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EDITORIAL

Desejo de manter foco


Parece que está se tornando cada vez mais difícil nos concentrarmos numa única coisa por muito tempo. A sociedade moderna definitivamente tem nos levado a manter períodos curtos de atenção. Se assistirmos qualquer programa de tevê ou filme, vamos notar como as coisas se movem rapidamente e o ritmo acelerado do enredo. Um comercial típico de tevê muda as imagens a cada poucos segundos, às vezes menos. A lógica é: se não capturarmos a atenção do indivíduo imediatamente. ele vai se voltar para outra coisa.
Com tantas coisas competindo por nossa energia mental, que vão da Internet passando pelas mensagens de texto e e-mails, é de admirar que ainda sejamos capazes de concentrar o foco em alguma coisa.
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Mulher que teve nariz e orelha arrancados pelo ex relata ciclo de violência

Por: Redação Itiruçu Notícias - sexta-feira, 29 de março de 2019 - 0 Comentários


Talita Oliveira, 28 anos, ainda revive na memória os momentos de terror que viveu com o ex-namorado, em novembro de 2017, em Barueri, na região metropolitana de São Paulo. A jovem foi mutilada e teve seu nariz e orelha arrancados a mordidas por Ricardo Willians Cazuza, com quem manteve um relacionamento por dois anos. As informações são do portal Extra.

A jovem conta que sofreu as agressões depois que resolveu terminar o namoro, por causa do comportamento violento do companheiro. Sua mãe relatou, em boletim de ocorrência registrado como lesão corporal de natureza gravíssima e violência doméstica, que em um primeiro momento, conseguiu impedir que o ex-genro agredisse a filha, mas quando saiu para trabalhar, o homem voltou e começou a espancar Talita.

“Depois das mordidas, eu peguei o nariz e a orelha do chão, mas os membros necrosaram, e eu não consegui reimplantá-los. O médico disse que teria que pegar um pedaço da testa e da boca, mas que não tinha jeito”.

A jovem já passou por 5 cirurgias dentre as 15 cirurgias que deve enfrentar. “O médico falou que eu não teria mais o nariz como era”, segundo relato da vítima.

Desde o crime até a prisão de Ricardo, ela disse ter vivido 9 meses de medo. E até situações rotineiras, como levar os filhos, de 13, 10 e 8 anos, à escola ganharam outra dimensão. O autor do crime, que não é pai das crianças, foi preso em agosto de 2018.


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