus salve o rei”

A primeira-ministra Liz Truss se pronunciou pouco tempo após o falecimento de Elizabeth II. Em seu discurso, destacou que a rainha serviu como a “fundação” sob a qual o Reino Unido moderno foi construído, e que o país “cresceu e floresceu” durante o reinado da monarca, sendo “o grande país que é hoje devido a ela”.

Truss afirmou que “somos hoje uma nação pujante, moderna e dinâmica” e que Elizabeth II “forneceu a estabilidade e força que precisávamos”. “Ela era o espírito da Grã-Bretanha, e esse espírito continuará”.

O príncipe Charles, o filho mais velho da rainha, ascende imediatamente ao trono como rei, colocando seu primogênito, o príncipe William, duque de Cambridge, como o primeiro na linha de sucessão ao trono. O príncipe George, filho de William e Kate Middleton, é o segundo; e a princesa Charlotte, irmã de George, é a terceira.

Para não esquecer. O histórico Grito do Ipiranga, há 200 anos (7/9/1822), marca o que seria a Independência do Brasil, que na verdade se concretizou com o 2 de julho de 1823, na Bahia, depois de sangrentas batalhas travadas por mais de 17 meses, de fevereiro de 1822 a julho de 1823, quando os portugueses foram definitivamente expulsos. Essa ação custou as vidas de incontáveis irmãos baianos, mulheres guerreiras, brancos pobres, índios tupinambás e negros libertos.

De início, alguns países, como os EUA, reconheceram nossa a independência, mas era absolutamente indispensável que Portugal, como antiga metrópole, reconhecesse o surgimento da nação Brasileira. Movida por interesses comerciais, a Inglaterra colocou-se como intermediadora e negociou com Portugal um acordo, denominado Tratado de Paz e Aliança, assinado em 29 de agosto de 1825, oficializando o reconhecimento lusitano.

Mas não foi de graça. Para aceitar a independência do Brasil, o governo português exigiu o pagamento de indenização no valor de dois milhões de libras esterlinas. Sem recursos, o Brasil não tinha condições de pagar, e para fazê-lo contraiu empréstimo com a Inglaterra, pagando assim aos portugueses.

O “interessante” é que esse valor nunca saiu da própria Inglaterra, pois era credora de Portugal, que tinha com os ingleses dívidas nesse mesmo valor.....

Por Josalto Alves

O diabetes é uma doença silenciosa que possui números cada vez maiores. Segundo dados do Atlas do Diabetes, divulgado em 2021 pela Federação Internacional de Diabetes, o número de pacientes com a doença no Brasil cresceu cerca de 30% em dez anos. Atualmente, o país ocupa a sexta posição mundial dos países com mais número de diabéticos, com previsão de chegar a 643 milhões de pessoas com a doença em 2030.

Se não tratado adequadamente, o diabetes se torna uma das principais causas de amputação de dedos, pés ou pernas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 70% das amputações dos membros inferiores que ocorreram em 2020 foram em razão das complicações do chamado pé diabético.

“O pé diabético é causado por uma série de alterações que podem ocorrer nos pés de pessoas com diabetes não controlada. Infecções ou problemas na circulação dos membros inferiores estão entre as complicações mais comuns, provocando o surgimento de feridas que não cicatrizam. Esses casos podem levar à amputação”, explica o médico André Vianna, endocrinologista especializado em diabetes.

Cuidado e prevenção

Alimentação balanceada e atividades físicas são os principais fatores de prevenção do diabetes. Uma vez adquirida, a doença não tem cura, porém é possível controlar os índices glicêmicos no sangue para ter qualidade de vida e evitar complicações.

“Além dos hábitos saudáveis, é fundamental que a pessoa com diabetes faça um acompanhamento médico para melhor adesão ao tratamento medicamentoso e evitar que as taxas de glicemia aumentem, incluindo o uso de insulina, quando necessário. O especialista ajudará também na identificação de feridas e na forma mais adequada de combatê-la”, finaliza o especialista.

Uma tentativa
de atentado contra a vice-presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, em Buenos Aires por volta das 21h de quinta-feira (1º).. O ataque, com uma arma de fogo que teria falhado na hora do disparo, foi capturado em vídeo.
 
O suspeito  é brasileiro e já foi preso se chama Fernando Andrés Sabag Montiel ele apontou uma pistola para o rosto de Kirchner, mas arma não disparou, a arma de calibre .38 estava carregada com cinco balas . De acordo com o ministro de Segurança do país, Aníbal Fernández, ele tem 35 anos, tem registro para trabalhar como motorista de aplicativo, já recebeu advertência por estar carregando uma faca em 2021 e tatuou símbolo nazista no corpo.  
 
Segundo a informações ele pertence a um grupo terrorista que manipula mentes com uma ideologia que radicaliza dogmas  religiosos, prega ódio e violência, tal qual o Estado Islâmico. 
 
Os candidatos à Presidência no Brasil prestaram solidariedade à vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, vítima de um atentado na quinta-feira (1º).

Nas redes sociais, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Soraya Thronicke (União Brasil), Sofia Manzano (PCB) e Leonardo Péricles (UP) se solidarizaram com a vice-presidente argentina.

Jair Bolsonaro (PL), Pablo Marçal (Pros), Felipe D’Avila (Novo), Vera Lúcia (PSTU) e Eymael (DC),  não se manifestaram ainda sobre o incidente.

Com o aumento da população idosa, cresce também o número de fraturas ósseas relacionadas à osteoporose a osteopenia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o número de casos dessas doenças deve crescer três vezes até 2050, chegando a cerca de 6,3 milhões de diagnósticos no mundo. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, 10 milhões de brasileiros são afetados pela doença.

A osteopenia é uma redução da massa óssea que, quando não tratada, pode evoluir para osteoporose, que aumenta consideravelmente o risco de fraturas devido à fragilidade dos ossos. Segundo a médica radiologista, Dra. Angela Soares, exames de imagem são fundamentais para acompanhar a evolução da doença. “Por meio da densitometria óssea, é possível avaliar as chances de fraturas e checar a medida quantitativa da perda da massa óssea. A partir deste diagnóstico, o especialista vai definir o tratamento mais adequado para evitar que a doença evolua”, comenta.

Um levantamento realizado pela Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) -- gestora de serviços de diagnóstico por imagem na rede pública -- aponta que, entre o segundo semestre de 2021 e o primeiro semestre de 2022, foram realizados cerca de 22 mil exames de densitometria óssea -- o mais utilizado para diagnosticar osteoporose e osteopenia. Desses, 90% foram realizados em mulheres e apenas 10% em homens.

Para o especialista, a doença atinge mais mulheres porque o estrogênio é o hormônio que ajuda a equilibrar a saúde dos ossos em pessoas do sexo feminino. Após a menopausa, os níveis desse hormônio caem, deixando as estruturas ósseas mais finas e frágeis, o que pode levar a osteoporose em mulheres

“A osteoporose e a osteopenia não têm cura, mas ambas podem ser minimizadas com o aumento da qualidade de vida, exercícios e alimentação balanceada, com dieta rica em cálcio. Para pacientes com alto risco de fraturas, é recomendado o tratamento medicamentoso, geralmente com remédios via oral e, caso haja alguma restrição, injetáveis”, conclui o Dra. Angela.

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